Música às 11:41

Empresa Cube anuncia saída de Soojin do grupo de K-Pop (G)I-DLE

cantora de k-pop soojin maquiada e posando em selfie

Reprodução/Instagram

O mundo do K-Pop está passando por muitas mudanças nos últimos dias, e de acordo com site Soompi, a Cube Entertainment emitiu um comunicado revelando a saída de Soojin do grupo (G)I-DLE.

Vale ressaltar que, desde o mês de março, a cantora estava afastada das atividades da banda após receber acusações de prática de bullying na época em que ainda estava na escola.

Na época do afastamento, tanto Soojin quanto a Cube negaram as acusações, afirmando que tomariam medidas judiciais para combater quem originou a notícia sob acusação de fake news.

“Olá. Aqui é a Cube Entertainment. Em primeiro lugar, a agência gostaria de pedir desculpas por ter causado preocupações em relação a polêmica que envolveu a nossa artista Soojin. Hoje estamos anunciando a decisão de que Soojin vai deixar o grupo”, disse o texto.

“O (G)I-DLE vai ter agora cinco integrantes. Vamos continuar fazendo nosso melhor e dar apoio ao (G)I-DLE para que elas possam crescer ainda mais na música e em suas performances”, completou o comunicado.

Ainda permanecem no (G)I-DLE, cuja entrada no mundo da música aconteceu em 2018, as integrantes Miyeon, Minnie, Soyeon, Yuqi e Shuhua.

SEUNGRI, EX-CANTOR DE K-POP, É CONDENADO À PRISÃO

O mundo do K-Pop faz muito sucesso pelo mundo afora por conta de suas canções e coreografias, mas também surgem muitas polêmicas. Agora, o ex-cantor de K-pop, Seungri, foi condenado a três anos de prisão por incitação à prostituição. A informação foi divulgada pela imprensa internacional nesta quinta-feira (12), após decisão de um tribunal militar.

De acordo com as informações, ele foi considerado culpado de nove acusações. Seungri abandonou a carreira artística depois que o escândalo veio à tona em 2019, ainda e se alistou ao Exército.

O grupo Big Bang ficou famoso em 2006 e Seungri, cujo nome verdadeiro é Lee Seung-hyun, se tornou um empresário de sucesso desde então.

Seungri era acusado organizar serviços sexuais para potenciais investidores em seu negócio, assim como de promover jogos de azar no exterior em cassinos de Las Vegas, envolvendo transações ilícitas de divisas.

“É difícil acreditar que o réu não estivesse a par dos pagamentos financeiros feitos às mulheres em troca de serviços de caráter sexual. Parece que realizou um serviço de prostituição sexual sistemático”, disse o juiz.

O fato de ter dado declarações contraditórias em seus interrogatórios para a polícia e no tribunal complicou a vida do ex-artista ainda mais.

Além dos três anos de prisão, o cantor também foi condenado a pagar uma multa de US$ 1 milhão (R$ 5,2 milhões) a título de restituição.

No entanto, nas redes sociais, muitos internautas disseram que, apesar de ser declarado culpado, a pena foi “muito leve”.