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Jogos Mortais X: Armadilhas que marcaram a franquia!

Poster Jogos Mortais X
Poster “Jogos Mortais X” (Reprodução/Divulgação)

“Vamos jogar um jogo?!” é aquela frase terrível que se você ouvir…. não tem como fugir, se esconder. Provavelmente o Jigsaw te pegou e você vai ter que encarar um quebra-cabeça sangrento para sair com vida… ou não. Mas calma, ele só pega aqueles que tiveram algum erro irreparável: Uma testemunha ocular de assassinato que não testemunhou, uma médica arrogante que só pensa no trabalho, talvez um corretor de seguros que negou ajuda… a lista pode ser infinita, assim como as suas vítimas.

Fato é que “Jogos Mortais: X” marca o retorno do personagem clássico em sua essência, já que em 2021 ele teve um Spin-Off chamado “Espiral” que foi um pouco fora do tom e cheio de… arestas que não foram muito preenchidas. O último filme da franquia com o foco completo no vilão foi “Jigsaw”, que serviu como uma ‘prequel’ da série de filmes de horror, em 2018. Mas, e as armadilhas? Pensando nisto, vale relembrar algumas que marcaram a franquia pelo seu horror, pressão e sadismo envolvido. Vale lembrar que elas estão em ordem aleatória!

A Caixa

No final do quinto filme, uma das armadilhas mais cruéis aconteceram. Tudo porque o agente Peter Strahm (Scott Patterson) achou que tinha conseguido se livrar da morte em uma salinha. Ele olhou uma caixa de vidro e chegou a conclusão de que não tinha que entrar lá dentro. Pois bem, naquele momento um dos aprendizes de Jigsaw, Mark Hoffman (Costas Mandylor) entra e ele é encaixotado lá. Para a surpresa de Peter, ele tinha que entrar no caixão. Ele morre esmagado por duas paredes de concreto.

Caixão de vidro
Caixão de vidro: Armadilha do Jogos Mortais V (Reprodução/Divulgação)

Água é o pior remédio?

Peter Strahm também teve mais uma. Antes de morrer, o detetive foi capturado e se viu forçado a realizar uma traqueostomia com uma caneta, pois iria morrer afogado em uma caixa de água. Ok, não tem sangue e nem serras, mas afogamento é a morte, junto com fogo, que mais causam arrepios em filmes de horror. Por muito pouco ele escapa dessa, sem saber que o destino seria até pior.

Armadilha de Urso

Uma das primeiras imagens que vem a cabeça é essa: Uma mulher com armadilha de urso colocada na cabeça. Ela foi usada diversas vezes e é brutal. Não tem como escapar dela sem uma chave, algumas colocadas na garganta, outra no peito, outra escondida. O fato é que se você não consegue abrir, ela abre e era uma vez uma cabeça, já que ela funciona abrindo todo o crânio. Parece leve, né?!

Bacon servido na hora!

No terceiro filme, uma das armadilhas mais horripilantes e grotescas ganhou vida. Era relativamente simples: O filme todo tinha o tema de redenção e cabia ao personagem central decidir se valia a pena abrir mão de pertences do filho que foi atropelado em troca da vida de um júri que não condenou o assassino. Enquanto ele tinha que decidir, porcos mortos inteiros eram jogados em cima do magistrado, moídos em um aparelho enorme e afogando-o em um poço de gordura, restos e órgãos do animal.

O Pêndulo

Tudo que vai…. volta. Essa é a lei do Pêndulo. Aqui a armadilha colocou um criminoso em uma sala com um pêndulo enorme balançando e chegando perto dele a cada segundo. O preço para não morrer? Esmagar as mãos em parafusos de uma estrutura. Caso não fizesse, a lâmina cortaria ao meio o ser, dividido em duas partes.

Açougue

Estreando o formato de duelos, duas vítimas foram aprisionadas em uma armadilha. Era, literalmente, uma disputa: Os dois precisavam, em até um minuto, cortar a maior parte de partes corporais de si mesmo. Ao final do tempo, quem tivesse a menos quantidade, morreria com a cabeça perfurada. Aqui o açougue era real: Enquanto um cortava a barriga, outra cortou o braço a sangue frio e venceu a disputa.

Gira Gira da morte

Um carrossel parece uma coisa supertranquila, não?! Pois é, aqui é algo mais letal e terrível. O que acontece é que enquanto 6 vidas estavam em jogo, o seu diretor tinha que escolher apenas 2 para sair vivos. E como isso? Quando o carrossel parece, com uma espingarda apontada e carregada, ele tinha que esmagar um de seus dedos para salvar a vida. Ao fazer isso, a armadilha girava de novo e uma nova vítima era escolhida. E assim foi até sobrarem dois e quatro irem embora de vez.

A Banheira

No sexto filme, uma temática foi feita: Trabalho em grupo. Todas as armadilhas requiriam algum tipo de cooperação, mas como eram pessoas egoístas, elas só percebem quando precisam cortar algum membro para doar sangue. E lá eles percebem que todas as armadilhas teriam a dor compartilhada e todos sairiam vivos. Mas, eles acabam ficando em apenas dois e deixam por lá a chance de sair sem muitas lesões no game mortal, doando mais sangue e perdendo muito, ao mesmo tempo.

Agulhas

Agonia também faz parte! No segundo filme, existia uma cura. Ela estava em diversos lugares da casa, e entre elas uma piscina de agulhas com uma chave, que levaria até ela. Temos uma participante do game que foi jogada nela e ficou cara a cara com milhares delas, até encontrar a chave no ‘agulheiro’. E assim, temos a cena dela sendo espetada por diversas delas e com muito terror psicológico envolvido.

Crucifixo

Por fim, poderíamos falar de várias e várias, mas no terceiro filme outra armadilha cruel foi inventada. O assassino citado estava em um aparelho de crucifixo e dependia do perdão do pai que foi desolado. Enquanto a discussão rolava solta, ele foi tendo as duas pernas e os dois braços girando em uma aparelhagem de 360 graus. No final, a cabeça também estava por lá… e bem… não precisamos nem falar o que aconteceu, né?!

Jogos Mortais III: Armadilha
Jogos Mortais III: Armadilha do crucifixo (Divulgação)

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