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23/06/2020 | 12h17m - Publicado por: Giovanna Prisco | Foto: Reprodução/Instagram/@mateuscarrieri1

Após covid-19, Mateus Carrieri fala sobre decepção com o Brasil

Ator foi diagnosticado com o novo coronavírus

Após covid-19, Mateus Carrieri fala sobre decepção com o Brasil - Reprodução/Instagram/@mateuscarrieri1

Felizmente, Mateus Carrieri superou o novo coronavírus e atualmente pode ser visto nas versões online dos espetáculos Lili Carabina e O Vendedor de Sonhos.

Em uma entrevista para a Revista Quem, o ator comentou sobre a situação.

"Lili Carabina está disponibilizada gratuitamente pelo YouTube. Como é uma peça que não está mais em cartaz, não vejo problemas em estar disponível. Sobre O Vendedor de Sonhos, ainda voltaremos a entrar em cartaz. Para assistir, há ingressos online a preços de 15 reais. É um preço muito barato, uma ótima alternativa para quem quer ver algo diferente da rotina de filmes e séries, mas claro que nada substitui o teatro em si, que é único e mágico. São alternativas paliativas, emergenciais", disse ele.

Coronavírus

 

O ator foi diagnosticado com a Covid-19 no início da pandemia no Brasil e contou que teve sintomas leves.

"Fiquei 20 dias isolado em casa, sozinho. Meu filho me trazia comida. Tive sintomas leves, mas estou zerado. Não é fácil, não", afirmou.

O artista ainda comentou que teve medo.

"Começou com uma leve conjuntivite, diarréia e dor de garganta. Fui ao ponto socorro, fiz o teste e deu positivo. Consegui me tratar em casa e fui melhorando. É muito ruim ficar isolado, dá medo e a cabeça começa a dar uma viajada. Meus sintomas foram leves. Já tive gripes muito piores, já trabalhei com febres altas. Antes, quando a gente tinha gripe, a gente não tinha medo de morrer. Esse é o problema do Covid. Agora, graças a Deus, está tudo bem, tudo zerado", comemorou.

Quarentena

Durante este período delicado, Mateus defendeu a prática de atividade física.

"É muito importante que as pessoas mantenham algum nível de atividade física. Treinar em casa não é o ideal, mas é possível. Não acho que as pessoas tenham que se matar de treinar em casa. Essa fase vai passar. Logo, logo elas poderão ir à academia, ao clube, ao parque. Acho que treinar em casa é emergencial, paliativo. É o que temos neste momento, mas o ideal é ao vivo, com o professor", disse.

O artista também comentou sobre como está enfrentando o isolamento social.

"Tenho cuidado da minha família. Meu pai já é um senhor de idade, então tenho feito de tudo para que ele não saia de casa de jeito nenhum. Tenho saído algumas vezes para ir ao mercado. Minhas filhas têm aulas online e também não saem de casa. Tenho pedalado na rua porque acho que isso não oferece risco a ninguém. Eu, sozinho, sempre com máscara e sem contato com ninguém. Além de levar muito a sério os cuidados de higienização, uso de álcool em gel. De resto, estou esperando e um pouco chocado com as notícias do Brasil. É triste a forma como o Brasil está encarando esse problema todo. É decepcionante", desabafou ele.





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