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28/05/2020 | 21h00m - Publicado por: Michele Marreira | Foto: Reprodução/Instagram

Esposa de Leandro Firmino abre mercado solidário em garagem

Letícia se mobilizou para ajudar famílias prejudicadas pela pandemia

Esposa de Leandro Firmino abre mercado solidário em garagem - Reprodução/Instagram

Leandro Firmino, muito conhecido pelo papel que interpretou no filme Cidade de Deus, Zé Pequeno, está muito orgulhoso da esposa Letícia, que teve a iniciativa de abrir na garagem da casa do casal, um mercado solidáRio do projeto intitulado Mulheres da Parada, para ajudar famílias da comunidade Parada São Jorge, em São Gonçalo, Região Metropolitana, no Rio de Janeiro, conforme informou o Jornal Extra.

“Não tem vacina para a fome. Além de haver muitos casos da doença, as pessoas não têm o que e como comer. A gente disponibiliza os alimentos em prateleiras, caixotes, do jeito que dá. As famílias cadastradas podem ir até o mercadinho e pegar, sem custo, o alimento que estão precisando”, iniciou ela, falando que muitos passam por necessidade nessa pandemia causada pela Covid-19.  

Ela explicou que havia inscrito o projeto num fundo social, sendo selecionada com o valor de R$ 2,5 mil.

“Compramos cestas básicas e distribuímos para famílias cadastradas no projeto. Só que a cesta é básica mesmo: arroz, feijão, açúcar e óleo. Daí pensamos em diversificar mais os produtos para que todos pudessem ter mais itens que forneçam nutrientes necessários à alimentação diária. Tem que fazer o cadastro, ser da comunidade, nós marcamos a hora em que a pessoa pode chegar, é obrigatório o uso de máscara e a limpeza das mãos com álcool gel. Até temos máscaras doadas também caso alguém chegue sem”, pontuou.

Aberto há dois dias, o estoque já está acabando, o que a deixa preocupada.

“Eu e minhas vizinhas encabeçamos tudo ao ver a maioria das mulheres da Parada sem emprego e sem renda, já que grande parte é diarista. Nenhuma empresa ou governo está ajudando. Estamos fazendo na raça mesmo”, destacou.

Por fim, ela faz um apelo e disse que nunca foi assistencialista, mas sempre trabalhou em ONG’s, mas na área cultural.

“Nunca fiz nada assistencialista. Mas senti que precisava ajudar de alguma forma. Eu e Leandro também estamos parados, mas temos nossas reservas. E estas pessoas? Falta água nas casas para lavar a mão, falta saúde, hospital, atendimento, comida. Entre um álcool gel e um saco de feijão para botar em casa, qual eles vão preferir?”, concluiu.

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