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28/09/2020 | 09h15m - Publicado por: Flávia Almeida | Foto: Reprodução/Instagram

Acredita? No amor, Gianecchini diz que já foi rejeitado

Ator disse que se acha muito mais bonito hoje

Acredita? No amor, Gianecchini diz que já foi rejeitado - Reprodução/Instagram

Já são sete meses de quarentena, por conta da pandemia do coronavírus. E neste período, Reynaldo Gianecchini permanece solteiro. Aliás, é como solteiríssimo que ele define seu status.

“Amor de quarentena, só o da microficção por WhatsApp de que eu participei. Meu signo é dito de muita intensidade, mas de extremos. Então, pode rolar um período hipersexual e um de hibernação”, disse o ator à revista Canal Extra.

Sempre com sua beleza destacada por todos, Reynaldo afirmou que a imagem que hoje vê diante do espelho lhe agrada mais.

“Eu me acho mais bonito e me gosto muito mais agora do que na época de ‘Laços de família’”.

Ele destacou que o estigma da beleza tem um preço.

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“Sempre senti que eu tinha que pagar um pedágio por ser bonito. Acho que, quanto mais velho eu ficar, mais vão reparar no meu trabalho. Eu também busco o belo, mas não o óbvio. E a verdade é que nunca me senti tão bonito quanto sempre falam. A fantasia da TV tem grande culpa nisso, porque antes de ficar famoso eu saía às ruas e ninguém ficava: ‘Nossa, que cara lindo!’”

O ator contou que, em assuntos do coração, já foi muito rejeitado.

“Até porque, amada, esse pacote que eu virei é bem complexo de carregar. Poucas pessoas encaram o que eu represento, tudo o que vem comigo por ser uma pessoa pública. Acredite: é mais difícil do que fácil de acontecer.”

Sexualidade, paternidade e afins

O escorpiano, que completará 48 anos no próximo dia 12 de novembro, não quis falar sobre sexualidade.

“Eu já falei o que tinha pra falar. É um assunto que vai longe e as pessoas insistem em tratá-lo de uma forma muito pequena”, desculpou-se.

Gianne falou sobre paternidade é outra questão que lhe trouxe dor de cabeça. Há dois anos, ventilou-se que ele teria acordado ter um filho com uma amiga por inseminação artificial.

“Nunca aconteceu essa história. Cadê essa criança? Ter filhos é algo que acontece ou não na vida da pessoa. A princípio, não tenho vontade de fazer uma produção independente. Existe uma romantização de que é lindo ter um filhinho. É lindo mesmo. Mas tem todo um outro lado que é criar uma criança nesse mundo difícil. E aí a pergunta é: você está disposto a pôr a mão na massa para criar um ser incrível neste planeta? O que eu vejo muito é gente delegando para as babás ou surtando. Paternidade é um processo cármico. Se não acontecer, talvez você não tenha esse carma.”

Ele lembrou com carinho de seu casamento com Marília Gabriela, de quem se separou em 2006. Assim como seu personagem em Laços de Família, novela que está sendo reprisada no Vale a Pena Ver de novo, ele era mais jovem. Marília é 24 anos mais experiente que ele.

Quando jovem, achava mais interessante me relacionar com pessoas de mais idade. E aí me apareceu uma mulher daquele nível, tão ‘uau’ como a Marília. Fiquei alucinado! Casar foi uma decisão radical para mim, um cara livre, que sempre amou levar uma vida cigana. Tenho muito amor por essa relação até hoje”, disse ele ao Canal Extra.

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Beijos com Vera Fischer

Giane destacou ainda que os beijos calientes com Vera Fischer renderam muita fofoca.

“Não era confortável, claro, por mais que Marília também fosse atriz e entendesse. Eu também não gostaria de ver minha mulher beijando daquele jeito. Mas ela lidou muito bem, a gente tinha muita segurança. Eu estava 100% no casamento, mas muita gente criou historinha, fofoca...”

Apesar das boas lembranças, Gianne afirmou que casar não está em seus planos.

“Como tenho alma cigana, está tudo certo em estar sozinho. Gosto muito de liberdade. Mas é lindo ter um amor. Fui casado por quase nove anos e adorei. Só que tem que ser muito forte. Enquanto essa pessoa não aparece, vou vivendo como gosto.”

E o jeito de que ele mais gosta é no anonimato.

“Essa parte da superexposição não é confortável. Não reclamo de nada, minha vida é muito boa. Mas sinto falta de dar uma sumida. Faço isso quando viajo para fora do país. Meu programa favorito é sentar num banco de praça ou num café. O prazer maior está em observar, não em ser observado.

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