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17/01/2021 | 14h21m - Publicado por: Flavia Almeida | Foto: Divulgação/TV Globo

Estreia de The Voice+ emociona a web

Técnicos foram às lágrimas com os candidatos

Estreia de The Voice+ emociona a web - Divulgação/TV Globo

Apostando na ideia de que sonhos não envelhecem, o The Voice +, reality musical nos mesmos moldes dos já tradicionais The Voice Brasil e The Voice Kids, estreou com louvor na tarde deste domingo (17). 

A estreante Ludmilla se uniu Mumuzinho, que chegou à turma no ano passado, e aos experientes Claudia Leitte e Daniel. 

Catarina Neves, de 81 anos, nascida em Sorocaba e moradora de Campinas, abriu a temporada com sua linda voz.

"Sou uma mulher à frente do meu tempo. Meu casamento durou uns 30 anos. Um dia dei a louca e falei que homem nenhum ia na dar em mim", contou. 

Aos 52 anos, casou novamente, com um rapaz de 23, que até hoje é seu apaixonado marido. Foi ele quem a inscreveu no programa. 

Mãe de 5 filhos, 11 netos e 12 bisnetos, ela teve todas as cadeiras viradas. 

"Eu quero o Daniel", escolheu. 

Destinado a cantores acima de 60 anos, o programa exibe o talento de candidatos, que tiveram que passar pelo crivo dos técnicos no primeiro dia de Audição às Cegas.

Natural de Porto Alegre, Vera Maria, diarista aposentada de 74 anos vestou-se de amarelo e subiu cheia de graça no palco do The Voice Mais, neste domingo (17), cantando Isto Aqui o Que É, de João Gilberto.

Como prega o programa, ela destacou seu sonho não envelhece é agradeceu aos netos gêmeos, que fizeram sua inscrição.

"Isso aqui foi uma presepada para para os meus netos! Cantei bastamte tempo, a banda parou há três anos pela morte de um dos cantores. Meus netos que me inscreveram", disse Vera.

Mumuzinho e Lud viraram as cadeiras.

"Eu vou ficar com a Ludmila", escolheu. 

Mal começou a cantar, Geraldo Maia, recifense de 61 anos, teve as quatro cadeiras viradas.

Ele contou que começou a cantar no banheiro, aos 12 anos, quando sua irmã chegou em casa com o LP Rosa dos Ventos, de Maria Bethânia.

"Foi avassalador. Atiçava o cabelo, que era grande, para ficar latecudo com ela", lembrou.

Emoção na escolha

Mais ficou muito comovido ao revelar sua opção de time.

"Vim pra cá pensando nessa pessoa. Alguma coisa nos une nessa jornada da música. Mumuzinho'.

Natural de Salvador, Zeni Ramos, de 67 anos, canta desde a infância. Mas sua formação foi um tanto inusitada.

Ela aprimorou seu dom de cantar no Mosteiro de São Bento, e foi a primeira mher negra a cantar sozinha na instituição católica.

Enfermeira por formação, a xabtoradestacou que não sabe discernir o que faz mhor.

"Não sei se sou uma enfermeira que canta ou se sou u.a cantora enfermeira", disse ela.

Todos viraram

Aplaudida de pé pelos técnicos, Zeni teve todas as cadeiras viradas

'Eu queria receber um pouquinho de cada um. Vou ficar com a versatilidade e a baianidade de Claudinha Leitte", disse.

Imagine uma jovem paulistana de 17 anos, de passagem pelo Rio de Janeiro, em Ipanema, bairro que sempre ditou moda na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ela está com os amigos no apartamento onde estava, até que alguém bate à porta. 

"Era o Vinicius de Moraes, perguntando quem estava cantando. Era eu", contou. 

Aos primeiros acordes de Fica Tudo Bem, Ludmilla já virou a cadeira para Áurea. E logo os outros técnicos fizeram o mesmo. 

"Amo vocês, mas quero saber o que o Daniel vai fazer comigo", disse, ao escolher o príncipe. 

Fã clube e torcida organizada 

Muito popular em Porto Seguro e em Arraial D'Ajuda, na Bahia, a divertida Aurea Catarina completa 70 anos no próximo dia 19. Para ela, estar no The Voice + foi um presente antecipado. 

