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01/04/2019 | 08h00m - Publicado por: Flávia Almeida | Foto: Divulgação/Órfãos da Terra/TV Globo/Paulo Belote

Conheça a história de Órfãos da Terra, nova novela da Globo

Trama estreia nesta terça (2)

Conheça a história de Órfãos da Terra, nova novela da Globo - Divulgação/Órfãos da Terra/TV Globo/Paulo Belote

Fardús (paraíso, em árabe) é uma fictícia cidade do interior da Síria, cujos moradores vivem o clima de alegria e paz, apesar do conflito que assola o país. Lá, mora a família do engenheiro Elias Faiek (Marco Ricca) e Missade (Ana Cecília Costa), cozinheira, dona de um bem-sucedido restaurante na região. Eles são pais de Laila (Julia Dalavia) e Khaléd (Rodrigo Vidal), que está prestes a completar cinco anos, a serem celebrados em uma festança. Missade conta com a ajuda das mulheres da família para dar os últimos retoques no salão de seu restaurante e preparar os quitutes sírios do banquete.

O aniversário do menino é um sucesso. Até que rebeldes invadem o local. Fardús é alvejada por bombas aéreas, causando destruição por toda parte. Elias, Laila e Missade não são atingidos pelo bombardeio, mas Khaléd fica gravemente ferido na perna. Com a cidade em ruínas e depois de perderem tudo, Laila e sua família atravessam a fronteira da Síria a pé em direção ao Líbano. Eles buscam abrigo em um campo de refugiados, na capital Beirute, para cuidar da saúde de Khaléd.

Centenas de pessoas, como eles, vindas de todas as partes da Síria, vivem em barracas, em situação de contingência. Sem perspectiva de futuro e lamentando o que deixou para trás, a família Faiek passa seus dias juntando os cacos do que restou e se organizando para buscar refúgio no Brasil. A ideia de Elias é usar todo o dinheiro que conseguiu recuperar dos escombros de sua casa para comprar passagens para São Paulo, onde mora Rania (Eliane Giardini), prima de Missade.

O sheik Aziz Abdallah (Herson Capri)

O poderoso sheik das arábias

Na mesma Beirute que abriga o campo de refugiados, está localizada a suntuosa mansão de Aziz Abdallah (Herson Capri), um poderoso sheik árabe, radicado no Líbano. Ele vive com suas três mulheres e filhas. Soraia (Letícia Sabatella) é a sua primeira esposa e mãe de Dalila (Alice Wegmann). As outras duas, Fairouz (Yasmin Garcez) e Áida (Darília Oliveira), têm ainda menos importância dentro do harém de Aziz. Além de terem vindo depois, nenhuma delas, assim como Soraia, foi capaz de dar ao sheik um filho homem.

Na falta de um herdeiro varão, Aziz elege Dalila como a filha preferida, sua sucessora na presidência das empresas. Para isso, a jovem está sendo educada nas melhores escolas de Londres. Machista e obcecado por poder, Aziz percebe nela uma inteligência incomum, além de arrojo, determinação e ambição. Características que o pai está convicto de que ela herdou dele. Justamente por isso, Dalila é o orgulho de Aziz.

Além da família Abdallah, na mansão também vive o séquito de empregados e homens de confiança do sheik. Um deles é Jamil Zariff (Renato Góes). Mais do que um funcionário, é afilhado de Aziz. O sheik o resgatou, ainda criança, junto de seu primo, Houssein (Bruno Cabrerizo), em um orfanato para lhes dar casa, comida e estudos. Em troca, Aziz exige extrema lealdade e dedicação.

para manter-se leal, Houssein Zarif esconde a paixão que sente por Soraia. Uma lealdade quase cega também move Fauze (Kaysar Dadour), outro guarda-costas de Aziz, e Youssef Abdallah (Allan Souza Lima), sobrinho do sheik. Louco por Dalila (Alice Wegmann), ele faz de tudo para provar ao tio que merece se casar com sua filha.

Mas é Jamil o escolhido para se casar com a filha do sheik. Escolha feita pela própria Dalila, que o deseja em segredo desde de muito jovem. A mão da moça é então oferecida por Aziz ao jovem empregado, como recompensa, após um grande ato de lealdade do rapaz para com seu patrão. Jamil sonha se casar por amor, com uma jovem de sua escolha.  Ele rechaça o enlace com Dalila, cujo rosto jamais viu.

