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07/03/2010 | 10h30m - Publicado por: Flavia Almeida

Atrizes de Viver a Vida, de várias idades, falam sobre o que é ser mulher

Atrizes de Viver a Vida, de várias idades, falam sobre o que é ser mulher

Reunidas numa mesma matéria, no jornal Extra, Klara Castanho de 9 anos, Paloma Bernardi, de 24, Giovanna Antonelli, de 33, Liça Oliveira, de 45 e Lília Cabral, de 52, falaram sobre suas avaliações sobre o fato de serem mulheres.
 
Para Klara Castanho, ainda é cedo para se avaliar como tal.
 
“Uma mulher, acho que só vou ser mesmo mais pra frente... Gosto de ir à escola, encontrar meus amigos, ir à piscina, à praia e ao shopping. Quando tiver uns 20 ou 30 anos, acho que vou ter cabelo comprido, com franja talvez. E já vou estar na faculdade ou formada. Só que ainda não sei o que quero fazer. Adoro pintar as unhas de cores diferentes, usar gloss bem brilhante, e adoraria ter um sapato de salto. Mas ainda não tenho. Se eu pudesse ser uma heroína, gostaria de ler o pensamento das pessoas”, disse a pequena Klara.
 
Em seu primeiro grande trabalho, Paloma Bernardi destacou que a busca dos sonhos é um diferencial da mulher, embora tenha ainda sonhos de menina. 
 
“Ser mulher é ser autêntica, com atitude, ir atrás de seus sonhos sem pisar em ninguém. É ser independente e, apesar disso, não ter medo de dizer que depende de carinho. E, acima de tudo, é buscar a Deus e não ter medo de lutar para ser feliz! Costumo dizer que farei ‘bodas de prata’. Os 25 anos são emblemáticos. É uma idade em que a mulher, embora sabendo que ainda é jovem, passa a ter consciência de que o tempo não para. Confesso, porém, que ainda existe uma menina dentro de mim. Só o tempo me dará o amadurecimento necessário. Cresci fazendo aulas de balé, mas hoje também caminho e sempre uso filtro solar. Se tivesse superpoderes, faria vários de nossos políticos terem um olhar mais generoso com os pobres do país”, falou.
 
Grávida de dois meses de seu segundo filho, Giovanna Antonelli afirmou que o importante, independente da idade, é viver.
 
“Acho que não importa o número, a idade, isso é irrelevante. O que conta na vida da gente é a vivência, que nos traz maturidade e, consequentemente, aumenta as responsabilidades. Me sinto mais madura, com cada vez mais sede de viver e cumprindo minhas tarefas. Tentando, cada vez mais, fazer o melhor. Não faço nada muito diferente de quando eu tinha 20... Só procuro me alimentar cada vez melhor e praticar exercícios com frequência, pensando na saúde. E pego sol moderadamente, sempre com o uso do protetor solar. Se tivesse poderes fantásticos, garantiria um mundo melhor para a geração dos nossos filhos. Com muita consciência e sem essa violência absurda que não encontra punição”, explicou.
 
Ex-jogadora de vôlei, Lica Oliveira deu seu ponto de vista, sem esquecer das mazelas sociais.
 
“Evoluímos muito, mas com as conquistas veio também o acúmulo de funções. Temos que ser boas mães, donas de casa, profissionais. Confesso que até hoje sinto culpa por deixar meu filho e ir à luta. Há muito o que conquistar ainda. Somos fortes e não tenho dúvidas de que teremos ainda mais destaque nessa nova ordem mundial. Adoro ser mulher! Joguei vôlei durante anos, não tenho tendência a engordar, mas me cuido, malho, como direito. Gasto um tempinho com cremes e com esses rituais mulherzinha. É importante para a autoestima. Se pudesse ser a Mulher Maravilha, por exemplo, daria uma geral no Rio de Janeiro. Amo essa cidade linda, e a deixaria maravilhosa como merece”, disse.
 
Lília Cabral, em excelente fase, afirmou que colhe aos 52 anos tudo o que plantou de bom  nas fases anteriores.
 
“Ficamos mais saudáveis em todos os sentidos. Aos 50, uma mulher já era considerada velhinha, sem perspectivas de mudança ou de conquista. Hoje, a gente se cuida, se sacode, levanta e vai à luta a despeito de que idade temos. Os 30 anos foram impactantes porque perdi minha mãe e não sabia que rumo tomar. Aos 40, fui mãe e estava vivenciando esse mundo novo que a maternidade proporciona. Foi após os 40 que tive minhas melhores chances. Tudo o que plantei entre os 20 e 35 anos estou colhendo agora. Foram ganhos amplos. Quando cheguei ao Rio, queria ser bronzeada como as cariocas. Não tinha essa de protetor solar! Mas não beber e não fumar se refletem na minha saúde e aparência. Também aboli o refrigerante e me exercito. Tudo pela saúde. Se tivesse um poder incrível, seria dona de uma espécie de ‘Disneylândia das artes’, com vários teatros, cursos, vendo gente circulando e vivendo como artista na mais pura essência da palavra”, destacou.
 
 


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