Ela contou que já trocou um casamento pela música e foi embora para Paris. Cantando, criou os filhos. De volta ao Brasil, fixou residência em Arraial, local muito requisitado em bares e hotéis. 

Não por acaso, Áurea já conta com uma torcida fervorosa. Camisas com a inscrição "Orgulho Arraiano" foram distribuídas em Arraial D'Ajuda. 

Chamego de André Marques 

Por conta da pandemia, nada de abraços! E André Marques prometeu resgatar o abraço que não pode dar na cantora. 

"Baixou um raio de luz aqui hoje. Eu queria muito dar um abraço em você. Pera só a pandemia passar, vou te lembrar".

A empolgação dominou os técnicos logo que o carioca Zé Alexandre, de 63 anos, começou a cantar You Give Me Something 

"Tô todo arrepiado e é isso mesmo!", contou Mumuzinho. 

"A sua chegada nesse palco é um negócio especial, meu coração está disparafo", reforçou Claudia Leitte. 

Engenharia no meio do caminho 

O cantor contou que, a pedido do pai,tentou enveredar pela Engenharia. 

"Fiz até certo tempo, mas não deu pra segurar a onda porque a música falou mais alto. Tranquei a faculdade em 1980 com a ideia de voltar em dois anos, estou até agora... 

A escolha foi emocionante 

"Uma pessoa chamou muito a atenção porque tem um repertório eclético, uma energia inexplicável, um jeito meio criançona de ser. É você, Claudinha".

Natural de Jordanésia, em São Paulo, Evinha do Forró mora em Piracicaba e foi criada ao som do forró. 

Vivendo da música, tem.um trio de forró e humana da de rock, que se apresenta em casamentos. 

A artista contou que em 2018 foi diagnosticada com um câncer e foi desenganada pelos médicos. 

"Estar aqui. É um presente". 

Mumuzinho e Claudia viraram as cadeiras. Ela escolheu a loura.

A música sempre esteve presente na vida de José Mariano. Aos 64 anos, o cantor natural de São José dos Campos, em São Paulo, ele cantou o clássico A Lua e Eu, de Cassiano, é encantou Mumuzinho e Daniel. 

"Fui vocalista do grupo Raices de América, em 1984. Acho que nunca é tarde para a música", disse. 

O cantor optou pelo time de Daniel.

Trazendo no sobrenome artístico o seu estado natal, Ieda Maranhão subiu ao palco com seu vozeirão cantando Nem Morta, de sua conterrânea Alcione. 

Radicada no Rio de Janeiro há 54 anos, Ieda canta desde a infância. Aos 76 anos, contou que foi enquanto lavava roupa na Casa onde trabalhava, que sua patroa resolveu levá-la a um programa de calouros. 

Integrante da ala de compositores da escola de samba carioca Acadêmico do Salgueiro, ela fez parte do grupo musical da Velha Guarda Show e com o grupo, foi indicada ao Grammy. 

A cantora escolheu o Time de Mumuzinho. 

"Que voz potente", elogiou o técnico.

"Grilo na cuca! Cara ou coroa, eu prefiro cara!". Entre 1978 e 1980, esses versos eram obrigatórios em programas de TV e trilha garantida em festinhas. Era cantado por Dudu França. 

Aos 70 anos, o cantor subiu ao palco do The Voice + e cantou Fly Me To The Moon. 

Sem revelar em momento algum sua fama do passado, Dudu foi modesto ao contar um pouco de sua história. 

"Aos 14 anos comecei a me interessar pela música e meu aprendizado foi nos bailes. Estourei em 1978 no programa do Carlos Imperial", contou. 

Suas músicas já estiveram em trilha sonora de quatro novelas da Globo. Eta presença certa no extinto Globo de Ouro, Fantástico e foi até entrevistado no programa do Jô 

Com Todas as cadeiras viradas, Dudu escolheu Ludmilla. 

"Quero experimentar o novo", disse.

 
Cantando Olhos Coloridos clássico de Sandra de Sá, Ângela Maria, de 63 anos - fisicamente bastante parecida com a intérprete da música - mostrou muita potência na voz e conquistou os quatro técnicos.

Vinda da Freguesia do Ó, em São Paulo, ela contou que canta em karaokês e destacou que música sempre esteve em sua vida.

Daniel e Mumuzinho viraram as cadeiras e ela escolheu Mumu.




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