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12/08/2011 | 15h02m - Publicado por: Marina Petrolli | Foto: Reprodução/jrduran.com.br

Para Tarcísio Meira o galã é sempre o sacrificado

Artista deu uma entrevista a J.R. Duran, que está na revista GQ do mês de agosto

Para Tarcísio Meira o galã é sempre o sacrificado - Reprodução/jrduran.com.br

A revista GQ deste mês tem uma entrevista exclusiva que J.R. Duran fez com Tarcisio Meira. Em um bate-papo descontraído, o fotógrafo e o artista fazem uma reflexão sobre os papéis de vilão e mocinho e a evolução da televisão e do cinema.

Quando questionado sobre se é mais fácil fazer um papel de vilão ou mocinho, Tarcísio é direto.

“O galã, coitado, é o sacrificado. Ele tem que agradar um universo maior de pessoas. São homens sentimentais. Não são personagens voltados para o cotidiano, para o social, para a luta, para a vida de uma maneira geral e de uma maneira mais séria. São realmente papéis muito bobos. No momento em que me permitiram deixar de fazê-los, daí comecei a me divertir”, contou.

Na entrevista, Tarcísio também elogiou a escritora Janete Clair, autora de Irmãos Coragem, exibida em 1970. Para ele, antigamente as novelas eram voltadas somente para o público feminino.

“Até então tínhamos histórias melosas, românticas, voltadas para o público feminino. Por isso, alguns atores não queriam fazer. E Irmãos Coragem tinha um quê muito de aventura. A Janete (Clair) era uma mulher que sabia escrever para homem. No último capítulo, que foi numa sexta-feira, deu mais ibope do que Brasil x Itália na Copa do Mundo. Acabamos com 93 pontos. E as novelas tornaram-se importantes porque elas costuraram o país, uniram as pessoas”.

Durante a entrevista a J.R., Duran, Tarcísio também revelou por que ficou 20 anos sem trabalhar no cinema, e como foi a volta para as telonas, na produção do longa Não se Preocupe nada Vai dar Certo.

“Ainda sou da época em que era tudo muito primitivo, as câmeras eram pesadíssimas. Lembro quando os alemães vieram ao Brasil implantar o sistema PAL-M. Eles ficaram admiradíssimos com a maneira improvisada como nós usávamos o equipamento de externa. Por isso deixei de filmar há 20 anos. O último filme que rodei foi Boca de Ouro (1990). Cinema era uma dificuldade, uma tensão, o filme era caríssimo e todos eram muito pobres. Voltar agora foi uma maravilha, porque o cinema nacional agora é outro. As pessoas fazem publicidade para financiar seus projetos”, revelou.

Depois de uma participação especial em Insensato Coração, Tarcísio está no cinema com a comédia Não se Preocupe nada Vai dar Certo. O filme conta com Gregório Duvivier, Flávia Alessandra, Herson Capri, Mariana Rios e Ângela Vieira no elenco.

A revista GQ de agosto já está nas bancas. 

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