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03/03/2013 | 16h04m - Publicado por: Anna Bittencourt/ Pop Tevê para O Fuxico | Foto: Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias

Daniel Torres, de Pé na Cova: 'Sempre fui uma criança estranha'

Ator comemora 10 anos de carreira

Daniel Torres, de Pé na Cova: 'Sempre fui uma criança estranha' - Jorge Rodrigues Jorge/Carta Z Notícias

Se não fosse a cara de menino, com o sorriso fácil e a cabeça fervilhando de planos, seria fácil duvidar que Daniel Torres, o Alessanderson de Pé na Cova, tem apenas 19 anos. Não foi somente o trabalho desde os nove anos de idade que despertou antecipadamente a maturidade do ator.

"Sempre fui uma criança estranha. Quase um adulto antes da hora", brinca.

Para ele, isso é um ponto positivo em sua personalidade e acabou o levando para seu quinto projeto na Globo em nove anos.

"Se não fosse tão responsável, não estaria onde estou hoje", acredita.

Durante a preparação para fazer o filho de Ruço, de Miguel Falabella, Daniel visitou o Cemitério de Irajá. Isso porque a história se passa dentro da F.U.I., a Funerária Unidos do Irajá. Para aprender a lidar com a morte com naturalidade, a conversa com um coveiro foi fundamental.

"O que ele falou serviu de inspiração", revela o ator, que aproveita para complementar que, com Pé na Cova, tem aprendido a ver a morte de outra forma.

"A morte é apenas o fim da vida. Só temos de nos acostumar com ela", filosofa.

Para achar o tom certo da personalidade de Alessanderson, Daniel assistiu a muitas propagandas políticas, já que o personagem quer entrar para o ramo.

"Ele não tem escrúpulos e não se importa em mentir, exatamente como uns e outros que vi no horário eleitoral", lamenta.

Pé na Cova é o quarto trabalho do ator com Miguel Falabella. Para Daniel, a repetição é benéfica.

"Já conheço a maneira que ele escreve e isso facilita bastante", afirma e completa que não será um problema quando tiver de trabalhar com outro autor.

Antes do programa semanal, Daniel atuou nas novelas A Lua Me Disse e Aquele Beijo e no humorístico Toma Lá, Dá Cá, todas as produções escritas por Falabella. Ele, inclusive, destaca Adônis, seu papel no humorístico, como o mais marcante de sua carreira. Para o ator, sua semelhança com o personagem foi o fator mais difícil na hora da composição do filho de Celinha, de Adriana Esteves, e Arnaldo, interpretado por Diogo Vilela.

"Ele era o contraponto da família. Mesmo sendo o mais novo, era o avô de todos", analisa.

Outro ponto positivo em trabalhar com Falabella, segundo Daniel, é ter a chance de estar ao lado de grandes nomes da tevê brasileira, como Arlete Salles e Marília Pêra.

"Eu vejo como elas fazem e absorvo alguma coisa. Enriquece meu trabalho e ajuda para que eu me pareça com elas algum dia", almeja.  

Quando criança, Daniel nunca planejou ser ator, mas era figurinha fácil nas aulas extras propostas por sua escola, no Rio de Janeiro, cidade onde nasceu. Em uma dessas atividades extracurriculares, participou de uma aula experimental de teatro. Gostou tanto do clima, que pediu que a mãe o matriculasse em um curso voltado para montagem de peças teatrais e entrou em uma agência.

"A partir daí, as coisas foram acontecendo", relembra.

O primeiro trabalho profissional foi no teatro, em Tistu, O Menino do Dedo Verde. O sucesso da peça levou o ator para o teste de O Pequeno Alquimista, especial de final de ano da Globo exibido em 2004, seu primeiro trabalho na emissora.

Para entender melhor a profissão, Daniel resolveu cursar Cinema na faculdade.

"Acho que é um processo importante saber o que acontece atrás das câmaras", explica.

Apesar de estudar matérias referentes à produção de roteiro, o ator descarta virar roteirista no futuro.

"É necessário ter uma genialidade para criar histórias... Não acredito que eu tenha", lamenta.

No entanto, pretende dirigir alguma obra daqui a algum tempo.

"Eu gosto de imagem, fotografia, atuação. E ser diretor é uma função que engloba tudo isso", define.

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📷: Divulgação/Record TV

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