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03/07/2018 | 15h10m - Publicado por: Nelson Granja/Empoderadxs | Foto: Reprodução Instagram/@gio_ewbank

Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank encabeçam boicote a youtuber acusado de racismo

O casal de atores se posicionou contra o digital influencer Júlio Cocielo

Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank encabeçam boicote a youtuber acusado de racismo - Reprodução Instagram/@gio_ewbank
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O casal Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank começaram uma campanha virtual nas redes sociais, pedindo boicote ao youtuber Júlio Cocielo.

O casal de atores se posicionou contra o digital influencer, que conta com mais de 11 milhões de seguidores no Instagram e com quase 17 milhões de inscritos no YouTube.

Para quem está por fora do close errado, Júlio Cocielo fez comentários racistas, no último sábado (30) durante o jogo entre França e Argentina pela Copa do Mundo, em seu Twitter.

“Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein [sic]”, publicou ele  se referindo ao jogador do time francês, Kylian Mbappé. Depois disso, internautas resgataram postagens antigas, nas quais o youtuber fazia mais comentários racistas, incluindo um que até sugeria “exterminar os negros”.

Após a enxurrada de críticas, ele postou uma nota se desculpando, justificou suas publicações e excluiu os tuítes antigos.

“Você tem noção do que são 11 milhões e 200 mil pessoas? Eu ajudo. É a população inteira da Bélgica. É um milhão a mais do que a população de Portugal. São 143 Maracanãs lotados. São todas as pessoas que ainda estão apoiando diretamente um influencer assumidamente racista”, escreveu Bruno.

“Temos que cobrar posicionamento das marcas que o patrocinam, é claro. Mas são os outros famosos que ainda o seguem e, principalmente, as pessoas comuns, anônimas, que verdadeiramente me preocupam. Apoiar uma pessoa racista é ser conivente, sim”, completou.

O ator ainda pediu para que marcas – que já se posicionaram sobre o caso -, celebridades e pessoas comuns parem de apoiar, seguir e curtir as publicações do youtuber. 

“Num mundo digital em que seguidor significa dinheiro e carreira, a gente precisa entender a importância do boicote. (…) As marcas só chegam até essas pessoas porque elas têm audiência, visibilidade, constroem um público que interessa para as empresas atingir. A responsabilidade é de todos. Precisamos, é claro, cobrar as marcas, mas também precisamos chamar atenção dos outros famosos que seguem/dão like/fazem parceria com essas pessoas racistas, machistas, LGBTfóbicas e gordofóbicas. É obrigação de todos nós constranger e vigiar nosso círculo social. Educação antirracista não é somente pra criança, racismo não tem idade. A hora de aprender e ensinar é agora”, completou.

Matéria original do site Empoderadxs, cedida gentilmente para OFuxico.

 





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