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24/03/2020 | 13h00m - Publicado por: Michele Marreira | Foto: Reprodução/Instagram

Funcionário da Rainha Elizabeth II contraiu coronavírus

Ele convivia com a monarca no Palácio de Buckingham, em Londres

Funcionário da Rainha Elizabeth II contraiu coronavírus  - Reprodução/Instagram

A Rainha Elizabeth II vem mostrando serenidade, resultando em sabedoria em meio à pandemia global provocado pelo novo coronavírus. Mesmo depois de ser informada que um funcionário do Palácio de Buckingham contraiu o Covid-19.

A monarca de 93 anos havia deixado há poucos dias, sua residência oficial em Londres, rumo ao Castelo de Windsor para cumprir quarentena.

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Todos os empregados com os quais o homem infectado teve algum contato receberam ordens de se manter em isolamento social.

Sua Majestade não descarta a possibilidade de um pronunciamento oficial aos súditos, com o intuito de tranquilizar a todos nesse momento de tempestade mundial.

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Quebra de protocolo

 

Faltando apenas meia hora antes do tradicional encontro anual da Rainha Elizabeth II com mulheres do condado de Norfolk, seus assessores anunciaram que a monarca não compareceria à reunião por não sentir-se bem, segundo noticiou o site do canal de TV britânico BBC.

O evento não foi cancelado, entretanto, causou certa preocupação nos súditos, pois, em 77 anos em que se encontra com as mulheres filiadas à organização Women’s Institute, essa seria a primeira falta da Rainha que participa deste momento anual desde os seus 17 anos. O apresentador da BBC, Hum Edwards, seguiu com a programação normal.

Desde que foi noticiado que seu neto mais novo, Príncipe Harry e a esposa, a atriz e duquesa Meghan Markle estavam renunciando às funções e títulos reais, a saúde da matriarca da família real agravou-se, lembrando que ela está no auge de seus 93 anos.

Happy New Year

 

De geração para geração! A Rainha Elizabeth II celebrou o início de mais uma década com um clique muito especial. A monarca apareceu ao lado dos príncipes Charles, William e George, ou seja, seu filho, seu neto e seu bisneto respectivamente. Ambos, aliás, ilustraram a ordem na linha de sucessão ao trono.

"Para marcar o início de uma nova década, foi divulgado um retrato da Vossa Majestade A Rainha com o Príncipe de Gales, o Duque de Cambridge e Príncipe George. O retrato foi tirado por Ranald Mackechnie na Sala do Trono no Palácio de Buckingham", disse a legenda do registro publicado na conta oficial da Família Real no Instagram.

Rainha Elizabeth II é casada, desde 1947, com o Príncipe Phillip e juntos tiveram quatro filhos: Charles, Anne, Andrew e Edward. Já o filho mais velho se casou com a Princesa Diana em 1981 e se tornaram pais dos conhcidos William e Harry. O casal veio a se separar em 1996 e, em 1997, ela morreu depois de um trágico acidente de carro. 

Hoje, o Duque de Gales é esposo da Duquesa da Cornualha, Camilla.

Os herdeiros também já são comprometidos. William oficializou a união com Kate Middleton em 2011 e tiveram três filhos até o momento: George, Charlotte e Louis. Harry, por sua vez, se casou com a atriz Meghan Markle em 2018. Pouco antes de completarem um ano desde a subida ao altar, chegou Archie Harrinson, primeiro filho dos pombinhos.

Coronavírus no Brasil

 

Até segunda-feira (23), o coronavírus teve uma disseminação bastante rápida: já foram infectados até a data, mais de 212 mil pessoas em 164 nações, com um total, 8.700 mortes. Além disso, as Secretarias Estaduais de Saúde contabilizam 1.629 infectados em todos os estados do Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, há, até a data, 25 mortes no país, sendo 22 deles no estado de São Paulo e 3 no Rio de Janeiro.

No país foi decretado estado de emergência na semana passada e ocorreu a recomendação do fechamento de lojas, shoppings, clubes e academias, além da conscientização e proibição do uso de praias, parques, teatros, shows, etc.

Em São Paulo, o governo do Estado recomendou o cancelamento de eventos de lazer, culturais e esportivos, com mais de 500 participantes. Também determinou a suspensão imediata das aulas em universidades públicas e em escolas da rede pública e privada.

China e Coréia do Sul

 

Na segunda-feira (23) a China afirmou ter uma queda na quantidade diária de casos novos de coronavírus. Há 4 dias foram revertidos os casos de aumento e em Pequim, capital do país, foram reforçadas as medidas para combater a quantidade de infectados vindos do exterior.

