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09/07/2013 | 09h02m - Publicado por: Luana Borges/ TV Press para O Fuxico | Foto: Pedro Paulo Figueiredo/ Carta Z Noticias

Cinema, teatro ou TV: Letícia Cannavale topa tudo

Atriz diz que é apaixonada por interpretação

Cinema, teatro ou TV: Letícia Cannavale topa tudo - Pedro Paulo Figueiredo/ Carta Z Noticias

A proatividade faz parte de Letícia Cannavale. No ar como a Lívia de Sangue Bom, a atriz se acostumou a produzir trabalho para si mesma ao longo dos 12 anos de carreira. E nunca se viu na dependência de convites para conseguir realizar seu ofício.

"Sou muito apaixonada por interpretar. Cinema, teatro ou televisão: o veículo que for me interessa", exalta ela, que também é professora de Artes e de Teatro e cuida de um pólo de cultura onde produz documentários em comunidades.

E foi justamente por sua atuação nos palcos que Letícia foi chamada para a novela de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari pelo produtor de elenco André Reis.

"Fiquei feliz demais. Ele é uma pessoa que faz questão de assistir a teatro e a filmes para conhecer atores", empolga-se.

Com várias participações na tevê acumuladas no currículo – como em Insensato Coração, A Favorita e Malhação, entre outras –, esta é a primeira vez que Letícia encarna uma personagem fixa em um folhetim. Como, na trama, Lívia é mãe de Bento, protagonista de Marco Pigossi, os dois atores tiveram um encontro, durante as gravações em São Paulo, para trocar informações sobre os papéis.

"Foi quando eu percebi que os personagens eram parecidos. E acho que Marco e eu temos uma 'levada' parecida em cena", avalia.

Letícia também aproveitou bastante da pesquisa que fez para atuar na peça Dorian como referências para Lívia.

"As personagens não têm nada a ver, mas têm uma docilidade muito grande", compara. 

Perfil:

Nome: Letícia Borges Cannavale.

Nascimento: 13 de dezembro de 1980, na cidade do Rio de Janeiro.

O primeiro trabalho na tevê: Em 2002, fiz uma jornalista em Malhação.

Sua atuação inesquecível: "Na tevê, sem dúvida, é a Lívia de Sangue Bom.

Interpretação memorável: Durante o Toma Lá, Dá Cá, eu e outros atores da minha geração trabalhamos como ensaiadores. Trabalhávamos ensaiando as marcas para a câmara e o texto diretamente com os atores. Eu cuidava da Celinha (personagem da Adriana Esteves). No último dia de gravação, preparamos uma homenagem para o elenco onde todos se caracterizaram como personagens do programa e se apresentaram para os atores. Foi uma honra interpretar a Celinha para a própria Adriana. Foi uma delícia! Esse material foi para a internet. É muito divertido de ver".

Um momento marcante na carreira: Contracenar com Yoná Magalhães em Sangue Bom.

A que gosta de assistir: Boas reprises no canal Viva.

A que nunca assistiria: Programas de jornalismo sensacionalista.

O que falta na televisão: Ousadia.

O que sobra na televisão: Personagens sem carisma.

Ator favorito: Ricardo Darín. 

Atriz predileta: Penélope Cruz.

Com quem gostaria de contracenar: Com Augusto Garcia, meu marido.

Se não fosse atriz, o que seria: Professora.

Humorista: Rodrigo Sant'anna e Thalita Carauta, do Zorra Total.

Novela preferida: Renascer, exibida pela Globo em 1993.

Cena inesquecível na tevê: A morte de José Inocêncio (Antônio Fagundes) em Renascer.

Vilão marcante: Carminha, sem dúvida!, personagem de Adriana Esteves em Avenida Brasil.

Personagem mais difícil de compor: Mocinhas quando são boazinhas demais...

Papel que mais teve retorno do público: Foi em teatro. A Selminha de O Beijo no Asfalto.

Melhor bordão da tevê: Tô certo ou tô errado?, de Lima Duarte em Roque Santeiro.

Melhor programa de humor: Os Normais era muito divertido.

Que novela gostaria que fosse reprisada: Casarão. Ouço tanta gente falando dessa novela...

Que papel gostaria de representar: A vilã. Sempre!.

Par romântico inesquecível: Leonardo Vieira e Patrícia França em Renascer.

Com quem gostaria de fazer par romântico: Com meu marido, o ator Augusto Garcia.

Filme: Gritos e Sussurros, de Ingmar Bergman.

Livro de cabeceira: Leio muito. Agora estou lendo O Lustre, de Clarisse Lispector.

Autor predileto: Nelson Rodrigues.

Diretor favorito: Ingmar Bergman.

Vexame: Chegar sem o texto decorado e estudado.

Uma mania: Tenho sempre cristais e pedras comigo quando vou interpretar. Ao menos um eu sempre carrego.

Um medo: De perder a voz ou esquecer o texto em cena.

Projeto: Continuar interpretando personagens até o fim da vida.

Augusto Garcia e Letícia Cannavale comemoram boa fase no trabalho viajando

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