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Nossa, que saudade de falar com meus amorezinhos! Talvez demore um tempo para sabermos mais um do outro, mas será o tempo certo. Afinal, quem não acompanhou a G Magazine, nos primeiros 10 anos de existência, de 1997 a fevereiro de 2008 - onde eu fazia a abertura, o Recado, em todas as edições, não sabe com quem está falando, né não? Mas, não importa isso agora. Eu estou aqui entre amigos, fuxicando no arco-íris. E, como eu encontrei em minhas navegadas uma definição lindinha de Fuxico, lá vai ela: 'fazer Fuxico é, aproveitando restos e pequenos pedaços de tecido, criar ou customizar roupas, acessórios, objetos e afins'. Fuxicar é juntar, de uma maneira nova e criativa, dando graça e forma a pedacinhos. Aqui nesse espaço nosso, eu adoraria ir fuxicando com pedacinhos seus, meus, dele, dela, de um filme, de um olhar triste ou só bonito, de uma foto, de um lugar. Triste ou alegre. Ou muito alegre. Fuxicando com poemas, lacunas, silêncios... E ir tecendo com todas essas nuances do arco-íris, um novo feitio de ser e sentir momentos e comportamentos. Composição nova e Diversa, que e por ser Diversa pode ser Divertida. E por ser Divertida, possa sempre emocionar e nos fazer entender o Igual, o Desigual, a Diferença. Eu me lembro do dia em que ele foi negociar uma possível capa da Revista G, a uns três ou quatro anos. Nossa, que figura intensa, que corpão! E olhar de menino. (E olhe que eu só o vi com roupa!). Coisa de louco! Tenho muiiitas dúvidas sobre esse tema. Ajudem-me a refletir sobre esse assunto meio couraçado na tevê: gays e seu destino... em ação. Pode ser que eu esteja exagerando, ao desejar mais realidade e menos ficção. Me escrevam, tá? Mas, deixemos isso de lado e vamos a uns lembretes: Você sabia que a Claudia Wonder, a nossa magnífica trans over chic, lançou um livro que é um choque? Olhares de Claudia Wonder é um documento importante e fuert,e no panorama arco-íris brasileiro e internacional. Se você gosta de pensar leve, doce e, ao mesmo tempo, levar um soco no estômago, mas tudo com muiiita classe, procure Olhares Cultura GLS. E por falar em livros, breve chegará às bancas o primeiro livro de Dr. Klecius Borges, um dos mais sérios psicólogos que temos no Brasil. O que criou e vem desenvolvendo a Terapia Afirmativa. Ele vive em São Paulo e tem seu consultório em Sampa também. Conheça um pouco dele no site http://www.kleciusborges.com.br/. Um luxo só. Agora, uma frase que está batucando em minha cabecinha, nesses tempos de reclamações: O pessimista é uma pessoa que, podendo escolher entre dois males, prefere ambos. Oscar Wilde
A lindeza de seus contornos, quando libertos do julgamento da normalidade (ui, detesto essa palavrinha!). Amor, trabalho, cidadania, escola, viagens e novelas rsrsr. Pra começar, hoje eu tenho uma pergunta que não quer calar. Preste atenção: Se você assiste à novela A Favorita, da Globo, como se sente diante do personagem do Iran Malfitano? E lógico que não estou perguntando se você o acha lindo, gostosão, porque isso já sei e temos a mesma opinião.
Mas, voltando ao assunto: O que você acha do Orlandinho Queiroz, o personagem gay da novela global? O que ele representa para os gays? E o que ele traz de bom ou ruim para o público do folhetim? Acha que ele deveria ter um caso com o Halley (Cauã Reymond), de verdade? Ai, como eu queria!!! Ou merece só assumir o filho do Halley , com aquela coisa trash que é a Céu (Deborah Secco)?
Adoro!
