Hospital às 09:36

Lucas Viana vai parar no hospital por causa de cigarro eletrônico

Lucas Viana no hospital tomando soro
Lucas Viana sentiu falta de ar por causa do cigarro eletrônico – Foto: Reprodução/ Instagram @eulucasviana

Em uma série de vídeos postados em suas redes sociais, Lucas Viana contou a péssima experiência que teve por conta do uso de cigarro eletrônico. O vencedor da 11ª edição de “A Fazenda” foi parar em um hospital no domingo, 26 de junho, devido a uma falta de ar causada pelo uso do dispositivo.

Lucas fez um alerta sobre os malefícios do cigarro eletrônico, cujo uso é proibido. “Eu estava em uma festa e de repente me faltou o ar de um jeito surreal. Parecia que estava tudo entupido, como se estivesse afogando. Fui socorrido, me deram um aparelhinho de oxigênio. Tudo isso aconteceu por conta de cigarro eletrônico, vaper”, disse ele.

“A gente nunca acha que vai acontecer com a gente. Hoje, foi comigo, mas amanhã pode ser com você. Isso [o cigarro] a partir de hoje não fará mais parte da minha vida. Fica o alerta aí, porque o negócio é sério. A sensação é que parece que você vai morrer”, continuou Lucas Viana.

O influenciador digital ainda ressaltou que embora tivesse feito todos os exames respiratórios indicados pelo médico, ainda está sentindo alguns episódios de falta de ar.

O modelo vai consultar um cardiologista para identificar se há alguma outra complicação.

“Esse é o preço de não ter escutado e dado credibilidade para todas as notícias que já alarmavam os perigos do uso de cigarro eletrônico”, finalizou.

QUAIS OS RISCOS DO CIGARRO ELETRÔNICO?

Embora proibido desde 2009, o cigarro eletrônico é “febre” entre muitos jovens, por sua facilidade de consumo: basta apenas uma bateria para esquentar o líquido que forma a essência. Normalmente, é uma mistura de água, aromatizante alimentar, nicotina, propilenoglicol e glicerina vegetal.

O grande diferencial do eletrônico para o tradicional é que no primeiro, no lugar do tabaco macerado, é aquecida a nicotina líquida. O cigarro tradicional, no Brasil, tem um limite de 1 mg de nicotina por cada cigarro, enquanto os eletrônicos, que são pequenos e se assemelham a um pen drive, chegam a até 57 mg da substância por ml do líquido.

A nicotina é mais rapidamente absorvida pelo pulmão e pelo cérebro, liberando a dopamina e aumentando a sensação de prazer e bem-estar.

As consequências do uso do cigarro eletrônico são enormes. Ele obstrui as vias aéreas e os aditivos presentes lesionam o coração, levando à obstrução, também, da parede das artérias que conduzem o sangue e, assim, é facilitada a formação de trombos.

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