Entrevista às 06:00

‘Pantanal’ ou ‘Renascer’, qual é a melhor novela? Veja o que diz o autor, Bruno Luperi

Pantanal - Juma Marruá e Renascer - Maria Santa
As heroínas Juma Marruá, de “Pantanal”, e Maria Santa, de “Renascer” – Maria Santa – Foto: TV Globo

Bruno Luperi, que inicialmente escrevia em dobradinha com a mãe, Edmara Barbosa, como aconteceu em “Velho Chico”, por exemplo, tem acumulado sucessos em seu voo solo. Apesar de ter revelado anteriormente que não gostaria mais de “mexer” em novelas de seu avô, Benedito Ruy Barbosa, ele volta a se destacar com a releitura de “Renascer”.

Saiba como serão os próximos capítulos de ‘Renascer’

A trama segue na reta final da segunda fase e em entrevista a OFuxico, o autor destacou que tanto a saga de José Inocêncio (Humberto Carrão) quanto a de José Leôncio Pantanal, tramas reeditadas por ele, são especiais.

“As duas são novelas emblemáticas. Meu avô conseguiu criar personagens como Juma Marruá, Velho do Rio, acho isso apoteótico. São personagem que as pessoas se identificas e se ficam como se fossem delas. Em ‘Renascer’, parece que foi quando ele estava ais feliz, estava na ponta da dramaturgia. É uma delícia fazer esse trabalho, poder honrar e homenagear ele novamente”.

Bruno Luperi não queria mais ‘mexer’ com novelas de seu avô

Sem “subir no salto” por conta do êxito de seu remake anterior, Bruno Luperi ressaltou que a dedicação, o comprometimento e a responsabilidade só aumentam.

“A resposta do público é imprescindível. Espero que todos embarquem nessa com a gente com o mesmo carinho de 1993. O sucesso é bom, porque já vem com voto de confiança, mas isso não muda a minha cabeça. O compromisso com trabalho tem que permanecer”, enfatizou.

Qual adaptação é mais difícil?

De acordo como neto de Benedito Ruy Barbosa, “Pantanal” tinha uma característica peculiar: o bioma em que estava inserida.

Em ‘Renascer’ há um novo contexto. A cidade de Ilhéus, no sul da Bahia, foi bastante transformada nos últimos trinta anos, ou seja, apresenta outra realidade. Apesar de as duas obras estarem próximas uma da outra cronologicamente, existe uma realidade muito distinta entre a primeira versão e a atual”.

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