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21/01/2006 | 10h23m - Publicado por: Andréia Takano

Wagner Moura fala de JK, família e trabalho

Wagner Moura, que interpreta Juscelino Kubitschek na minissérie JK, da Globo, é o destaque da revista Elle deste mês. Na publicação, o ator comenta sua atuação na produção de época.

“Eu faço o JK jovem, dos 18 anos, em 1920, até 1948, quando ele completa 46 anos e se torna prefeito de Belo Horizonte (MG). Fiquei fascinado com o personagem. Meu pai vivia dizendo que ele foi o grande presidente do Brasil, que atuou no melhor momento da política e da economia, que era um desenvolvimentista. Por isso, não me surpreendi quando comecei a estudar a sua vida. Ele realmente era um cara vibrante, tinha uma personalidade forte, sedutora”, define o ator.

Wagner Moura virou sensação quase da noite para o dia, quando estrelou Deus É Brasileiro, em 2003, sob a direção de Cacá Diegues, ao lado do veterano Antônio Fagundes. No papel do borracheiro e pescador Taoca, que encontra Deus e vira o seu companheiro de viagem, o jovem ator, então com 27 anos, despertou a curiosidade do público, da crítica e dos diretores que ainda não haviam se rendido ao seu talento. Desde então, ele não parou mais.

Só naquele ano, atuou em três outros filmes – fez o viciado Zico, em Carandiru, de Hector Babenco; o retirante Romão, de O Caminho das Nuvens, e Suel, em O Homem do Ano. Dois anos depois, emplacou como o banqueiro Gustavo da novela A Lua Me Disse, na Globo.

“Nunca imaginei que seria convidado para viver um galã. Mas adorei, achei um barato e aceitei na hora”, conta.

O ator também está em Cidade Baixa, como o barqueiro Naldinho, ao lado do também baiano (e seu melhor amigo) Lázaro Ramos e de Alice Braga, sobrinha da atriz Sônia Braga.

“O Naldinho é o personagem mais parecido comigo que fiz até agora. Tudo o que ele diz para o Lázaro no filme, eu também digo na vida real. Eu não tive que interpretar. A emoção era totalmente verdadeira”.

Baiano de Rodelas, Wagner se mudou para Salvador quando tinha 13 anos. “Lá, a minha vida virou um inferno. Não me adaptei à escola e não queria saber daquela Bahia para exportação, com axé music e carnaval, que a molecada curtia. Aí, ficava quieto no meu canto, não falava com ninguém”.

Tachado de esquisito, acabou ganhando o apelido de Ovni. “Tinha só uma amiga, também esquisita, que fazia teatro e acabou me levando para os ensaios com ela. Encontrei um monte de gente que gostava das mesmas coisas que eu, como rock, MPB e coisa e tal. Me apaixonei pelo ambiente”.

Em 2002, Wagner conheceu, começou a namorar e se casou com a fotógrafa baiana Sandra Delgado. Tudo isso em três meses. “Aconteceu naturalmente. Fiquei apaixonado. Ela morava em Salvador, mas eu tinha me mudado para o Rio. Pedi para vir morar comigo e ela veio. Não planejei casar, ter uma família. Estava apaixonado e não queria ficar nem um minuto longe. Então, o jeito foi ficar junto”.

 

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