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No mercado existem diversos tipos, entre elas, as próteses dentárias removíveis, que são aquelas que os pacientes podem retirar sempre que desejarem. Essas podem ser parciais ou totais, dependendo da necessidade do paciente. A prótese fixa é a opção ideal, nos casos em que faltam poucos dentes, não só pelo conforto como pela estética, embora seja mais cara que a prótese removível. Dr. Anderson Bernal
Há muitos motivos que ocasionam a perda dos dentes. Cáries, traumatismo e doenças de gengiva estão entre as principais. Quando isso ocorre, os dentes que estão ao lado do lugar afetado tendem a se mover para o espaço livre da boca, provocando um grave desequilíbrio na arcada dentária. Para restaurar as funções mastigatória, estética e fonética, utilizam-se as chamadas próteses dentárias.
As parciais são mantidas na boca pelas retenções presentes nos dentes que ainda restam, enquanto as próteses totais são, normalmente, feitas de acrílico e destinam-se à substituição de todos os dentes. As próteses são suportadas apenas pelos tecidos moles e a estrutura óssea.
Já as próteses fixas são compostas por coroas e pontes, feitas com uma estrutura interna de metal que lhes dá robustez, e são recobertas de cerâmica com a tonalidade dos dentes do paciente. Lembrando que todos esses elementos de restauração e substituição devem ser feitos em laboratórios de prótese dentária.
Por isso, é preciso não confundir esse trabalho com as coroas acrílicas, os chamados pivôs, que às vezes são aplicados pelos dentistas, com a finalidade de restauração temporária, e não têm qualificação nenhuma para serem considerados como um tipo de restauração fixa permanente.
Para esclarecer as dúvidas sobre o melhor tipo de prótese que se adapta a você, procure seu dentista, que irá lhe explicar detalhadamente a função de cada uma.
