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18/07/2018 | 15h40m - Publicado por: Julia Teixeira | Foto: Divulgação/TV Globo/Raquel Cunha

Conheça os primeiros participantes do The Voice Brasil

Sétima temporada do programa estreou, na noite da última terça (17)

Conheça os primeiros participantes do The Voice Brasil - Divulgação/TV Globo/Raquel Cunha
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Na noite da última terça-feira (17), estreou, na Globo, mais uma temporada do The Voice Brasil. Com todo o seu carisma e alegria de viver, os técnicos Lulu Santos, Ivete Sangalo, Michel Teló e Carlinhos Brown já começaram a montar seus times, que, agora, devem contar com 18 integrantes, e não mais 12, como costumava ser.

Sete participantes já foram selecionados pelos artistas, na primeira noite de Audições às Cegas, que, aliás, também conta com mais uma novidade: a única oportunidade que cada técnico tem, de bloquear um dos colegas, para que ele não tenha a oportunidade de ficar com determinado candidato, em seu time.

Confira e conheça um pouco melhor quem são os cantores já selecionados, para a sétima temporada do The Voice Brasil:

 

Conheça os primeiros participantes do The Voice Brasil

Julia Dantas – Time Ivete

Natural de Fortaleza, Ceará, 30 anos. A primeira candidata aprovada nesta etapa interpretou “Começaria Tudo Outra Vez”, de Gonzaguinha.

 

A relação com a música: Meu pai ouvia música todas as noites, quando chegava do trabalho; e minha mãe estava sempre cantarolando pela casa. Por gostar tanto de música, aos 11 anos comecei a tocar o violão. Aos 18 anos, paralelamente à faculdade de Direito, comecei a tocar na noite de Fortaleza, em bares, boates, festas e eventos particulares. Fui integrante de algumas bandas da cidade, o que me deu a oportunidade de abrir shows de grandes artistas e bandas nacionais, como Vanessa da Mata, Lulu Santos, Maria Rita, Skank, Cidade Negra, Os Paralamas do Sucesso. Atuei no cenário da música cearense dos 18 aos 26 anos.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Meus pais sempre me deram apoio incondicional. Desde quando escolhi o curso de Direito ou quando resolvi trabalhar com música e até quando deixei tudo de lado e decidi me tornar policial militar. Só tenho a agradecer a família que Deus me deu e os pais maravilhosos que me dão força em tudo que me determino a fazer.

A carreira de Julia Dantas: Dos 7 aos 18 anos de idade eu vivia o basquetebol. Fui atleta da seleção cearense e, quando parei de jogar, fiz curso e me tornei árbitra de basquete. Para dar uma incrementada na renda de estudante, dava aulas particulares e, em pouco tempo, vi na música uma oportunidade para ganhar uma "graninha" a mais. Durante toda a faculdade, além de estagiar em escritórios de advocacia, eu tocava na noite de Fortaleza e, claro, sonhava com uma carreira como artista. Mas as responsabilidades financeiras foram aumentando e então eu decidi estudar para concursos de carreira policial, po is era algo que me atraía bastante. Aos 26 anos, quando ingressei na Academia de Polícia para fazer o Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Ceará, tive que me afastar da música, pois já não era mais possível conciliar as rotinas. Depois de quase dois anos no curso de formação, fui nomeada 1º Tenente da PM, cargo no qual estou há dois anos. E hoje, eu exerço a função de Subcomandante de uma Companhia.

Referências musicais, ídolos e estilos: Pelo fato de ter tocado muito tempo na noite, acabei construindo um repertório bastante eclético. Mas minhas maiores referências estão na música brasileira: Maria Bethânia, Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gonzaguinha, Dominguinhos, Elis Regina, Chico Buarque, Djavan, Tom Jobim, Vinícius. Na música internacional, tenho também grandes referências, como Stevie Wonder, Michael Jackson, Amy Winehouse, Norah Jones, Dianna Krall, Alicia Keys, Beatles. Tenho um gosto que abrange vários estilos, mas certamente o que mais me identifico é a Música Popular Brasileira, a música de qualidade, que transmite mensagem, sentimento e emoção.

