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Por: Gabriel Sobreira/ PopTevê para O Fuxico | Foto: Luiza Dantas/ Carta Z Notícias | 03/11/2012 10:03:53

Flávia Alessandra usa fotos do pai militar no cenário de Salve Jorge

O pai da atriz foi militar, assim como sua personagem na novela das nove

Flávia Alessandra usa fotos do pai militar no cenário de Salve Jorge - Luiza Dantas/ Carta Z Notícias

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Contracenar com pessoas exige trato. E com animais também. É essa a experiência que Flávia Alessandra está aprendendo a cada sequência de sua personagem em Salve Jorge, da Globo. Na trama, assinada por Glória Perez, a atriz vive Érica, uma ética veterinária do regimento militar que, além dos amigos humanos, tem um contato próximo com diversos animais, especialmente os cavalos.

"Gosto de animais. A vida inteira tive, e tenho, mas todos pequeninos. Cheguei a pegar amizade com um dos cavalos, o Sereno, que é o que eu mais ficava. Um fofo", conta, aos risos.

Segundo ela, essa relação com o novo parceiro de sequências nem sempre é tão harmoniosa. Aliás, esse jogo cênico tem sido uma adaptação para todos os envolvidos. Por exemplo, já aconteceu várias vezes de ela estar perto de um cavalo e, de repente, uma virada dele é uma cabeçada na atriz.

"Ou tem cena da gente andando a cavalo e falando o texto, e isso é muito difícil porque eles querem dar uma aceleradinha, mas tem de ir mais lento para caber o texto", diverte-se, entre risos.

Mas, a história da personagem vai muito além da relação com seus ilustres pacientes. Érica é apaixonada pelo capitão da cavalaria Théo, vivido por Rodrigo Lombardi, que por sua vez ama Morena, interpretada por Nanda Costa. Para Flávia, sua personagem não deixará barato o fato de ter sido trocada por outra e fará o possível para reconquistar o coração do mocinho da trama. O que, para a atriz, isso não significa que a personagem passe a flertar com a vilania, mas a usar as armas honestas que tem para defender o seu amor.

"Torço para que ela fique com o Théo. O Schechtman disse: 'É uma incógnita. A novela é obra aberta e a gente tem de ter duas guerreando: a loura e a morena'. E eu falei: 'Então, vambora!'", destaca, entre risos, referindo-se ao diretor do folhetim, Marcos Schechtman.

OFuxico - Em seus trabalhos, você sempre procura fazer uma pesquisa bem profunda do universo dos seus personagens. Como foi sua preparação para essa militar em "Salve Jorge"?

Flávia Alessandra - Primeiro fomos para a AMAN (Academia Militar das Agulhas Negras), em Resende, município do Rio de Janeiro. Foram seis dias lá. Ficamos também indo ao regimento Andrade Neves, no bairro de Deodoro, na Zona Norte do Rio, onde também gravamos. Esse tempo que passamos lá, já está tudo automatizado – posição, continência, quando parar e sair de sentido. Acaba que o Schechtman tira mais as dvidas. Ele pergunta: 'Pode estar assim?'. E a gente vai respondendo: 'Pode, pode!' (risos).

OF - Esse universo militar não é tão distante para você, que é filha de um comandante de navio da Marinha Mercante. Qual a importância desse conhecimento prévio na sua composição? De alguma forma você leva também essa memória afetiva para cena?

FA - Ajudou bastante. Durante as férias escolares, a gente viajava muito com ele. Essas regras militares também existem dentro de um navio. E dentro de casa, o meu pai tentava levar um pouco disso também (risos). Além disso, tenho fotos do meu pai uniformizado, no cenário, como se fosse o pai da Érica, além de foto do casamento dos meus pais. Então, de alguma forma, eles estão abençoando lá no meu cenário. Achei muito fofo.

OF - Nesses 23 anos de carreira na tevê, qual papel você acredita que foi mais marcante na sua trajetória?

FA -  Foi a Dorothy, de A Indomada. Foi a primeira vez em que as pessoas passaram a me ver como atriz, onde eu construí uma personagem totalmente diferente do que eu fazia, do que eu era. Certamente foi ela.

OF - Você se destaca por ter no currículo personagens bem versáteis. Desde a tímida Dorothy, de A Indomada, de 1997; passando pela vilã Cristina de Alma Gêmea, em 2005; a recatada enfermeira e desinibida dançarina Alzira de Duas Caras, em 2007; e a humana e a robô Naomi de Morde & Assopra, em 2011, entre outras. Como você analisa a sequência de papéis?

FA -  Confesso que estou mal acostumada. Tenho dado muita sorte, dos meus últimos trabalhos para cá. Porque todos foram personagens fortes, marcantes e, é claro, aí vem o desafio. Quando um personagem novo chega, eu penso: 'caramba, será que vou conseguir fazer desse também algo marcante ou inesquecível como foram os últimos? Tomara!' (risos).

Flávia Alessandra grava entrevista com Xuxa
Flávia Alessandra grava no Complexo do Alemão cenográfico


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