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08/12/2010 | 15h07m - Publicado por: Juliana Moraes | Foto: Rodrigo Rosa

Integrantes do Fresno se revoltam com comparações ao Restart

Lucas Silveira e Rodrigo Tavares comentam que querem se inserir no cenário rock

Integrantes do Fresno se revoltam com comparações ao Restart - Rodrigo Rosa

“Não sou do Restart: tenho 28 anos e sou grisalho!”, dispara Rodrigo Tavares, baixista da banda Fresno, em entrevista à Revista Rolling Stone Brasil de dezembro, que chega às bancas na quinta-feira (9).

Na entrevista, os integrantes do Fresno deixam claro que querem se consolidar no cenário rock do Brasil e mostram-se cansados com o rótulo de banda Emo que recebem. Os gaúchos estão em busca de reconhecimento por suas músicas e querem diminuir o preconceito de parte do público.

O vocalista Lucas Silveira e o baixista Tavares querem mostrar que não são uma banda de rock pré-fabricada, como vem acontecendo no cenário musical. Essa iniciativa começou com o lançamento do 5º disco, Revanche, no qual os músicos, com a produção de Rick Bonadio, mostraram-se mais amadurecidos, apesar de soarem amargurados com o atual cenário do rock nacional: “Os jovens sonham em ser o Justin Bieber, em vez de sonhar em ser o Axl (Rose, do Guns’n Roses)”, define o baixista.

Já Lucas, em tom  de deboche, faz questão de frisar que se incomoda ser comparado a outras bandas coloridas do momento: “Dia desses chegou um cara no supermercado perguntando se eu era irmão de um músico. Eu disse que sim. ‘Legal a banda do seu irmão, como é o nome mesmo? Restart?’”, desabafa o vocalista, mas Tavares se mostra mais irritado ainda com a comparação: “P***, eu não faço coraçãozinho, não mando beijo para ninguém. No microfone, não chamo ninguém de meu amor”, disse Tavares.

Mas, apesar dos aborrecimentos, a banda tem consciência que ao assinar contrato com Bonadio e incluir hits românticos, de certa forma contribuiu para a impopularidade entre o público rock: “Tu acha aquele sucesso tão legal que esquece que talvez aquela música não tenha muito a ver, que aquele não era o single que tu queria. Um ano depois, vê o resultado e a galera no show reclamando que tem gente pulando”, lamenta Lucas.

Mas a entrevista foi além e o baixista comentou sobre a legalização da maconha e sobre seu início na banda:

“No ônibus não se podia fumar, não podia beber. Eu cheguei cheio de problema, cheio de remédio, cheio de maconha. Eu passava a imagem do louco, mas com o tempo isso foi se moldando, emparelhou à loucura de todos, com uma vantagem para o Vavo, que ainda é o mais santo [...] Seu eu levantasse a bandeira da maconha no Brasil estaria fudido, porque sou da Fresno. O D2 pode, eu não posso. Mas eu queria muito levantar, se não fosse ser preso.”

 

 

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