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Samara Felippo revela episódio de racismo sofrido pela filha na escola

fotomontagem de samara felippo maquiada e filhas em uma chamada de vídeo

Reprodução/Instagram @sfelippo/Montagem

Samara Felippo é uma das mães mais carinhosas da atualidade, e ela sempre deixou muito claro que faria de tudo e lutaria contra todos pelo bem de suas filhas, frutos do relacionamento com o jogador de basquete Leandro Barbosa.

Por meio de uma live no Instagram, a artista revelou que a filha Lara, de apenas oito anos, sofreu um episódio de racismo na escola, sendo chamada de “negrinha chata” por um dos colegas.

“Ela veio me contar isso, sei lá, uma semana depois do ocorrido. E aí, me deu uma taquicardia momentânea e eu falei: ‘filha, está tudo bem? Como é que você recebeu isso? Você precisa falar para a professora na hora’”, revelou ela.

“Porque o menino branco lá que falou não pode repetir isso. Ele precisa aprender que isso é crime… Eu falei: ‘fala para ele que se ele não pagar, os pais dele vão pagar’”.

Em seguida, Samara entrou em contato com a instituição, pedindo de providências fossem tomadas em relação ao episódio de racismo.

“Como é que a gente vai começar a ter uma resposta positiva da sociedade se esse menino branco chega na escola, que se diz inclusiva, antirracista, mas em casa os pais são imbecis, e ele vai repetir os que os pais estão falando?”, questionou ela.

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“E crianças como a minha filha e tantas crianças pretas que deixam de ir para a escola e são feridas na primeira infância, atravessadas pelo racismo. Eu fiquei muito p*ta”.

Até o momento, Samara Felippo disse ter recebido um email da escola afirmando ter chamado Lara para conversar e marcado uma reunião com o garoto e os pais.

PESQUISANDO SOBRE RACISMO PELAS FILHAS

Samara Felippo afirmou, durante participação ao “Sexta Black”, programa do GNT apresentado por Luana Génot, que passou a procurar saber mais sobre o racismo por conta da criação das herdeiras.

“Eu vivia muito na minha bolha branca, romantizada. Vivi durante muitos anos nesta bolha. Furar é muito difícil, requer informação, abrir a mente, consciência. Acho que isso veio aos poucos. Não foi uma chave que virou de repente”, afirmou ela.

Ainda, ela ressaltou o fato de que a criação das pessoas é pauta no racismo, e que muito do preconceito vem de forma institucionalizada socialmente.

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“E nem culpo os meus pais por isso, porque também foram criados por pais racistas. É um assunto delicado de eu falar. A gente cresce tão racista, que eu lembro que tive a cesárea, e uma amiga minha disse que eu saí sedada, falando: ‘E o cabelinho dela, como é?’”, desabafou.

“Até onde vai o subconsciente, entranhado na gente. Eu nunca contei para ninguém, é a primeira vez que estou abrindo”, explicou.

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