Preparação, desafios e aprendizado: Está tudo acontecendo de uma maneira muito rápida e dinâmica. E até me identifico com isso. Minha vida é marcada pela escolha de vários caminhos, um diferente do outro, cada um com seus desafios, peculiaridades e realizações. Gosto dessa "falta de monotonia", tanto que até tenho tatuado um verso lindo de Vinícius de Moraes que diz "e a coisa mais divina que há no mundo é viver cada segundo como nunca mais". Estou vivendo uma experiência fantástica, que nunca esperei viver. Estou aproveitando cada mome nto! Pretendo valorizar muito essa oportunidade e crescer o máximo possível.

Expectativa do sonho realizado: Apesar de não ter imaginado viver a experiência de um reality show, de não ter me projetado em algo tão grande como o ‘The Voice’, a partir do momento em que isso se concretizou, posso dizer que estou vivendo um sonho sim. Pelos motivos que me fizeram estar aqui, pelas pessoas que estou representando e pelo que pode acontecer não só na minha vida, mas na vida de quem me acompanha, estou muito feliz. Acredito que tudo acontece no tempo certo e que, pelo visto, a hora é agora. Espero defender a minha verdade em cada apresentação que eu fizer e tocar o coração de quem me ouve . Se isso acontecer, já valeu! 

 

Conheça os primeiros participantes do The Voice Brasil

Daniel Lopes – Time Lulu

Aos 41 anos, o cearense de Fortaleza subiu ao palco para cantar “Girls Like You”.

 

A relação com a música: Em 1999, eu cantava em clubes para turistas na Espanha. Nessa época, um produtor musical alemão, chamado Frank Farian, me ouviu e me convidou para ir a Miami produzir um álbum com ele. Ele foi o primeiro produtor da Alemanha a ter ganhado um Grammy e já produziu artistas renomados. Lá, eu gravei meu primeiro álbum – “For You”. Gravei também um DVD em Bahamas com 14 vídeos. Além disso, participei de um musical em um navio na Noruega. Já gravei vários singles e abri shows para artistas famosos como Alicia Keys, na Alemanha. No momento, trabalho com uma banda de baile em Fortaleza.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Desde criança, eu já sabia que queria ser cantor, mas na minha família não tinha nenhum músico. Quando eu tinha uns cinco anos, comecei a procurar meus ídolos na TV. Naquele tempo, eu costumava imitar o grupo Dominó com os meus amigos na escola. Quando minha irmã faleceu, eu busquei na música um refúgio. Quando cantava, entrava em outro mundo, onde eu não sentia mais nenhuma dor.  Depois até escrevi uma música sobre esse sentimento: “In The Night”. Minha irmã foi quem me influenciou, mesmo que indiretamente.

A carreira de Daniel Lopes: Com 13 anos, eu fui para Alemanha com minha mãe. Lá, em pouco tempo, tive contato com a música, mas continuei estudando. Trabalhei em várias áreas – fábricas, bares e como vendedor –para financiar meu hobby de cantar.

Referências musicais, ídolos e estilos: Os anos 80 e 90 me influenciaram mais. Meu estilo era mais Pop, RNB e Reggae. Com o tempo, fui mudando. Gostava muito de música eletrônica e até trabalhei como DJ por algum tempo. Meus ídolos eram Axl Rose, Gary Barlow, da banda Take That, Stevie Wonder, Boys II Men, Michael Jackson, Az Yet, James Morrison. Hoje meu estilo é uma mistura de pop, rock e reggae.

Preparação, desafios e aprendizado: O maior desafio está sendo aprender músicas em português – as expressões, os sotaques e os ritmos são diferentes na música brasileira. Também tenho dificuldade de entender as melodias da MPB, mas estou estudando todos os dias para me aperfeiçoar na música brasileira.

Expectativa do sonho realizado: Brown e Lulu terem virado as cadeiras é mais que um sonho realizado. Não é pelo prêmio de 500 mil que eu estou participando, mas pelo desafio de provar para mim mesmo que eu posso. Isso já está sendo tão gratificante. Eu ainda estou nas nuvens. A ficha ainda não caiu.

 

Conheça os primeiros participantes do The Voice Brasil

Erica Natuza – Time Carlinhos

Cantando o hit “Pesadão”, a pernambucana de Recife Erica, de 26 anos, virou todas as cadeiras.

