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03/09/2012 | 15h04m - Publicado por: Geraldo Bessa/TV Press para O Fuxico | Foto: Luiza Dantas / Carta Z Noticias

Suzy Rêgo: "A maternidade mudou meu olhar sobre várias coisas"

Atriz conta que a maternidade mudou sua relação com a beleza estética

Suzy Rêgo: \

A possibilidade de vivenciar outras experiências e personalidades é o que instiga Suzy Rêgo a encarar cada nova personagem. E é com entusiasmo e um enorme sorriso no rosto que atriz fala sobre a ciumenta Jáqui de Amor Eterno Amor, da Globo.

"A Jáqui me deu a oportunidade de estudar e observar o mundo ao meu redor. Sou completamente desencanada, mas sei que o ciúme faz parte do nosso cotidiano. Muitas amigas e gente da minha família serviram de inspiração", entrega a atriz, de 45 anos.

Carioca, Suzy estreou na tevê em O Salvador da Pátria (1989). Ao longo da carreira, trabalhou em emissoras como Band, Record e SBT, mas foi na Rede Globo que teve seus papéis de maior destaque, como a doce Carmen, de A Viagem (1994).  Depois de ficar três anos distante da televisão, para cuidar dos gêmeos Marco e Massimo, a atriz voltou ao ar no ano passado, como a afetada Duda de Morde & Assopra.

"Amo ser atriz e estava com muitas saudades de atuar. Mas a maternidade mudou meu olhar sobre várias coisas. Percebi que ser mãe é a melhor personagem da minha vida. Foi bom parar um tempo e me dedicar a eles", assume.

O Fuxico – Amor Eterno Amor está próximo do capítulo final. Qual o saldo deste trabalho para você?

Suzy Rêgo – Já estou com saudades da Jáqui. A novela me trouxe muitas alegrias e uma resposta enorme de público. Na ruas, na internet e em outros meios de comunicação, vejo as pessoas sempre comentando que conhecem mulheres muito parecidas com a minha personagem, ciumentas ao extremo. Essa identificação mostra o quanto ela é um tipo bem verossímil. Desde que li a sinopse, quis construí-la com muita verdade e sem exageros. O amor dela já é grande demais para florear. Minha única surpresa foi a compaixão que ela desperta no telespectador. Achei que fossem odiá-la.

OF – Por quê?

SR – O ciúme dela é doentio e acaba tornando Jáqui uma chata (risos). Ela tenta melhorar para salvar o casamento, mas não consegue. As pessoas sentem pena dela. Mas depois de ficar devastada pelo fim do casamento com o Kléber (Marcelo Faria), surgiu uma nova Jáqui: mais segura, independente e aprendendo a lidar com as suas limitações. Quem assiste novela gosta dessas reviravoltas na trajetória dos personagens. Gravei cenas de muita emoção e que falaram diretamente com essas pessoas que já passaram por momentos de "volta por cima".

OF – Além de muito ciumenta, sua personagem luta contra os sinais do tempo e é extremamente vaidosa. Por ser atriz e estar na tevê, essa pressão pela estética a aflige também?

SR– A maturidade e a maternidade mudaram a minha relação com a beleza estética. Hoje eu quero estar bem e feliz. É até um grande contraponto com a Jáqui, que sofre com as inevitáveis mudanças provocadas pela idade. Ao mesmo tempo em que me cuido, também não dispenso os pequenos prazeres de um bom jantar ou tomar uma cerveja com meus amigos em um boteco. Tenho 45 anos e alterno momentos em que me vejo como uma idosa com outros onde me sinto uma adolescente (risos).

OF – Amor Eterno Amor é sua segunda novela depois de ficar três anos distante da tevê. Esse trabalho marca sua volta definitiva aos folhetins?

SR – Fiz uma pausa estratégica para ser mãe. Foi muito bom terminar Morde & Assopra e já ter a chance de fazer outra. Me senti valorizada. Afinal, comecei na Globo. Por isso, voltar para a emissora com personagens instigantes, em uma novela bacana e com uma equipe que me dá ótimas condições de trabalho é uma maravilha! Eu não quero mais ficar longe dos estúdios. É claro que para isso, eu também preciso contar com o Fernando, meu marido. É ele quem fica em casa com os gêmeos enquanto estou gravando. Trabalho muito feliz, mesmo com muita saudade dos meus pequenos.

OF – Este ano você completa 23 anos de carreira. Em qual momento desta trajetória você percebeu que estava na profissão certa?

SR – Na tevê, a Berta, de Salomé (1991), me abriu muitas portas. Mas acho que os quatro anos que fiquei em cartaz com Caixa 2, peça do Juca de Oliveira, foram essenciais para a minha atuação ganhar segurança e maturidade. Além do sucesso de público, foi quando ganhei um inesperado Prêmio Shell de melhor atriz coadjuvante. O teatro é o maior exercício do ator. Esse espetáculo, em especial, me tirou o pudor e me deu uma outra noção, inclusive, sobre o trabalho na tevê.

 

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