13/04/2021 | 14h02m - Publicado por: Luigi Civalli | Foto: Reprodução/Globo

BBB21: Maior rival de Fiuk não é Arthur, é Tiago Leifert

Brother tentou 'amenizar' resposta, mas apresentador foi duro na cobrança

BBB21: Maior rival de Fiuk não é Arthur, é Tiago Leifert - Reprodução/Globo

Não é de hoje que alguns brothers tentam pregar “a paz e a harmonia” e fogem do que é perguntado no Big Brother Brasil. No ano de 2020, a pedra no sapato de Tiago Leifert era Manu Gavassi, que muitas vezes não levava a sério algumas dinâmicas e até debochava de certas situações impostas pela produção.

Neste ano, o posto é ocupado por Fiuk.

Não, não se trata de uma torcida e dizer que Tiago Leifert defende alguns brothers e ataca outros. Apresentando brilhantemente o reality show há alguns anos, claramente, o apresentador se sente confortável com quem se impõe como Camilla de Lucas ou Arthur e fica “indignado”, ao melhor estilo Gilberto, com quem tenta “fugir pela tangente”.

Apesar de ter adotado uma postura “de ataque” na última semana, quando quase chegou às vias de fato com Arthur, Fiuk tentou amenizar sua escolha de quem não ganharia o BBB21 durante o Jogo da Discórdia da última segunda-feira (12).

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O diálogo

Para escolher os seus 2° e 3° lugares, Fiuk já mostrava que adotaria um discurso “ensaboado”.

“É muito difícil dar só dois lugares e escolher a ordem destas pessoas, mas é assim que a gente tem que fazer quando está aqui”, disse, antes de selecionar Gilberto e Thais, após pensar bastante.

Porém, o ponto alto foi quando teve que escolher quem não ganharia o programa. Ao dizer que seria Arthur, Fiuk começou bem.

“Eu achei muito bonito o gesto do Arthur, onde ele falou que foram muito cansativas nossas brigas, foi muito intenso tudo que aconteceu, mas eu não posso omitir diante de todo mundo que está aqui eu acho que ele foi a única pessoa que eu tive mais brigas”, disse o cantor.

Se parasse por aí, estava bom, mas aí o artista tentou pregar “a paz e harmonia".

“E não tem a ver com quem não vai ganhar, porque eu não sou ninguém para falar quem vai ganhar ou não, eu vou ligar mais para o negócio das brigas mesmo...”, dizia Fiuk, sendo interrompido por Tiago Leifert.

“Não foi essa pergunta. A pergunta é: quem não vai ganhar?”, questionou o apresentador.

“Eu entendi, Tiago, mas é o que eu consigo responder. Desculpa mesmo”, reafirmou Fiuk.

Um pouco irritado com a reação do cantor, Tiago Leifert rebateu e ainda relembrou outro momento que o artista patinou nas respostas.

“Não é assim que funciona, Fiuk. Eu que peço desculpas pra você. A pergunta é quem não vai ganhar. Na última vez, na terça-feira, eu perguntei quem vai sair. Você não quis responder. Agora é quem não vai ganhar”.

Incomodado, Fiuk falou: “É isso aí, Tiago. É isso aí“.

E o apresentador insistiu: “De certa forma, então, você torce para o Arthur não ganhar por causa das brigas que vocês tiveram”.

Fiuk, então, se irritou: “Muito difícil colocar palavras na minha boca, mas pode interpretar assim....”

“Eu vou colocar, então. Você tá torcendo pro Arthur não ganhar. O Arthur está emparedado, você também, então você está torcendo pro Arthur sair”, finalizou Leifert.

Erros e acertos

Fiuk errou? Não, ele está no direito de não querer se comprometer, mesmo que esta seja uma atitude que o público não aceite de uma forma muito amistosa, mas é uma escolha dele perante o jogo interno, possivelmente tentando evitar ataques e votos para o Paredão.

Tiago Leifert errou? Também não, se analisarmos pela ótica que ele queira tirar os brothers “escondidos” da zona de conforto e fazer com que se comprometam com relação à dinâmica imposta pela produção e que isso gere discussão entre eles..

Contudo, o que pode ser questionado é o tom em que Tiago Leifert fez essa cobrança.

Ele é amante assumido do “fogo no parquinho” (assim como 99% do público do BBB) não está errado em cobrar, em fazer o brother ou sister não fugir da pergunta, mas não pode esquecer que é o apresentador e não um tuiteiro enfurecido com os brothers que pregam a política da boa vizinhaça.

A busca instintiva para que haja esse comprometimento de quem claramente não quer isso, pode causar essa abordagem “autoritária”, que, pensando no momento em que vivemos no Brasil e nos exemplos que o programa pode servir de inspiração, deve ser deixada de fora do jogo, do programa de entretenimento mais assistido da televisão e da vida do brasileiro.





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