 

A relação com a música: Hoje em dia, eu canto profissionalmente. Faço shows com a minha banda, canto em bandas e projetos de terceiros e também em barzinho. No mundo da música, tive experiências como gravação de CD, participação em faixas musicais autorais de músicos parceiros. Já gravei trilha para filme, vídeos cover e regravações. Fiz algumas viagens para cantar fora do meu estado e da minha cidade, cantei no teatro e visitei programas da TV local.  Quando recebi uma cartinha de uma criança que era minha fã foi um dos momentos mais emocionantes. Comecei a compor msicas autorais e lancei recentemente um videoclipe de uma delas.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Não tive influência da família para buscar na música uma profissão. Mas as músicas que passei a conhecer através da minha família me fizeram descobrir o canto como atividade que mais satisfaz a minha alma. Deles, sempre tive apoio para buscar aquilo que eu quisesse. Mas o que me encorajou, de fato, foi a própria música. Foi a satisfação espiritual de poder deixar a alma fluir em sentimentos através do canto. Foi ver os olhinhos de quem me ouve brilhar também, naquela sintonia comigo. É a sincronia mágica que rola em cima do pa lco com os outros músicos. São sensações às vezes indecifráveis. É a magia da música mesmo.

A carreira de Erica Natuza: Sempre trabalhei por conta própria revendendo cosméticos. Hoje em dia, a minha dedicação vai mais para a música.

Referências musicais, ídolos e estilos: Minhas influências musicais são muitas. Mas se eu penso no que há de mais remoto, sem dúvida, me vem à cabeça o tempo de criança, quando eu ouvia fita cassete com o meu irmão. Eram coisas como Charlie Brown, rock internacional, racionais Mc's, Bob Marley, Natiruts. Minhas primeiras influências foram as músicas que meu pai ouvia e assobiava, como Tim Maia, Jorge Ben, Nika Costa; os discos da minha mãe – Cazuza, Michael Jackson, kid Abelha. Porém, acho que o que me despertou para cantar foram as coisas que eu ouvia e sentia nas músicas ouvidas pel o meu irmão. Eram letras muito fortes, cheias de sentimento, revolta, melodia, alma. Eu, como boa escorpiana, sempre me senti atraída por tudo o que há de mais visceral.

Preparação, desafios e aprendizado: O que mais tenho aprendido nesse processo todo de shows e gravações do ‘The Voice Brasil’ é a importância do controle emocional, dos pés no chão para aproveitar o agora e não viver apenas a expectativa do futuro. Tenho aprendido a importância de silenciar a mente. Tenho tido cada vez mais convicção de que o melhor caminho para tudo é agir com naturalidade, mirando no positivo, concentrando energia no melhorar-se.

 

Conheça os primeiros participantes do The Voice Brasil

Kevin Ndjana – Time Ivete

O paraibano de João Pessoa tem 24 anos e incendiou ao palco do programa ao som de “Uptown Funk”.

 

A relação com a música: Música sempre foi meu alimento de espírito. Tenho uma relação muito intrínseca, muito natural com ela desde a infância. Hoje trabalho com música, mas antes minhas experiências eram por lazer. Cantei no coral e no grupo de louvor das Igrejas que frequentei e das quais fui membro. Com o grupo da Igreja, cantei em eventos grandes, um deles no estádio Mané Garrincha, em Brasília. Cantei também em alguns trabalhos escolares e muito no chuveiro – esse eu canto até hoje, na verdade.  Vindo para João Pessoa, cantei no coral da minha universidade e em festiva is. Participei do Fepac, que acontece na própria universidade, que reúne grupos de canto coral de todo o país, inclusive internacionais. Hoje, minhas experiências musicais estão mais voltadas para o trabalho com a minha banda, a Classic Band. Cantamos em casamentos, formaturas, eventos corporativos, aniversários e pubs na capital da Paraíba, Campina Grande, no interior do estado e em outras cidades como Natal e Recife.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Minha mãe sempre me apoiou em crescer como pessoa e no que gosto de fazer. Quando tinha eventos importantes em que ia dançar, cantar, jogar futebol, ela ia me prestigiar. Sempre me incentivou a treinar canto, até quis me colocar em teatro, mas eu não fui. Também sempre tive muito apoio dos meus amigos que me diziam que eu tinha potencial para ir ao ‘The Voice Brasil’. Porém, eu não tentava, pois não tinha experiência.

