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29/07/2013 | 17h04m - Publicado por: Anna Bittencourt/PopTevê para O Fuxico | Foto: Jorge Rodrigues Jorge/ Carta Z Noticias

Emílio Dantas é autodidata tanto na música como na atuação

Ator acumula funções nas duas áreas

Emílio Dantas é autodidata tanto na música como na atuação - Jorge Rodrigues Jorge/ Carta Z Noticias

Na mais recente safra de novos artistas, não é raro encontrar profissionais polivalentes. Para abraçar o mercado de ponta a ponta, eles precisam saber de tudo um pouco. É um cantor que atua, um ator que dança ou ainda um terceiro que acumula todas as funções. Com Emílio Dantas não é diferente. Embora nunca tenha estudado música ou atuação, o intérprete de Benito em Dona Xepa já se aventurou profissionalmente nas duas frentes. O primeiro contato com a música foi aos 15 anos.

"Uma namorada me avisou dos testes para a banda do irmão dela. Eu fui lá, cantei e gostaram. Assim nasceu a Mulher do Padre", lembra, dizendo que o grupo formado na adolescência durou oito anos, encarou uma mudança de nome e passou a se chamar Patuvê. 

Antes de entrar na primeira banda, o ator já havia aprendido a tocar vários instrumentos.

"O primeiro que ganhei foi um baixo, da minha avó. Achava muito charmoso, mas logo cansei do som que ele fazia sozinho", lamenta.

Com a base aprendida de forma autodidata no baixo, Emílio logo passou para o violão, uma de suas maiores paixões.

"Comprava várias revistas de violão na banca de jornal e ia tirando as músicas sozinho", gaba-se, aos risos.

Nessa época, na década de 90, sua maior influência vinha da msica brasileira.

"Ouvia Raul Seixas o dia inteiro. Viajava nas letras dele", relembra.

Até então, a inspiração era apenas um compositor, mas hoje as coisas são diferentes.

"Ouço de tudo. Não tem nada que eu não escute", conta, dizendo que sua playlist vai da dupla sertaneja Bruno & Marrone à banda de blues rock Alabama Shakes. 

As namoradas do ator sempre foram grandes incentivadoras de sua vida artística. Se uma o levou para a banda que cantou durante toda sua adolescência, outra aproximou sua relação com os instrumentos musicais.

"Ela frequentava a Igreja Católica e me chamou para tocar na banda da igreja", afirma.

Foi assim que Emílio se apaixonou pelo saxofone.

"Frequentava a missa para ter onde tocar. O padre ficava apreensivo porque eu dava umas improvisadas no meio da msica", diverte-se. 

A facilidade que Emílio tem para as artes não se resume só à música. Além de nunca ter feito aulas para cantar ou para aprender a tocar os instrumentos que gosta, ele também nunca frequentou cursos de interpretação.

"Sou um curioso. Nunca estudei nada", brinca, antes de relembrar seu primeiro trabalho como ator.

"Comecei no teatro de uma forma muito inusitada", entrega.

Em 2006, foi fazer um teste para cantar na peça Aldeia dos Ventos, dirigida pelo músico Oswaldo Montenegro.

"Depois de me aprovar como cantor, ele pediu para que eu lesse o texto do protagonista. Eu li todo errado, mas ele gostou e eu também", comemora.

Com a descoberta de uma nova função, o ator decidiu mergulhar de cabeça na profissão.

"Existe uma grande diferença entre música e atuação. Uma dá dinheiro e a outra não", garante, às gargalhadas.

Com trabalhos no teatro e no cinema como nos longas Léo e Bia e Teus Olhos Meus –, Emílio decidiu se dedicar à televisão e se inscreveu na Oficina de Atores da Record.

"Aprendi muito e abriu as portas para todos os meus trabalhos na casa", enfatiza.

Após atuar em Sansão e Dalila e Máscaras, o ator encara seu terceiro trabalho seguido na emissora.

"Estou amando! Fazer o mocinho é muito mais difícil do que eu imaginava", confessa.

Na trama de Gustavo Reiz, Benito sofre nas mãos de sua amada, Rosália, interpretada por Thaís Fersoza.

"O bonzinho sofre ação dos vilões o tempo inteiro. E, por isso, é difícil criar alguma coisa", observa.

Apesar de ter o tempo corrido devido às gravações de Dona Xepa, o ator afirma que procura encontrar uma brecha para juntar os amigos, cantar e tocar violão.

"E também gosto de fazer um som sonzinho. Chego em casa e vou para a varanda relaxar e tocar violão", assume.

Quando está em um clima menos melancólico e não tem companhia, Emílio confessa que tem um vício: o vídeo game. Com instrumentos como guitarra, microfone e bateria que fazem parte de um jogo de msica, o ator se distrai.

"Se deixar, jogo umas quatro horas seguidas", afirma.

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