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24/09/2017 | 10h30m - Publicado por: OFuxico | Foto: Divulgação/Globo

O tempo de amar conta a história de um amor arrebatador

A nova novela das 18h00

O tempo de amar conta a história de um amor arrebatador - Divulgação/Globo

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“Tempo de Amar”, rege a vida humana, muitas vezes determinando o rumo dos acontecimentos, moldando encontros e desencontros. “Amor”,  que está acima de tudo que é lógico, percorre distâncias, motiva loucuras e desafia a finitude dos dias. O tempo de amar é agora e é para sempre. Um amor que arrebata duas pessoas e que enfrentará diversas barreiras é o fio condutor da trama da próxima novela das 18h, Tempo de Amar, de Alcides Nogueira, com direção artística de Jayme Monjardim. Os olhares de Maria Vitória (Vitória Strada) e Inácio (Bruno Cabrerizo) se encontram nas festividades da Semana Santa, na fictícia aldeia Morros Verdes, em Portugal, que parece parada no tempo, apesar das mudanças que aconteceram em todo o mundo após o fim da Primeira Guerra Mundial. Ela, a filha do influente produtor de vinho e azeite José Augusto Correia Guedes (Tony Ramos), o dono da famosa Quinta da Carrasqueira. Ele, um rapaz simples de Sobreiro, vilarejo vizinho, que mora com a tia Henriqueta (Nívea Maria), vive de trabalhos temporários, como a colheita das uvas, e leva uma vida pacata. Apaixonado, Inácio não medirá esforços para lutar pelo amor de Maria Vitória.

 A trama parte de um argumento original de Rubem Fonseca, um dos mais importantes escritores brasileiros, em parceria com a filha, Bia Corrêa do Lago. A saga dos protagonistas é inspirada na aventura real da avó do escritor, que saiu de Portugal deixando a filha pequena – mãe de Rubem – com seus pais para encontrar seu grande amor. Ele havia se mudado para o Brasil a trabalho e, em um determinado momento, parou de enviar suas cartas. A história foi, então, ficcionada por Alcides Nogueira. 

Portugal, 1927 – Ao redor da Quinta da Carrasqueira
A Quinta da Carrasqueira é a principal propriedade da fictícia aldeia de Morros Verdes. É de lá que saem as uvas e as azeitonas que José Augusto Correia Guedes, o homem mais influente e poderoso da região, usa na fabricação de seus vinhos e azeites. Ele é pai de Maria Vitória e mantém com a filha uma boa relação, taxada por alguns de “uma educação sem rédeas”. Apesar da época e de fazer parte da aristocracia portuguesa, José Augusto escuta os desejos da filha e a incentiva em seus sonhos, transformando-a numa jovem determinada e corajosa. Viúvo há muitos anos, ele a criou com a ajuda da governanta Delfina (Letícia Sabatella), filha de uma prostituta e pai desconhecido, que foi morar na Quinta da Carrasqueira ainda na adolescência para cuidar dos porcos. Muito esperta e ambiciosa, chegou ao posto de governanta e dividiu com o patrão a responsabilidade na criação de Maria Vitória.

Delfina é amante de José Augusto há muitos anos, antes mesmo do casamento dele com Mafalda, mãe de Maria Vitória. Fruto desse romance proibido, Tereza (Olívia Torres) acha que José Augusto é seu padrinho e Maria Vitória, sua melhor amiga. Mas Delfina já traçou outro destino para a vida da filha, mesmo sabendo que todas as tentativas para que José Augusto perfilhe a jovem tenham sido frustradas.

A Quinta da Carrasqueira faz parte também dos planos do jovem Fernão Moniz (Jayme Matarazzo), filho do médico da aldeia, Dr. Álvaro Moniz (Odilon Wagner). Fernão acaba de voltar para Morros Verdes após se formar em Medicina em Coimbra, Portugal, e está certo de que será o futuro esposo de Maria Vitória e, consequentemente, o próximo mandachuva da propriedade. Mas a jovem não leva a sério a promessa de se casar com Fernão.

Em Sobreiro, vilarejo vizinho a Morros Verdes, mora o jovem Inácio Ramos. Ele vive de trabalhos temporários, como a colheita das uvas, e tem como hobbies tocar bandolim e desenhar. Ele vive com a tia Henriqueta (Nívea Maria), uma doceira de mão cheia que criou o sobrinho após a morte de seu irmão e sua cunhada. O jovem nunca poderia imaginar que a propriedade de José Augusto estaria em seu destino também ao se apaixonar pela filha do proprietário.