A carreira de Kevin Ndjana: Além da música, estudo. Sou estudante de Arquivologia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Já servi ao Exército; já fui repositor em hipermercado; operador de telemarketing; estagiário. Mas no momento estudo e trabalho com música.

Referências musicais, ídolos e estilos: Minhas maiores referências musicais são Michael Jackson, Justin Timberlake, Neyo, Ed Motta, Djavan, Leonardo Gonçalves, Eli Soares e mais alguns. Meus estilos favoritos são RnB, Pop, Rock, Blues, Mowntown, Jazz, Soul, MPB e Eletrônica.

Preparação, desafios e aprendizado: Estou me preparando mais musicalmente, vocal e psicologicamente. Nunca tive muito acompanhamento profissional, então para o programa estou me preparando mais. Aprendendo sobre teoria musical, pois tenho desejo de aprender a tocar instrumentos como violão e teclado/piano. Vocalmente para aperfeiçoar técnicas e ter mais conforto ao cantar. E psicologicamente, pois o profissional é algo novo para mim, um terreno nunca pisado. Então, precisa de preparação para manter os nervos e emoções mais controlados, principalmente a adrenalina (risos).

Expectativa do sonho realizado: Estou muito animado e confiante com a participação no programa, pois trará mais visibilidade ao trabalho que faço aqui. As pessoas de todo país poderão conhecer a mim e a minha banda. É algo que almejamos há tempos. Estar no The Voice Brasil ainda parece um sonho. Não caiu a ficha. Me imaginava aqui em sonho, mas agora estou de verdade. Acompanho o programa desde o início e assisto aos de outros países também. Ser selecionado para essa edição está sendo surreal, principalmente por estar trabalhando com música há 1 ano e 10 meses. Então, sou mui to grato a Deus por essa oportunidade ímpar. Se não fosse ele, nada disso seria possível. Sou grato à minha família, amigos e colegas da banda. É um momento maravilhoso para nós!

 

Conheça os primeiros participantes do The Voice Brasil

Samara Souto – Time Teló

Ligada no sertanejo, a alagoana de 22 anos escolheu a msica “No Dia do Seu Casamento” para subir ao palco do TVB.

 

A relação com a música: Através dela, conheci alguns artistas que sempre admirei, pisei em palcos incríveis, onde sonho um dia cantar. Mas um dia especial foi a quinta-feira de carnaval de 2017, em Salvador, quando fiz uma participação e vi o tanto de gente vibrando por música no mesmo lugar. Chorei.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: A música sempre foi algo muito forte dentro da minha casa. Então, meus pais me inspiraram bastante. Eu não achava que seria cantora. Aconteceu de fato na minha adolescência. Aos 15 anos, comecei a gravar vídeos e, aos 16 anos, fiz parte da minha primeira dupla.

A carreira de Samara Souto: Já trabalhei com campanhas políticas. Panfletei muito em sinal. Depois fiquei só cantando. Hoje a música me leva a conhecer lugares e pessoas incríveis. Eu fotografo bastante, faço algumas campanhas e parcerias.

Referências musicais, ídolos e estilos: Sou uma cantora que gosta de estilos bem regionais. Por ser nordestina e ter morado em cinco cidades do Nordeste, tenho o forró impregnado na veia. Minha cultura sempre foi acompanhar os grandes grupos de forró, como Mastruz com Leite, Limão com Mel, Cavaleiros do Forró, Garota Safada. Gosto também de passear pelo sertanejo. Há várias letras que chamam atenção, então esses dois estilos musicais são bem especiais para mim.

