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22/09/2013 | 10h12m - Publicado por: Caroline Borges/ TV Press para O Fuxico | Foto: Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias

Bianca Bin: "No nosso país, pobreza gera violência"

Atriz fala das diferenças que viu entre o Brasil e o Nepal, onde gravou Joia Rara

Bianca Bin: \

As típicas mocinhas se tornaram uma espécie de zona de conforto para Bianca Bin. Há quatro anos na Globo, a atriz coleciona heroínas em sua carreira, como a Marina da temporada 2009 de Malhação  e a Açucena de Cordel Encantado. Depois de uma breve experiência como a vilã Carolina, de Guerra dos Sexos, Bianca volta ao posto como a doce Amélia, em Joia Rara. Acostumada a encarnar tipos românticos na tevê, ela acredita que a direção e o texto das autoras são decisivos para distinguir um trabalho de outro.

"Tudo muda de uma novela para outra. O texto e a direção são outros. As personagens são completamente diferentes entre si e ganham outro peso", avalia ela, que vive pela segunda vez a protagonista do folhetim de Thelma Guedes e Duca Rachid.

Na trama, a atriz interpreta uma mulher pobre que veio do Nordeste com o irmão Mundo, de Domingos Montagner, para trabalhar na fábrica Hauser. No entanto, se apaixona por Franz, filho do patrão, papel de  Bruno Gagliasso. Os dois vivem uma intensa história de amor, mas enfrentam as maldades dos vilões Manfred e Ernest, interpretados, respectivamente, por Carmo Dalla Vecchia e José de Abreu.

"A ideia é mostrar que de uma linda história de amor nasce um ser iluminado, que é a reencarnação do monge Rinpoche", explica, referindo-se ao papel de Mel Maia.

Bianca Bin: A oportunidade de protagonizar o folhetim das seis surgiu durante as gravações da novela de Sílvio de Abreu. Com a trama ambientada na década de 1940, Bianca teve um curto período de tempo para se familiarizar com o texto da época. Para incorporar a temática retratada, utilizou referências estéticas de filmes e algumas propostas da diretora Amora Mautner.

"Sem a caracterização, eu estaria perdida. Não tive nem uma semana de férias para poder sair da outra personagem. Não existe uma chavinha para virar de uma hora para outra. O figurino conta muito", afirma.

Assim que acabaram os trabalhos da novela das sete, a atriz embarcou para o Nepal, onde gravou as primeiras sequências da trama. Ao longo de 20 dias, Bianca passou por um ritmo intenso de gravações na capital do país, Catmandu. Em seu primeiro contato com a cidade, se impressionou com a extrema pobreza nas ruas. Mas, com o passar do tempo, foi se encantando com a espiritualidade do povo.

"No nosso país, pobreza gera violência e lá não. A gente chegou com um pouco de medo com o que ia encontrar. Mas foi muito tranquilo. Você anda nas ruas e as pessoas são respeitosas", lembra ela, que sofreu com o fuso horário de nove horas e com as gravações adiantadas da história.

"Não tinha lido a sinopse da personagem. Conheci a Amélia pelos 12 primeiros capítulos. Nunca tinha feito isso. Serviu como um ótimo exercício", completa.

Ainda novata na televisão, a jovem paulista experimenta uma carreira meteórica na tevê e com diversos papéis de destaque. Há quatro anos na Globo, a atriz encara sua terceira protagonista e não se intimida ao falar que teve bastante sorte ao longo de sua carreira, desde sua estreia na novela adolescente.

"Eu tive sorte de encontrar as pessoas certas para me darem oportunidades. A gente não é feito só de trabalho. Sempre serei muito grata ao meu primeiro 'sim' do Marcos Paulo, em 'Malhação'", aponta.

Apesar da parcela de sorte, Bianca se desapega da falsa modéstia ao reconhecer seu próprio mérito para alcançar destaque na tevê.

"Eu aliei tudo isso ao meu trabalho. Me dediquei e me esforcei para entregar meus projetos da melhor maneira possível", ressalta.

Tempo de estudo
Apesar da trajetória em ascensão, Bianca não está imune à ansiedade da juventude. Com uma carreira pautada na tevê, a atriz tem interesse em investir no teatro, área em que pouco trabalhou. Desde que saiu de Itu, interior de São Paulo, para estudar, ela atuou mais na televisão e menos nos palcos, que ficaram em segundo plano.

"Nunca fiquei em cartaz. Sinto falta dessa base teórica e de estudo. Tenho vontade de me reciclar. Quero conhecer tudo o que eu puder", explica.

Em seus quatro anos de Globo, o mais próximo das bases teatrais que Bianca conheceu foi durante o período em que participou da Oficina de Atores e logo depois foi chamada para fazer Malhação.

"Aprendi tevê na marra. Na oficina, eram trabalhos mais teóricos, exercícios de corpo e voz. Tudo remetia ao teatro", lembra.

Instantâneas
# Há quatro anos na Globo, Bianca já passou por todos os horários de novela da emissora.

# Antes de Guerra dos Sexos, a atriz estava reservada para Gabriela.

# Bianca não possui nenhuma experiência no cinema.

# A viagem ao Nepal marcou a primeira vez que a atriz gravou uma novela fora do Brasil.

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