Por: Flávia Almeida | Foto: Ag.News | 18/02/2012 | 04:19

Ellen Roche brilha na Rosas de Ouro, em noite de homenagem a Roberto Justus

O apresentador é enredo da escola de samba paulista

Ellen Roche brilha na Rosas de Ouro, em noite de homenagem a Roberto Justus - Ag.News

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  • <strong>Rosas de Ouro </strong> - Divulgação / Jose Cordeiro / SPTuris
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A Rosas de Ouro mostrou seu Carnaval na madrugada deste sábado, (18), levando para o sambódromo do Anhembi, em São Paulo, o enredo Hungria, o Reino dos Justus, em homenagem ao país europeu e ao empresário Roberto Justus, que é filho de húngaros.

Com um elenco que prioriza os membros da comunidade, a escolar que no ano passado ficou em 8º lugar sonha conquistar o campeonato apostando num enredo que mistura fantasia e realidade.

 

Em clima de conto de fadas, Rosas de Ouro recriou a história da Hungria. A comissão de frente trazia um livro gigante anunciando que a Rosas entrava na avenida para contar a sua história com direito  elementais de todas as classes, além de magos e outros figuras  imaginárias.

A rainha Ellen Rocche fez bonito à frente dos ritmistas, que deixou o loiro em casa para desfilar com uma peruca morena. Sobre o visual repaginado, ela brincou dizendo: "Foi um desfile maravilho, especialmente porque estou mais inteligente neste ano, estou morena.

Ellen Roche brilha na Rosas de Ouro, em noite de homenagem a Roberto Justus

Andressa Sobrinho, rainha do carnaval de São Paulo, deu show de samba no pé  no posto de musa da escola.

O Desfile

Ellen Roche brilha na Rosas de Ouro, em noite de homenagem a Roberto Justus O Fuxico

O enredo O Reino dos Justus foi mostrado esbanjando luxo,  com símbolos e referências medievais. A comissão de frente  batizada de Era Uma Vez trouxe  personagens de contos de fadas.

O carro abre-alas representava um castelo medieval da Hungria. Em seguida veio a ala das baianas trazendo damas da corte com os rostos maquiados como bonecas. Uma coreografia caprichada trazia dançarinos executando passos de dança húngara.

Na sequência uma alegoria retratava um grande castelo em noite de festa, que logo cedeu seu brilho de encantamento para cenas de guerra e da invasão do reino, até chegar a terceira alegoria, que mostrou um reino arrasado e destruído, num carro tomado pela fumaça.

Com o seu reino destruído, os reis Janus e Lídia, decidem migrar para o Brasil. É quando o casal, que espera um filho, se depara com uma terra  diferente, onde as cores  as flores e as frutas tropicais reinam e encantam.

Após a passagem da velha guarda, o grande homenageado, Roberto Justus, veio no quarto carro como um menino rei, cercado por referências  tropicais. Ao seu lado, sua mulher Ticiane Pinheiro.  O casal representou os imigrantes húngaros que chegaram ao Brasil.

Ellen Roche brilha na Rosas de Ouro, em noite de homenagem a Roberto Justus

Enredo: O Reino dos Justus
Carnavalesco: Jorge Freitas
Componentes: 3 mil
Alas: 25
Alegorias: 5
Intérprete: Darlan Alves Carneiro
Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Luizinho e Sueli Aparecida  
Rainha da bateria: Ellen Roche

Rosas de Ouro homenegeia Roberto Justus

Rosas de Ouro homenegeia Roberto Justus
Sinopse do enredo:

Partirá da Hungria, a história que a Rosas contará no Anhembi. Foi lá que nasceram os pais do homenageado pela escola, Roberto Justus. As origens medievais da região do país europeu darão início ao desfile. Rapunzel, castelos, danças medievais, violinos, espadas e cavaleiros estarão em cena. A escola investiu R$ 3 milhões para não faltar luxo, à altura de Justus. Só o abre-alas terá 30 metros de comprimento. A bateria da escola desfilará com fantasias azuis e rosas, as cores da escola, e irá representar a formação do povo húngaro. Outra alegoria que merece destaque é a que representa um teatro, com 200 pessoas. O homenageado estará no último carro alegórico, ao lado da mulher, Ticiane Pinheiro, coroado, como o rei

Letra do samba:
Autores:  Léo do Cavaco, Rogério Morgado, Leonardo Lima, Eric Lisboa, Luciano Godoi e Cleverson Japa

O vento sopra magia,
Vem viajar na imaginação.
Era uma vez, um reino abençoado
Onde imperava a igualdade,
Justiça e liberdade.
Em seus jardins, brotava a mais bela flor
E a rosa encantada, o lindo cenário enfeitou.
Às margens de um rio, o esplendor de um brasão
É meu orgulho, minha tradição
Sou mais um guerreiro nessa multidão.
As damas da corte num doce bailar,
Exuberância sem igual.
Ao som de violinos
Um grande cortejo real.
Hei de lutar por minha bandeira
E defender meu ideal,
Mas a tirania trouxe a invasão
Na luta do bem contra o mal.
Buscando a felicidade,
A esperança cruzou o mar
E no Brasil, um ser de luz nasceu para brilhar
Um lindo conto assim se fez JUSTUS o menino rei
Hoje… a sua história é inspiração,
Vou coroar essa conquista
Honrando as cores do meu pavilhão
É mais que um caso de amor
Rosas de Ouro, razão do meu viver.
Trazendo a Hungria no coração
E o sonho de ser campeão!


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