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10/02/2006 | 15h46m - Publicado por: Flavia Almeida | Foto: Gabriela Andrade

Débora Falabella quer marcar época com uma nova Sinhá Moça

Débora Falabella quer marcar época com uma nova Sinhá Moça - Gabriela Andrade

Parte do elenco da novela Sinhá Moça, sucessora de Alma Gêmea na faixa das seis da Globo, se reuniu no Projac, no Rio, na manhã desta sexta-feira, dia 10, para gravar uma das cenas da trama de Benedito Ruy Barbosa, que estréia a 13 de março. Débora Falabella, Patrícia Pillar, Osmar Prado, Danton Mello e Zezé Motta foram alguns dos atores que participaram da gravação.

A cena consiste na visita de Rodolfo (Danton Mello) à casa do Barão de Araruna (Osmar Prado), pai de Sinhá Moça (Débora Falabella). O rapaz faz tal cortesia, a fim de agradar o pai de sua amada. Mas, nada sai como o esperado.

Rodolfo acredita que, se passar a maior parte do tempo ao lado do Barão, irá conquistá-lo, fato que deixa Sinhá Moça muito irritada. A jovem se cansa de vê-lo ao lado de seu pai e vai queixar-se com a mãe, Cândida (Patrícia Pillar) e a babá (Zezé Motta).

A novela é um remake da versão original de Sinhá Moça, que foi exibida em 1986, protagonizada por Lucélia Santos.

Antes de entrar em cena, Débora, como sempre muito simpática, atendeu à imprensa e confessou que não assistiu à versão original, por uma questão de estratégia: “Não assisti à primeira versão e acho bom, para que eu não possa fazer comparações. Até mesmo para não desvirtuar o que me proponho a fazer”, revela Débora a OFuxico.

“Sei que Sinhá Moça foi um sucesso nos anos 1980, mas o remake deve exatamente encarar as sutilezas dos personagens de uma maneira diferente da que já existiu. Resolvi fazer a Sinhá Moça, como se não tivesse existido a primeira versão. Não quis buscar referências nem copiar o que já foi feito”, completa.

Esta será a segunda produção de época que Débora Falabella participa. Sobre esse fato, a atriz comenta as diferenças de valores em relação aos dias atuais. “Estou adorando fazer minha segundo novela de época. Estamos uma época muito distante daquela em que a história aconteceu. As pessoas diziam o que realmente sentiam, tinham tempo para tudo e mais calma. Coisas que faltam nos dias atuais”, compara Débora.

Para protagonizar a trama, a jovem atriz precisou encarar mudanças no visual. O cabelo curto deu lugar a longas madeixas, o que não foi considerado nenhum problema para ela.

“Adorei! Gostei muito do novo visual, mas demorei a me acostumar. Só tive cabelo cumprido aos 14 anos, e achei estranhísimo. A minha personagem usa muito o cabelo preso, raramente ela solta”.

Sobre o figurino, Débora revela: “Eu vou totalmente calças jeans e tênis. Mas, naquele tempo, as mulheres eram muito mais femininas e tinham mais sutilezas”.

Patrícia Pillar, que participou da versão original como Ana do Véu, também atua no remake. Mas agora em outra personagem, Cândida. “Fiz a primeira versão e agora estou tendo um outro olhar sobre a mesma obra”, conta a atriz, que ainda revela detalhes de sua personagem.

“Cândida é casada com o Barão de Araruna e não questiona em relação aos escravos. Ela se acostumou com aquela realidade e começa a mudar, depois que percebe a visão libertária de sua filha (Sinhá Moça). A Cândida tem uma relação conturbada com o marido e guarda uma vontade arrebatora de se libertar. Naquela época, os homens tratavam as mulheres como santas, e Cândida queria algo mais quente”, analisa Patrícia Pillar.

Questionada sobre a preparação de sua personagem, Patrícia revela: “Fiz aula de balé, para ter postura. Além disso, fiz aulas de etiqueta, para aprender a comer e a servir a mesa como naquela época. Li o livro Casa Grande e Senzala. Mas, de tudo, gostaria de continuar fazendo aulas de balé, porque eu adorei”, conclui a atriz.

Osmar Prado, que vive o rude Barão de Araruna, acredita que sua atuação seja uma homenagem ao primeiro intérprete do personagem que irá viver na trama.

“Estou prestando uma homenagem a Rubens de Falco, que foi o primeiro intérprete do Barão”, diz o ator, que explica ainda seu personagem:

“Ele era um escravagista que tinha o poder, e era praticamente o dono da cidade de Araruna. Como produtor de café, precisa que se mantenha a escravidão. Ele achava que, se o governo abolisse, todos  iriam à falência, inclusive ele”.

Como o Barão é considerado um carrasco, Osmar Prado explica e sai em defesa de seu personagem. “Ele é poder, foi criado para isso. Você acha que o Bush é mau? Ele apenas defende os interesses dele, assim como o Barão de Araruna”, finaliza.

 

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