Carnaval Rio de Janeiro às 09:30

Valesca Popozuda se atrasa no Carnaval e causa tensão

Valesca Popozuda desfilando pela Porto da Pedra
Valesca popozuda desfilou pela Porto da Pedra (Foto: Roberto Filho/Brazil News)

Valesca Popozuda se atrasa para desfilar na Marquês de Sapucaí na madrugada desse domingo, 12 de fevereiro. A funkeira é Rainah de Bateria pela agremiação de Porto da Pedra este ano, que curiosamente, foi sua primeira escola de samba.

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Quem revelou isso foi a própria artista em entrevista ao OFuxico na Avenida, enquanto se preparava para arrasar na Sapucaí durante a concentração. Em relação ao seu retorno: “Acolhimento, comunidade que eu amo, a primeira a me abraçar como Rainha de Bateria”.

“Se eu tô hoje aqui, é porque eu sei que é recíproco. A comunidade gosta, e eu gosto deles também, senão eu não estaria aqui. Amo estar aqui, coração tá a mil. Esqueço na euforia até como faz, mas eu só vou”, concluiu Valesca Popozuda, que se atrasa, entrega tudo mesmo assim!

Valesca e Porto da Pedra abriram os trabalhos na Sapucaí

Abrindo os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial, a Unidos do Porto da Pedra vai reverenciar os ensinamentos do livro Lunário Perpétuo. A vermelho e branco, conhecida como Tigre de São Gonçalo volta à elite, depois de ter ficado em penúltimo lugar, em 2012.

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Com determinação, sobretudo sede de vitória, a Porto quer causar! Primeiramente, Jerônimo Cortés, o Valenciano, escreveu em 1594 a obra que deu origem ao enredo da escola de samba:

“O livro é uma enciclopédia, um almanaque. Ele fala de agricultura, de astrologia, de posicionamentos da lua. Como plantar, onde plantar, o comportamento dos insetos”, explica o carnavalesco Mauro Quintaes.

À primeira vista, serão mostradas histórias populares: “Se a abelha agir assim vai chover; se o cupim age de outra maneira, é propício para plantação. Então, o livro é um orientador de vida”, concluiu.

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O historiador e sociólogo Luís da Câmara Cascudo, porém, reforçou a importância da obra na vida das pessoas da região Nordeste do país. Segundo ele, o Lunário Perpétuo foi o grande livro companheiro de pessoas sofridas e trabalhadoras, pois a obra alfabetizou, orientou e guiou muitos nordestinos. E isso deu samba!

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