O encontro
Durante as festividades da Semana Santa, toda a população de Morros Verdes sai às ruas para acompanhar a procissão. E é lá que os olhares de Maria Vitória e Inácio se encontram pela primeira vez. Distraído pelo amor que o arrebatou, Inácio tropeça e quase deixa cair o caixão do Senhor Morto, que ajudava a carregar. José Augusto e Fernão logo reprimem o desajeitado pelo incidente. Maria Vitória, já encantada pelo moço de olhos verdes, o defende.

Após a procissão, a jovem avisa ao pai que não seguirá com ele para casa, com o intuito de encontrar o belo rapaz. Ela e Inácio conversam pela primeira vez e os encontros passam a ser constantes, aumentando a paixão. Até que se beijam e ela o convida para sua festa de 18 anos, um grande baile na Quinta da Carrasqueira.

A festa de Maria Vitória
A festa de aniversário de Maria Vitória é um acontecimento na aldeia, e Fernão escolhe esta data para pedir a mão da jovem em casamento. Além de não aceitar que é prometida do amigo de infância, está completamente apaixonada por Inácio. José Augusto, apesar de fazer gosto do relacionamento com o médico recém-formado, não obriga a filha a seguir um caminho que ela não deseja. Maria Vitória nega o pedido de casamento, despertando a ira de Fernão, preterido por um camponês.

Empecilhos não faltam
O namoro de Maria Vitória e Inácio segue à revelia da família da jovem e em meio a inúmeros obstáculos. Fernão Não se conforma que a paixão De sua amada por um camponês tenha mudado seus planos e passa a persegui-lo. Em um ataque de fúria, o médico invade a casa de Henriqueta e estraga todos os doces que ela havia preparado para uma grande encomenda. Em outra crise de ciúmes, atira contra Inácio, mas não consegue feri-lo.

Outro acontecimento muda o destino do romance dos protagonistas. Antes de conhecer Maria Vitória, Inácio havia aceitado uma proposta de trabalho no Brasil. Por intermédio de Maria Vitória, ele até chega a trabalhar na Quinta da Carrasqueira no período da colheita das uvas, mas é algo temporário. Ele sonha em fazer sua vida do outro lado do Atlântico e consegue um emprego no país. O dono do Empório São Mateus da Lapa, Geraldo (Jackson Antunes), envia uma passagem para que o rapaz embarque rumo ao Brasil. Na véspera da viagem, os dois se entregam à paixão. O casal troca juras de amor e promete lutar pelo reencontro custe o que custar.

A gravidez de Maria Vitória e o convento
Maria Vitória leva sua vida normalmente em Morros Verdes após a partida do amado, mas segue contando os dias para revê-lo. Algum tempo depois da viagem de Inácio, ela começa a se sentir indisposta e Delfina percebe que ela está esperando um bebê. Ardilosa, a governanta enxerga nesse fato a possibilidade de colocar pai contra filha e, finalmente, conseguir que ele reconheça Tereza (Olívia Torres) como uma legítima Correia Guedes. 

Maria Vitória escreve para Inácio com a notícia de que está esperando um filho dele. E guarda a sete chaves a foto do amado em frente ao Pão de Açúcar que recebeu junto à primeira correspondência do Brasil. Ela resolve contar para o pai que ele será avô. Mas, extremamente conservador, membro da aristocracia portuguesa, ele não esconde sua decepção. A solução encontrada por ele, com a ajuda de Padre João (José Augusto Branco), é enviar Maria Vitória para um convento. À época, em Portugal, os conventos estavam proibidos, mas resistiam clandestinamente.

A jovem tenta fugir, pedindo ajuda a Henriqueta, mas uma artimanha de Delfina faz com que ela volte para a Quinta e seja imediatamente levada ao convento. É lá que ela passa o período da gravidez até dar à luz uma menina que ganha o nome Mariana, em homenagem à avó paterna. Nos primeiros dias, as irmãs do convento trazem a recém-nascida para que a mãe a alimente com leite materno. A Irmã Assunção (Yasmim Gomlevsky), que foi parar ali em uma situação semelhante, faz companhia a Maria Vitória e escuta as angústias da jovem. Depois de alguns dias amamentando sua filha, Maria Vitória percebe uma movimentação diferente no convento e descobre que Mariana foi dada para adoção e levada por um casal.

