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17/03/2013 | 19h03m - Publicado por: Marcio Maio/ Pop Tevê para O Fuxico | Foto: Jorge Rodrigues Jorge/Luiza Dantas/ Carta Z Notícias

Igor Rickli esbanja autoconfiança em sua estreia na TV

Ator disse que não usou ninguém para criar personagem

Igor Rickli esbanja autoconfiança em sua estreia na TV - Jorge Rodrigues Jorge/Luiza Dantas/ Carta Z Notícias

Estrear na tevê normalmente provoca nervosismo e até medo. Mas Igor Rickli garante estar tranquilo ao ver suas primeiras cenas como o vilão Alberto, de Flor do Caribe, da Globo. Depois de 11 anos estudando interpretação e há quatro trabalhando com teatro no Rio, o ator acredita que pode recorrer à sua bagagem teórica nas sequências mais complicadas.

"Algumas pessoas se surpreendem e até me questiono se eu deveria estar mais nervoso. Mas, sinceramente, não estou. Esperei muito para que esse momento chegasse e, agora, quero mais é me dedicar e curtir", explica. 

Na trama, Alberto trai o amigo de infância Cassiano, personagem de Henri Castelli, para tentar conquistar o amor de Ester, vivida por Grazi Massafera. Uma situação que Igor garante já ter visto acontecer com outras pessoas.

Igor Rickli esbanja autoconfiança ao estrear na tevê  em Flor do Caribe"Tem gente capaz de fazer qualquer coisa para conseguir o que quer", opina, mencionando em seguida que pretende fazer de tudo para que seu vilão ganhe as graças dos telespectadores.

"Tudo pode acontecer ali. No fundo, quero que percebam a motivação dele. É claro que suas atitudes são condenáveis, mas o tempo pode redimi-lo", aposta. 

O Fuxico: Esse é seu primeiro trabalho na televisão. Chegou a se basear em alguma história ou buscar referências para construir o seu personagem?

Igor Rickli: Não me baseei em nada, a não ser no que é realmente a história. Meu processo de trabalho tem sido outro. Prefiro acreditar que o Alberto existe, então quis saber quem é esse cara. De onde ele veio, em que dia ele nasceu, o que aconteceu? Criei uma vida para o Alberto. Não achei legal me basear em alguém porque cada indivíduo tem um objetivo, não dá para ficar usando traços externos.

OF: Hoje, os vilões são personagens que, algumas vezes, caem no gosto público. Como encarou a ideia de estrear em novelas como um vilão?

IR: É quase ganhar dobrado na loteria, considero uma grande sorte. É um tipo de personagem onde posso exercer meu trabalho de ator com amplitude, com uma cartela de emoções. Tem sido muito bom para o meu crescimento. Aprendo bastante com o Jayme Monjardim (diretor), então consigo me sentir mais seguro. Mesmo sabendo da responsabilidade e do tamanho desse papel. Assim que eu soube o que era e comecei a ler o texto, vi que poderia ser difícil para brincar mais. Exige muito do ator. Mas eu estou muito confiante. Acho que esperei muito tempo por isso, me preparei, estudei e fiz milhões de cursos. Não tenho tanta prática, mas me sinto preparado para executar isso nesse momento de vida.

OF: Pela história, você acha que o público pode torcer pelo seu personagem?

IR: Bom, o que eu mais quero é que isso aconteça. Minha maior vontade é que as pessoas entendam suas motivações. Estou fazendo o papel de advogado do Diabo, defendendo mesmo esse cara com muito empenho. Não quer dizer que eu aprove as atitudes dele, porque de fato eu não concordo com o que ele faz. Mas vou defendê-lo, sim, e espero que caia no gosto popular.

OF: Como surgiu a oportunidade de integrar o elenco da novela?

IR: Tudo começou a partir de uma peça que eu fazia, chamada Judy Garland – O Fim do Arco-Íris. O Jayme foi assistir com o Manoel Carlos e, dali, fui chamado para fazer o filme do Monjardim, O Tempo e o Vento, onde eu interpreto o Bolívar. Desse filme, Jayme me chamou para a novela. Foi uma alegria absurda quando me ligou dizendo: “Eu quero que você faça o grande vilão da trama”. Nem acreditei. Na hora, respondi: Pode ser. Fiquei meio sem fala, sem reação. Não acreditava naquilo.

OF: Está preparado para lidar com possíveis críticas?

IR: Olha, eu não quero nem imaginar o que vai ser quando rolar uma crítica. Sou muito apegado. Faço tudo com muito amor. E nesse trabalho mais ainda. Eu quero que as pessoas gostem disso, então não sei se eu vou lidar bem com críticas negativas. Mas pretendo ouvi-las e tentar corrigir o que eu puder. A verdade é que sempre dá para melhorar. Mas tenho a impressão de que vai dar tudo certo.

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