O amor desperta em meio ao drama dos refugiados

O campo de refugiados de Beirute funciona como um grande mercado para Aziz Abdallah. É lá que ele, aproveitando-se do estado miserável em que muitos se encontram, busca pessoas dispostas a trabalhar a troco de muito pouco ou quase nada. No local, também costuma procurar moças “para sua diversão”, em troca de dinheiro. Até que se encanta por Laila, que está prestes a viajar para o Brasil junto de sua família, e resolve tomá-la como sua quarta esposa.  Ele propõe um acordo financeiro a Elias (Marco Ricca) em troca da mão de Laila. Mesmo numa situação muito difícil, Elias recusa a proposta.

Jamil também está no campo e é surpreendido pela visão de uma bela jovem brincando com algumas crianças. A  jovem é Laila. Numa troca de olhares, eles se encantam um pelo outro. O encontro é rápido, mas suficiente para acender uma chama em seus corações.

Apesar do interesse por Jamil e da negativa do pai à proposta indecorosa de Aziz, Laila é forçada a tomar uma dolorosa decisão: casar-se com o sheik Aziz Abdallah para salvar seu irmão Kháled. Os ferimentos do menino se agravaram e ele pode morrer, se não for atendido num bom hospital. A família ficou sem dinheiro algum, depois que Elias foi roubado, a mando do próprio Aziz, que fez isso de caso pensado, a fim de tornar os Faiek ainda mais vulneráveis ao seu assédio.

Quando Laila chega à mansão de Aziz para casar-se com o sheik, Soraia se compadece da moça, já que viveu a mesma situação no passado. Ela revela para Laila que foram os capangas de Aziz que assaltaram Elias, deixando a família na miséria. E anuncia a morte de Kháled, ocorrida logo depois de uma cirurgia de emergência. Sem motivos para seguir adiante no sacrifício de se casar com Aziz, Laila foge da mansão com a ajuda de Soraia. Como homens e mulheres não se misturam nas cerimônias de casamento, Aziz só se dá conta dessa fuga ao chegar ao quarto para consumar a união.

Inicia-se a longa jornada de Laila para escapar da perseguição do sheik. De volta ao campo de refugiados, ela se junta aos seus pais, e a família segue para a Grécia, de onde embarca, num navio turístico, rumo ao Brasil.

Ciente da fuga, Aziz encarrega Jamil de trazê-la de volta. Ao descobrir que a mulher que deve capturar, a esposa de seu patrão, é a mesma moça por quem se apaixonou, Jamil decide aceitar a incumbência a fim de protegê-la. Os dois se encontram no navio. E deixam marcado um encontro, dentro de alguns dias, em São Paulo.

A chegada ao Brasil e o Instituto Boas-Vindas

Ao chegar sem renda nem o endereço de Rania (Eliane Giardini), prima de Missade (Ana Cecília Costa), a família Faiek é encaminhada para o Instituto Boas-Vindas, instituição que apoia e acolhe pessoas em situação de refúgio e/ou deslocadas. Administrado pelo Padre Zoran (Angelo Coimbra), o Instituto abriga pessoas de várias etnias e culturas. Entre elas, Marie Patchou (Eli Ferreira), uma jovem congolesa que perdeu tudo em seu país após a guerra civil. Simpática e prestativa, a professora Marie se torna uma das grandes amigas de Laila (Julia Dalavia) no seu lar temporário. O namorado de Marie, Jean Baptiste (Blaise Musipère), do Haiti, fica bastante próximo de Elias (Marco Ricca). Músico nas horas vagas, Jean é mecânico em uma oficina na Vila Mariana, na zona sul de São Paulo. E, ao saber que Elias é engenheiro, consegue um emprego para ele no mesmo local.

No Instituto, Laila e seus pais conhecem também a Dra. Letícia Monteiro (Paula Burlamaqui), que presta assistência médica como voluntária, Rogério Pessoa (Luciano Salles), advogado e braço direito do Padre Zoran (Angelo Coimbra) na administração do local, e o médico sírio, refugiado, Faruq Murad (Eduardo Mossri), que vai lutar para ter seu diploma revalidado, a fim de exercer a medicina no Brasil.

Jamil vai direto ao encontro de seu amigo Ali Al Aud (Mohamed Harfouch) e é recebido com muita alegria. Filho de palestinos, Ali mora com a irmã Muna (Lola Fanucci) e o avô Mamede (Flávio Migliaccio). Com eles, toca a casa de chá ‘Aletria’, na Vila Mariana, local muito frequentado pela comunidade árabe de São Paulo.