Enquanto isso, no Brasil...
Inácio está trabalhando no Empório São Mateus da Lapa, propriedade de Geraldo, que está muito satisfeito com o carisma e o comprometimento do português. A freguesia do empório também fica encantada com o jovem recém-chegado. Feliz em seu novo trabalho, Inácio só pensa em voltar para os braços de Maria Vitória, como combinaram. Mas, ao receber a carta informando que será pai, decide retornar à sua terra natal com urgência.

Geraldo, entendendo a ansiedade de Inácio, promete ajudá-lo. Avisa que ele pode comprar a passagem de navio para Portugal, pois será seu presente de casamento. Mas diz que, antes de viajar, precisa que o funcionário faça um último trabalho. Ele pede que o rapaz vá até São Vital, cidade vizinha, pagar um de seus fornecedores.

Tudo muda para Inácio
Feliz com a proximidade do encontro com Maria Vitória, Inácio  segue em seu último serviço no Brasil. Mas, no caminho para São Vital, é assaltado e espancado. O criminoso foge e o deixa desmaiado à beira da estrada. Quem salva Inácio é Lucinda (Andreia Horta), uma jovem reclusa que foi abandonada pelo noivo e se sente culpada pelo acidente que matou sua mãe. Ela voltava de carro de uma rara visita à casa da tia Emília (Françoise Forton), no Rio de Janeiro, quando viu o rapaz estendido no chão.

Filha de um médico renomado, Reinaldo Macedo (Cassio Gabus Mendes), ela conta com a ajuda do pai para cuidar do rapaz que permanece desacordado durante algum tempo. Quando Inácio acorda, descobre que está cego. Lucinda passa, então, a alimentar uma esperança de que ele se apaixone por ela, já que assim jamais verá a enorme cicatriz que ela tem no rosto, ocasionada pela explosão do laboratório de seu pai que vitimou sua mãe.

Mas Inácio, mesmo sendo muito agradecido por Lucinda ter salvo sua vida, só fala em Maria Vitória. Apaixonada pelo rapaz, Lucinda finge escrever cartas para Maria Vitória e Geraldo a pedido de Inácio. Passa a frequentar o empório para saber se ele recebeu notícias de Portugal e arma para que todos acreditem que Inácio está morto.

A fuga de Maria Vitória
Em Portugal, a pedido de Maria Vitória, Irmã Assunção (Yasmim Gomlevsky), vai ao porto e constata que Inácio não desembarcou na data prometida em sua última carta. Desesperada, ela desabafa com Delfina, que a estimula a fugir para o Brasil em busca de seu amor e conta para a jovem algo que ela nem imaginava: tem uma tia no país. Maria Vitória consegue escapar e comprar a passagem de uma jovem falecida pouco antes do embarque, chamada Maria do Céu. O objetivo da portuguesa é encontrar Inácio  para, juntos, procurarem a filha. Ela entra no navio Royal e segue rumo ao Brasil. Na terceira classe, faz amizade com as irmãs portuguesas Helena (Jessika Alves), Natália (Giulia Gayoso) e Felícia (Amanda de Godoi) e com os italianos Giuseppe (Guilherme Prates) e Tomaso (Ricardo Vianna).

Durante a longa viagem, os jovens usam a criatividade para passar o tempo juntos. Um dia, resolvem se aventurar na primeira classe e Maria Vitória é assediada pelo deputado brasileiro Teodoro Magalhães (Henri Castelli). Ele a agarra a força e ela resiste. O imediato do navio percebe a confusão e aborda o deputado em defesa da moça, levando os dois ao encontro do capitão. Falso, o político mente, e a autoridade da embarcação leva Maria Vitória presa. Ela só consegue escapar porque os italianos ameaçam Teodoro dizendo serem da máfia.

Os primeiros dias no Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, Maria Vitória segue em busca da casa da tia, mas ao chegar ao endereço dado por Delfina, o espaço está vazio, e nenhum vizinho sabe o paradeiro de Alzira (Deborah Evelyn) e do marido Bernardo (Nelson Freitas). Ela segue para o empório onde Inácio trabalhava e descobre que o comércio está fechado e só reabrirá dia 2 de janeiro, dali a alguns dias. Sem ter para onde ir na cidade, acompanha as três irmãs, que acreditam estarem a caminho de um instituto que as ensinará um ofício para trabalhar no país.

