Cinema e Série às 05:00

Ator de Better Call Saul volta a gravar após infarto

Bob Odenkirk em cena de série

Foto: Reprodução/Instagram/@bettercallsaulamc

Bob Odenkirk voltou a filmar “Better Call Saul”, série exibida pela Netflix, seis semanas após sofrer um infarto. Odenkirk tweetou uma foto esta semana, onde aparece se preparando para interpretar o personagem Saul Goodman, indicando que as filmagens da sexta e última temporada voltaram após o susto e sua recuperação.

Ele escreveu: “Voltando ao trabalho em Better Call Saul! Feliz por estar aqui e vivendo esse momento específico na vida, rodeado de boas pessoas. Essa vai para o maquiador Montesanto, por fazer com que eu fique menos feio para as filmagens!”, brincou.

Odenkirk, de 58 anos, teve o que chamam de ‘um pequeno infarto’ e caiu no set da série em Albuquerque, Novo México, no dia 27 de julho.

Ele foi imediatamente levado ao hospital em uma ambulância.

Veja+: Ator de Better Call Saul revela seu estado de saúde

Odenkirk foi nomeado a quatro Emmys por interpretar o advogado sem sorte Jimmy McGill, que se tornou corrupto e adotou o pseudônimo Saul Goodman, ‘advogado criminal’ que aparece em dezenas de episódios da série Breaking Bad, antes de ter seu próprio spin-off.

As duas séries foram filmadas, em sua maioria, no Novo México.

RELATA EXPERIÊNCIA COM A COVID-19

No ano passado, o ator da série da Netflix Better Call Saul e Breaking Bad, Bob Odenkirk, disse que seu filho Nathan de 21 anos lutou contra o coronavírus. O rapaz teve sintomas fortes, ‘muito piores do que qualquer gripe’.

Durante uma recente aparição no programa The Late Late Show with James Corden, o ator falou sobre a luta de seu filho:

“Nathan já se recuperou do vírus, mas foi uma experiência alarmante”, contou Odenkirk, afirmando que a família procurou consolo nas notícias que afirmavam que pacientes mais jovens experimentaram casos leves do vírus. Depois de passar por isso pessoalmente, o ator sente que ‘cada caso é diferente’.

“No fim, foi bastante ruim e foi pior que uma gripe”, disse o homem de 57 anos. “Segundo ele, a dor na garganta foi a pior coisa, e também a fadiga. E durou mais do que uma gripe”, justifica.

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Odenkirk acrescentou que ficou grato por seu filho conseguir se recuperar ‘muito mais fácil’ do que outros, que sofrem de casos graves.

Ele disse que a doença de seu filho ‘ficava mais assustadora conforme o tempo passava’: “Quanto mais nos afastamos, me dei conta de que tínhamos muita sorte”, acrescentou.

Odenkirk falou sobre a necessidade de permanecer em quarentena, e ao mesmo tempo reconheceu as dificuldades que os menos privilegiados enfrentam:

“Temos muita sorte de ter uma casa bonita que é grande o suficiente para todos. Penso muito nas casas que morávamos antes, que foram ótimas para mim, e como seria difícil me refugiar nos quartos do sótão onde eu vivia. Isso deve ser difícil para as pessoas”, lamentou.

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