Questão de sorte?

Não existem números de sorte para ganhar na loteria. Não é o número que traz a sorte, e sim a pessoa que a carrega. Tem gente que tem sorte a vida inteira, outras vivem momentos de sorte.

Certamente, com predominância do número 3 em seu nome, Natália é uma pessoa de sorte. Para ela, sempre existe uma luz no fim do túnel, quando as coisas começam a apertar e parecem sem solução. O mesmo acontece com Alexandre.

O problema das pessoas que têm sorte, é que muitas vezes esquecem que devem fazer seu investimento pessoal, devem organizar sua energia, se esforçar, ter objetivos claros, fazer escolhas.

Muitas vezes, as pessoas que têm sorte se acomodam, ou se descontrolam, dando tiros em todas as direções e não chegando a lugar nenhum. Até, às vezes, perdendo tudo que conseguiram conquistar um dia. Falta-lhes a maturidade, a garra necessária para assumir problemas, compromissos e responsabilidades.

A vida é levada como uma brincadeira ou um conto de fadas. Saber aproveitar a sorte, é uma outra questão.

Há as pessoas que não têm sorte mas, por outro lado, são bem aceitas, se transformam nas queridinhas, as que atraem com seu magnetismo e sedução, aquelas que encantam os outros.

São pessoas que parecem carentes, que despertam em outros uma vontade de estar junto e cuidar delas. Aí se classificam Rafinha e Gyselle, ambos com o número 6 na soma das consoantes do nome.

Esse é o número da Personalidade Exterior. Essa é a impressão que eles despertam nos outros, à primeira vista.

Porém, o fato de ter o número 6, não representa um indício de sorte. Mas, faz com que sejam pessoas que chamam a atenção dos outros, de uma maneira bastante acolhedora.

O 6 gera uma grande empatia. Eles passam a ser mais protegidos e queridos, garantindo seu lugar ao sol.

No caso de Rafael, outros números conspiravam a seu favor: embora não tenha nascido “Rafinha”, e em seu registro de nascimento não conste esse nome, ele sempre foi tratado por esse apelido. E o apelido lhe dá um número 3, o tal que traz a sorte.

Além do 3, Rafinha tem também mais um número 6, o da soma da data de nascimento, outro indício de proteção. Para completar, a soma de sua idade, 26 anos, lhe dá um 8, número do poder.

Junte-se a isso o fato do rapaz viver um ano 5, onde o Destino lhe traz a oportunidade de experimentar grandes mudanças na vida.

Outro ponto relevante, no caso de Rafael: o mês de março o colocou sob a energia 8; com ela, sua força pessoal se intensificou.

Vale deixar claro que o 8 não é número de sorte, mas é número de conquista e poder. E foi isso que fez com que Rafael se diferenciasse de Gyselle.

Ela entrou no programa vivendo seu ano 1. O ano 1 exige que a pessoa se  posicione, atue, seja firme e esteja constantemente em ação. Deve mostrar suas idéias, deve exercer a liderança, atuar sem medo e sem passividade.

Deve mostrar a cara, manter relações com as pessoas, fazer muitos investimentos em si mesma, e em todas as situações e oportunidades. O que se viu de Gyselle, foi um comportamento que não contribuiu para um ano 1 bem aproveitado.

Para completar, seu mês de março está sob a energia 4, uma energia de restrição.

Voltando ao grande vencedor do BBB8, em um ano 5, como o de Rafael, as coisas vão acontecendo de uma maneira não planejada.

De uma hora para outra, tudo muda, os projetos se diversificam. Não adianta fazer planos, pois é uma sucessão de imprevistos. Tudo pode acontecer a qualquer hora.

A mão do Destino é quem comanda a sua vida. É preciso ser adaptável a essas mudanças-aventuras, e ter paciência.

Agora com a vida e o futuro apontandos para grandes mudanças, Rafinha tem ainda muitos meses pela frente para viver esse seu ano 5, que só termina em setembro.

Ele ainda terá muitas surpresas. Quando fizer aniversário e entrar no ano 6, o de sua Lição de Vida, Rafael concretizará sua relação com a namorada Luiza.

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