10/04/2021 | 17h00m - Publicado por: Raphael Araujo | Foto: Reprodução/Instagram

BBB21: Mãe de Juliette é vacinada contra a covid-19

Perfil da advogada no Instagram comemorou o fato

BBB21: Mãe de Juliette é vacinada contra a covid-19 - Reprodução/Instagram

Juliette sempre fez questão de falar de sua família dentro da casa do BBB21, seja dos irmãos, da avó e, principalmente, de sua mãe, Dona Fátima, de quem sempre foi grata por todo o apoio.

Por conta disso, o fato de a matriarca ter recebido a primeira dose da vacina contra a covid-19 foi motivo de festa nas redes sociais da advogada, que comemorou ao acontecimento.

“Mãe vacinada, filha feliz. Que, de alguma forma, Juliette possa sentir que esse momento tão esperado por ela finalmente chegou”.

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O perfil ainda completou: “Então que venha a 2ª dose de Dona Fátima e a que a vacina chegue logo para todo nosso povo também, amém!”

O sucesso da publicação e do engajamento do perfil é tamanho que, em aproximadamente uma hora, a foto obteve mais de um milhão de curtidas.

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Juliette se sustentava com o auxílio emergencial até entrar no programa

Às vésperas de ser convocada para o confinamento, Juliette Freire recebeu a última parcela do auxílio emergencial, benefício de R$ 600 concedido pelo Governo Federal a quase 70 milhões de pessoas no Brasil. Maquiadora autônoma, a paraibana montou há quatro anos em sociedade com três amigas, um estúdio de maquiagem em João Pessoa, mas, com a pandemia ficou inviável manter a agenda aberta. Esta era a única remuneração de Juliette.

“Muita gente questiona e não entende, mas ela é advogada que estuda para concursos. Eventualmente, ajuda algum amigo. Ela não está em escritório. Juliette não vive disso, sua renda é com maquiagem. Desde 2019, caiu muito o movimento em salões, porque a gente entrou num momento ruim da economia. Maquiagem é um supérfluo, a primeira coisa que a pessoa corta. A gente ficou sem atender durante seis meses”, contou Deborah Vidjinsky, uma das sócias da sister, ao jornal O Globo.

Ela detalhou como foram os últimos meses sem renda.“Em outubro, voltamos e trabalhamos até dezembro. Não temos vínculo com empresa, então passamos esses tempos sem perspectiva. A reservinha que tínhamos foi gasta no começo. Depois a coisa foi apertando. Tivemos que entregar a sala onde montamos nosso estúdio em João Pessoa. Éramos quatro maquiadoras. A gente dividia as despesas. O aluguel era de R$ 2.600, fora energia, internet... Foi bem complicado”.

Recorrer ao auxílio foi a única opção encontrada por Juliette para se manter.

“Então, a Juliette deu entrada no auxílio para poder segurar a onda. Ela chegou a passar uma temporada em Campina Grande, na casa da mãe, porque estava difícil pagar tudo, fazer feira... O auxílio ajudava no aluguel do apartamento que ela dividia com uma colega. Ela chegou a pedir dinheiro emprestado a outras amigas também para ir driblando a situação”, contou Deborah.







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