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29/06/2020 | 15h00m - Publicado por: OFuxico | Foto: Reprodução/Instagram

Beyoncé lança álbum visual 'Black is King' na Disney+

Black Is King é um livro de memórias comemorativas do mundo sobre a experiência Black, segundo a Disney

Beyoncé lança álbum visual 'Black is King' na Disney+ - Reprodução/Instagram

Beyoncé surpreende novamente os fãs ao anunciar seu novo projeto em parceria com a Disney+ (Disney Plus), o novo álbum visual, Black Is King. A cantora e compositora de 38 anos anunciou a nova oferta, que foi produzida e dirigida por ela e baseada na música de O Rei Leão, The Lion King: The Gift, e estreia no serviço de streaming Disney+ dia 31 de julho.

A Parkwood Entertainment, da Disney e de Beyoncé, disse em um comunicado conjunto neste fim de semana:

"'Black Is King' é um livro de memórias comemorativas do mundo sobre a experiência Black. O filme é uma história que informa e reconstrói o presente. Uma reunião de culturas e experiência compartilhada de crenças geracionais. Uma história de como as pessoas que foram as mais prejudicadas tem um dom extraordinário e um futuro resolvido".

O novo álbum visual apresenta várias estrelas, incluindo Childish Gambino, Kendrick Lamar, Pharrell, 070 Shake, Tierra Whack, Jay-Z, Blue Ivy Carter e Jessie Reyez, além de Wizkid, Shatta Wale, Burna Boy, Burna Boy, Mr Eazi, Tiwa Savage, Tekno, Yemi Alade, Busiswa e Salatiel.

Isso acontece depois que Beyoncé lançou uma música surpresa, a faixa 'Black Parade' na plataforma Tidal na sexta-feira (19).

Sem nenhum aviso, Beyoncé lançou o single Black Parade no mesmo dia em que se celebrou, nos Estados Unidos, o Juneteenth, ou Dia da Emancipação, que libertou os escravos no país em 1865. Claro que a reparação histórica dos fatos, assim como no Brasil, ainda é uma luta constante, todavia acabou ganhando um significado ainda mais forte depois das constantes menifestações contra o racismo e a violência policial após a morte de George Floyd, um homem negro, por um policial branco no estado do Minnesota.

É por isso que em um dos trechos da canção ela pede para erguer os punhos e mostrar o amor negro. Ao longo de uma carreira de cerca de três décadas, iniciada antes mesmo do grupo Destiny's Child receber esse nome, Beyoncé compreendeu o tamanho do seu nome, do alcance que ele recebe prlos mínimos detalhes.

Ela deixou as companheiras Kelly Rowland e Michelle Williams. Ambas seguiram destinos solos. O diferencial é que a filha de Tina Knowles e irmã de Solange Knowles teve toda uma produção por trás que a colocou no radar de muita gente e hoje ela sabe muito bem tocar esse barco por si só.

Ela tocou tão bem pela maré que durante um tempo no qual as pautas feministas não eram levadas com afinco para o mainstream, Bey discutia o maschismo em If I Were A Boy e Single Ladies, por exemplo. Com Who Run The World (Girls) ela dava ainda mais voz às mulheres e, como uma mulher negra, a representatividade para o público negro e feminino dela tornava-se alarmante em um bom e necessário sentido.

Mas o ativismo pelo seu povo foi confirmado e engrandecido em 2016, com a chegada do álbum Lemonade. Já pensou quem teve tanta relevância musical e social na década passada quanto Beyoncé?

Dona de seis discos, inúmeros Grammy Awards, topos e números e mais números significativos em paradas musicais... Nada disso foi capaz de ditar qualquer regra para a artista que se reformulou e decidiu usar o poder que tem para lançar Formation como single, denunciando, explicitamente, a violência policial contra negros.

Nem mesmo a limitação de alcance a barrou. Apesar de ter sido lançado somente no Tidal, plataforma de streaming de Jay-Z, marido da cantora, e parte exclusiva da ferramenta até o ano passado além dos clipes no YouTube, a pauta era Beyoncé se repaginando, dizendo assim; denunciando a traição do amado, o perdão e dando ainda mais brilho à beleza da cultura afro.

Estrela à moda antiga, provavelmente o fato de não expor tanto a sua imagem particular, familiar faz dela uma figura que não satura e não precise chegar chegando a todo momento, porque vir de supetão virou a marca registrada da diva.

Ela reformulou o festival Coachella; ressignificou o nome e explodiu as redes sociais com o Beychella, em 2018, que veio a ser o foco de um documentário, o Homecoming, da Netflix. Nunca o Coachella foi tão negro antes. Beyoncé mandou o recado!

Mãe de Blue Ivy e os gêmeos Rumi e Sir, o futuro terá muita Beyoncé ainda. E, com certeza, ela estará presente em algum livro de história, seja ele físico ou digital.

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