Na vizinhança, mora uma família de origem judaica, liderada por Bóris Fischer (Osmar Prado), pai de Eva (Betty Gofman) e avô de Sara (Verônica Debom). Por ter tido a casa destruída pelo exército israelense, Mamede tem horror a qualquer aproximação entre as famílias. A tal ponto de não suportar que seu cão Sultão chegue perto da cachorra Salomé, do vizinho judeu.

A relação entre os vizinhos ganha contornos tragicômicos quando Sara se apaixona por Ali. O namoro entre eles acontece ao mesmo tempo em que Ester Blum (Nicette Bruno), a também vizinha das famílias de Bóris e Mamede, tenta arranjar o casamento de Sara com seu filho Abner (Marcelo Médici).

A ouriçada família Nasser

Alegre, falante e muito expansiva, Rania é síria e casada com Miguel Nasser (Paulo Betti), um comerciante brasileiro, também de origem síria. Os dois têm três filhas: Zuleika (Emanuelle Araújo), Aline (Simone Gutierrez) e Camila (Anaju Dorigon). Aline é a filha mais velha, casada com o nordestino e dono de uma oficina mecânica, Caetano (Glicério do Rosário). Os dois são pais do adolescente Benjamin (Filipe Bragança) e do menino Arturzinho (Rafael Sun). Aline e Caetano têm uma vida feliz, porém, incompleta. O sonho de Aline é ter uma filha, e por isso ela não dá sossego ao marido.

Zuleika é a filha do meio e braço direito do pai nos negócios da família. Juntos, eles tocam a Importadora Nasser, casa de artigos de decoração que vende peças importadas do Oriente Médio e do Extremo Oriente. Durona e despachada, um pouco atrapalhada no campo afetivo, Zuleika conta com o auxílio de sua filha Cibele (Guilhermina Libanio) nos assuntos do coração. A jovem ativista e feminista dá apoio à mãe para sair de casa ao descobrir que ela está sendo traída por seu marido, pai de Cibele.

A mais nova das filhas de Rania e Miguel é também a mais mimada e fútil. Camila gosta de boa vida e não esconde isso de ninguém. Ela dita as próprias regras e não aceita “não” como resposta.

Sempre ocupada entre cuidar da casa e de sua família, Rania não deixa de pensar em Missade (Ana Cecília Costa) e fica aflita com a situação dos parentes na Síria. Até que numa ida à oficina de seu genro Caetano, Rania reconhece o marido de sua prima e descobre que, além de Elias, Missade e Laila sobreviveram à guerra e estão vivendo no Brasil e procurando por ela há muitos meses.  Rania vai imediatamente ao centro de refugiados com Elias reencontrar sua prima e buscá-la, junto do marido e da filha, para viverem em sua casa.

 

Um anjo brasileiro no meio do caminho

Bruno (Rodrigo Simas) é um jovem fotógrafo, de perfil humanista, cuja trajetória se cruza com a de Laila. Bem-nascido, ele Quase atropela a jovem, em uma das principais vias da capital paulistana. Para ir ao encontro de Jamil, Laila sai do Instituto Boas-Vindas de bicicleta, rumo ao restaurante onde os dois combinaram de se ver. ela sente uma tontura repentina e cai da bicicleta entre os carros. Desmaiada, é levada por Bruno para o hospital. Apesar do susto, a jovem desperta imediato interesse no fotógrafo, que ouve atento e comovido o relato de sua trajetória. É ela que apresenta a Bruno o Instituto Boas-Vindas. Não tarda para ele se apaixonar por Laila e ficar impactado com as histórias que ouve, o que vai mudar sua vida.

E também a vida de Teresa (Leona Cavalli), sua mãe. Os dois têm uma relação muito próxima e uma visão de mundo que destoa completamente da de Norberto (Guilherme Fontes). Enquanto o empresário obrigou a mulher a largar a carreira artística e se revolta com a falta de ambição do filho, os dois cultivam a solidariedade e empatia em suas relações.

Empatia e solidariedade também não são práticas muito exercidas por Valéria (Bia Arantes). Interesseira e manipuladora, a namorada de Bruno logo percebe que o relacionamento deles estremece com a chegada de Laila.





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Foto: Manuela Scarpa/Brazil News

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