Ao chegar ao “instituto”, Maria Vitória logo percebe que ali não é o que as meninas pensam e, sim, um bordel. A Maison Dorée é administrada por Madame Lucerne (Regina Duarte), que traz portuguesas para trabalharem no local. Mas as irmãs precisam passar por um treinamento antes de começarem a perambular pelo salão. Já Maria Vitória, que não se submeterá ao serviço oferecido no espaço, terá que pagar sua hospedagem de outra forma. No mesmo dia que chega, já é colocada no salão para tocar piano e animar os clientes da casa. O que ela não esperava era encontrar o deputado que a assediou no navio. Teodoro Magalhães é cliente assíduo da Maison e logo reconheceu a jovem ao piano. Ele cobra de Maria Vitória – que ele acha que se chama Maria do Céu – a dívida que acredita que ela tenha com ele por conta da confusão na viagem. Preocupada com o tom ameaçador de Teodoro, ela procura a amiga Lena e sugere que as duas fujam dali. Elas seguem para a Confeitaria Zeppole, onde estão os amigos italianos. Enquanto o dia 2 de janeiro não chega, data em que pretende retornar ao Empório São Mateus da Lapa em busca de Inácio, Maria Vitória segue tentando refazer sua vida. Num desses momentos, a jovem caminha pelas ruas da cidade e quase sofre um acidente. Um cão feroz ameaça atacá-la, mas Vicente (Bruno Ferrari) presencia a cena e espanta o cachorro. Eles se apresentam rapidamente e, no dia seguinte, se encontram por acaso na Confeitaria Zeppole, quando Vicente insiste em conhecê-la melhor. A partir dessa primeira conversa, nasce uma forte amizade.

Os desencontros
Movidos pelo desejo de se ver novamente, Maria Vitória e Inácio seguem pensando um no outro a todo instante. Mas as artimanhas de Lucinda fazem com que o encontro fique cada vez mais distante. Inácio acha que sua amada está casada com outro rapaz e muito longe do Brasil. Maria Vitória crê que Inácio realmente está morto.

Em Morros Verdes, José Augusto se decepciona ao descobrir que a filha fugiu e, arrependido, busca de todas as maneiras descobrir o paradeiro da neta Mariana, que foi adotada por um casal. Ele também não desiste de encontrar novamente a filha. Enquanto isso, Delfina segue armando para que o patrão jamais encontre filha e neta.

A efervescente sociedade carioca
Alzira, a tia que Maria Vitória descobriu que tinha pouco antes de sair de Portugal, mora no Rio de Janeiro com o marido Bernardo e a filha Celina (Barbara França).  Mas eles perderam muito dinheiro por conta do vício em jogo de Bernardo e saíram do endereço que Maria Vitória tinha. O casal veio para o Brasil há muitos anos junto com a amiga Celeste Hermínia (Marisa Orth), conhecida cantora de fado e que se tornou muito querida na cidade.

Celeste Hermínia, que conta com a fiel escudeira Eunice (Lucy Alves), costuma reunir em sua casa os amigos que fez no país. Entre eles está o Conselheiro Francisco (Werner Shünemann), que é também seu grande amor. Os dois vivem um relacionamento sincero, mas cheio de culpa, já que o Conselheiro é casado com Odete (Karine Teles), que vive em casa sem convívio com a sociedade após um surto psiquiátrico ocasionado pelo parto de um filho morto. Odete vive cercada de cuidados, e o marido não mede esforços para tentar encontrar solução para seu problema.

Conselheiro e Odete criaram como filhos os sobrinhos Vicente (Bruno Ferrari) e Olímpia (Sabrina Petraglia), que ficaram órfãos de pai e mãe. Os dois foram educados da melhor forma e chegaram a estudar fora do país. Vicente é pianista e poeta, e muito ligado a questões políticas. Ele tem como objetivo a criação do Grêmio Cultural Brazileiro, onde serão realizadas apresentações, palestras e outras atividades. Vicente também está às voltas do lançamento de um jornal que reflita as discussões do Grêmio, o Manifestum.

Olímpia, irmã de Vicente, acaba de voltar de Paris. Ela morava com uma tia materna na cidade francesa e namorava um brasileiro. Mas terminou o namoro e voltou para o Brasil. O ex-namorado inconformado vem atrás da jovem e descobre que ela está apaixonada por Edgar (Marcello Melo Jr.), filho de um alemão abastado com uma descendente de escravos.

Os dois enfrentarão muito preconceito da sociedade, que não aceitará o romance. Até mesmo a mãe de Edgar será contra o enlace, por acreditar que o filho sofrerá muita discriminação, o que de fato acontece. Mas Edgar e Olímpia são jovens que lutam por um mundo mais justo. E, ao lado de Vicente e outros personagens, farão isso não somente em suas vidas pessoais, como também no âmbito social. Lutarão por igualdade racial, liberdade política, e pelo direito das mulheres.







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📷: Divulgação/Record TV

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