Preparação, desafios e aprendizado: Um grande desafio, sem dúvida, é me manter ao máximo nesse programa que tem tanta gente talentosa. Para isso, estou dando o meu melhor a cada dia nos ensaios, me preparando ao máximo pra fazer bonito. Estou ansiosa também para começar a rodar em algumas cidades que, particularmente, eu amo. Hoje podemos testar muitas coisas antes de ir para a estrada. Quando se fala em repertório, por exemplo, eu costumo postar algumas músicas nas redes sociais para sentir a galera e saber a opinião dos seguidores. Estou ainda me preparando fisicamente - adoro treinar uma horinha por dia. Junto a isso, faço fono duas vezes na semana e estou muito feliz com os resultados que estou conseguindo alcançar, conhecendo muito mais a minha voz.

Expectativa do sonho realizado: É mais um sonho tomando força. O mais legal é estar no time do Teló.  Há alguns anos, eu falava ‘gente, no dia que eu for para o ‘The Voice Brasil’, escolho o Teló, mesmo que ele não me escolha’. Estou muito feliz e tenho certeza de que o programa abrirá grandes portas.

 

Conheça os primeiros participantes do The Voice Brasil

Cristiane Santos – Time Teló

Com 19 anos, a baiana de Sítio do Quinto, garantiu a participação no reality cantando “À Primeira Vista”.

 

A relação com a música: Digo que é uma forma de sair dessa realidade e ir para um canto especial descansar. Eu consigo experimentar vários sentimentos em apenas uma canção.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: O sonho do meu pai sempre foi ser músico, então, quando eu decidi e tudo foi se encaminhando para essa profissão, eu tive todo o apoio e dedicação dele.

A carreira de Cristiane Santos: Fiz teatro musical, participei de uma cia e também fiz curso de artes cênicas.

Referências musicais, ídolos e estilos: Posso dizer que o primeiro que vem a minha mente é Michael Jackson. Em questão de estilo, confesso que é difícil porque cada música me passa uma verdade diferente, então não tenho um “preferido”.

Preparação, desafios e aprendizado: O maior desafio é superar o medo de errar. Preciso aproveitar esse momento para isso.

Expectativa do sonho realizado: Espero passar a minha verdade para todos. Desejo que ela chegue aos corações de cada um. É um sonho e um desafio ao mesmo tempo.

 

Conheça os primeiros participantes do The Voice Brasil

Ally – Time Teló

Natural de Recife, Pernambuco, e com apenas 17 anos, Ally cantou “Dark Horse”.

 

A relação com a música: Música para mim é como combustível. Tudo o que eu faço, faço com música. Carrego meu fone de ouvido o dia todo e para todos os lugares. É a minha felicidade! Além de já ter participado do The Voice Kids, em 2016, fazia shows em festas familiares, casamentos, e até cheguei a sair do país pra cantar.

Por que seguir a carreira musical e suas influências: Quando eu era bem pequena, minha mãe me levava pra cantar nos corais da Igreja, me dava brinquedos de karaokê. Minha família toda, depois de ver que eu amava música, começou a me apoiar de todas as maneiras possíveis.

A carreira de Ally: Na verdade, ainda estou no início. Essa é a vida de uma menor de idade! (risos)

Referências musicais, ídolos e estilos: Eu tenho várias: as internacionais, como Jessie J, Beyoncé, Demi Lovato, Panic! At The Disco, Lady Gaga, Harry Styles. Dentro do cenário nacional, sou muito inspirada por Ivete, Maria Gadú, Nena Queiroga, Iza, Maria Rita, Elis Regina, Michel Teló, Marília Mendonça, Maiara e Maraisa, Gusttavo Lima, entre outros. Amo ouvir pop internacional e sertanejo. São os dois estilos predominantes nas minhas playlists.

Preparação, desafios e aprendizado: A preparação é uma coisa bem maluca se combinada com o nervosismo para a competição, mas, graças a Deus, tudo está indo conforme o planejado. Tenho amigos e família ao meu lado e sei que qualquer desafio que eu venha a encarar vou superar, principalmente com a ajuda dos meus pais, meus anjos da guarda.

Expectativa do sonho realizado: Com o programa espero poder mostrar ao Brasil quem eu sou, o que sei e amo fazer. Espero inspirar pessoas a fazer o mesmo, assim como fui inspirada por vários outros. É um sonho realizado poder cantar para tanta gente e viver essa experiência mais uma vez. Descrevo o ‘The Voice’ como “fábrica de sonhos”. Estou ansiosa para saber a reação do público.







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