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23/04/2021 | 08h00m - Publicado por: Flávia Ávila | Foto: Divulgação

Dia Mundial do Livro: Veja obras que foram parar nas telas

Populares em livrarias e bibliotecas, obras literárias dominaram e ainda dominam grandes produções das telonas

Dia Mundial do Livro: Veja obras que foram parar nas telas - Divulgação

Quem não morre de amores assistindo a “Querido John”, ou deseja viajar para a Itália e viver uma grande paixão depois de dar play em “Cartas Para Julieta”, né?! O que eles têm em comum além do clima de drama e romance? A literatura!

Best sellers em diversos países, as duas histórias acabaram na sétima arte e levaram o sucesso das páginas às telas de cinema, TV e, hoje em dia, serviços de streaming. Mas este vasto campo do crossover (termo para a junção de personagens, história em um mesmo universo) artístico possui mais outros títulos que saíram das palavras escritas por autores e autoras internacionais e brasileiros.

Neste Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, data escolhida em 1930, em homenagem ao falecimento de Miguel de Cervantes, separamos aqui filmes famosos que surgiram, antes, em um livro!

Vem conferir!

Brasil

 

Cidade de Deus (2002)

Escrito por Paulo Lins, o livro foi a grande inspiração por trás do roteiro de Bráulio Mantovani e que recebeu a direção de Fernando Meirelles e Kátia Lud. Apesar de o trabalho literário, por vezes, cair no esquecimento, o longa-metragem mudou o paradigma do cinema brasileiro ao ser o único, até hoje, a receber quatro indicações ao Oscar, nas categorias de “Melhor Diretor”, “Melhor Roteiro Adaptado”, “Melhor Edição” e “Melhor Fotografia” em 2004.

Lisbela e o Prisioneiro (2003)

Assim como “O Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna, a peça de teatro homônima de Osman Lins, ilustrada por Mário Jorge Mattos, criada em 1964, mostrar a rebeldia contra o autoritarismo presente em algumas regiões no nordeste e levou a direção de GUel Arraes quando adaptada para o cinema.

Fala sério, mãe! (2017)

Thalita Rebouças ganhou o coração da garotada ao colocar em páginas os dramas adolescentes de uma forma leve, divertida e que busca ser bem real na relação entre uma jovem e sua mãe.

Deu tão certo que transformou-se em filme e o livro recebeu mais sequência, como “Fala sério, pai!” e “Fala sério, amor!”.  

Quincas Berro d’água (2010)

Um clássico da Literatura nacional, A morte e a morte de Quincas Berro d’Água, de Jorge Amado, teve direção e roteiro de Sérgio Machado. Apesar de um elenco de peso, a trama acabou pecado na transição para a comédia, mas de jeito nenhum faz o brilho do livro se apagar.

Carandiru (2003)

Indicado ao Festival de Cannes, o longa dirigido por Héctor Babenco trata-se de uma grande produção baseada no livro Estação Carandiru, do médico Drauzio Varella, no qual ele narra suas experiências com a dura realidade dos presídios brasileiros em um trabalho de prevenção à AIDS realizado na Casa de Detenção de São Paulo.

Internacional

 

Garota Exemplar (2014)

O famoso David Fincher levou às telonas um best seller de Gillian Flynn, jornalista norte-americana que tornou-se uma referência no gênero thriller/mistério. Para os interessados, é possível assistir ao filme na Netflix e ficar de boca aberta com o desfecho final.

O Código da Vinci (2006)

A saga de Robert Langdon criada por Dan Brown foi sucesso nas prateleiras de livrarias e bibliotecas para as salas de cinema, DVDs e afins. “Inferno” e “Anjos e Demônios”, livros que também contam com Langdon como protagonista, também receberam adaptações cinematográficas.

P.S. Eu Te Amo (2007)

Se você não chorou ao assistir este filme, então trate de ver de novo, é uma ordem! Brincadeiras a parte, o diretor Richard LaGravenese conseguiu transferir, com mudanças aqui e ali, a emoção do romance dramático de Cecelia Ahern para atrás das câmeras.

Clube da Luta (1999)

Escrito por Chuck Palahniuk em 1996, “Clube da Luta” parou nas mãos dos roteirista Jim Uhls que, por fim, recebeu a grande direção de David Fincher. Lançado em 1999, foi indicado ao Oscar de Melhores Efeitos Sonoros.

Aliás, em 2015, houve uma continuação do livro, intitulado CLube da Luta 2, mas até o momento nenhuma nova versão para o cinema ou TV aconteceu.

Laranja Mecânica (1971)

Anthony Burgess, em 1962, publicou a obra literária. Quase dez anos depois, em 1971, o distópico romance perturbador era anunciado nas salas de cinema sob a direção do aclamado Stanley Kubrick. 

Recebeu quatro indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor ROteiro Adaptado e Melhor Montagem.





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