A China teve 39 casos novos confirmados no domingo (22), de acordo com a Comissão Nacional de Saúde, e estes envolveram viajantes vindos do exterior, muitos deles estudantes chineses que voltavam para casa.

A Coreia do Sul também informou que teve o menor número de casos novos, desde o pico, que aconteceu no dia 29 de fevereiro. Tal queda levou mais esperança de que, o maior surto asiático fora da China, esteja recuando. Por lá, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia (KCDC) disseram que ocorreram 64 casos novos na segunda-feira (23), o que elevou a cifra nacional para 8.961. O total de mortos por lá subiu de 110 para 118. O pico aconteceu no dia 29 de fevereiro, com 909 casos.

Irã

 

No Irã, na terça-feira (17), foram anunciadas 135 mil mortes provocadas pelo COVID-19, em apenas 24 horas.

O chefe da diplomacia da União Europeia anunciou um pacote de 20 milhões de euros para ajudar o Irã no combate ao coronavírus. Por lá, já foram registrados 23 mil casos e 1.819 mortes. Segundo Josep Borrell, o dinheiro deve ser disponibilizado nas próximas semanas.

A situação crítica no sistema de saúde iraniano foram amplificadas com o impacto das sanções dos Estados Unidos, que são ligadas ao programa nuclear do país. Até este momento, o Irã recebe ajuda enviada pela OMS e por nações como a China e algumas monarquias do Golfo, como os Emirados Árabes Unidos.

No fim de semana, as autoridades ordenaram o fechamento de centros comerciais na capital, Teerã, local que concentra a maior parte dos casos.  Mas, por conta das comemorações do Ano Novo Persa, que traz muitas festas e comemorações tanto com amigos quanto em família, muitas pessoas continuam nas ruas.

EUA e Canadá

 

Os EUA restringiram viagens aos 26 países da União Europeia, impedindo a entrada de qualquer pessoa que tenha estado na Europa nos últimos 14 dias, exceto cidadãos americanos). A decisão também foi estendida ao Reino Unido e à Irlanda.

Donald Trump, presidente dos EUA, anunciou o fechamento de escolas e pediu que sejam evitados encontros com mais de 10 pessoas, viagens sem necessidade e idas a bares, restaurantes, etc. Aos idosos, foi feita a solicitação de que fiquem em suas casas.

As fronteiras do Canadá foram fechadas a todos que não comprovem cidadania ou que sejam residentes permanentes. O número de mortos por coronavírus no Canadá aumentou quase 50% em um dia, e Justin Trudeau prevê meses de crise e pede isolamento de toda a população.

Espanha

 

A Espanha iniciou o controle em suas fronteiras terrestres desde a segunda-feira (16). Somente espanhóis, residentes e pessoas em situações especiais poderão entrar no país. Só saem de casa pessoas que precisam comprar suprimentos essenciais ou medicamentos.

No domingo (22), as autoridades espanholas informaram que, na Espanha, quase 3,5 mil dos infectados pelo novo coronavírus, são profissionais da saúde, ou seja, cerca de 12% do total de casos de Covid-19 no país ibérico.

Itália


A Itália, o país mais afetado fora da China, decretou quarentena nacional em 9 de março. Até segunda-feira (23), o país marcou 6.077 mortes pela Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. Com isso, até o momento, ocorreu um aumento de 602 casos nas últimas 24 horas, segundo a agência de notícias EFE.

Argentina


Na semana passada foi decretada a suspensão de voos por 30 dias da Europa, EUA, Coreia do Sul, Japão, China e Irã. Também foram cancelados shows, partidas esportivas, entre outros eventos que aglomerariam as pessoas.

Até o final de domingo (22), a Argentina registrou 266 casos de pessoas contaminadas, depois de terem registrado 41 casos em apenas um dia, sendo 20 deles na cidade e na província de Buenos Aires, de acordo com fontes do Ministério da Saúde.

Reino Unido

 

No Reino Unido, o primeiro-ministro, Boris Johnson, pediu a todos que evitem viagens que não sejam essenciais e o contato pessoal entre si, além de trabalharem de casa sempre que possível. Nas casas, quando houver alguém com sintomas de gripe, tosse ou febre, todos devem se manter em quarentena por 15 dias.

Por lá, o registro da pandemia causada pela COVID-19 está acelerado.

França

 

O presidente Emmanuel Macron anunciou medidas bastante restritivas no país desde a terça-feira (17). Todos devem permanecer em casa por, pelo menos, 15 dias.

Por lá, os infectados serão transportados para hospitais e até o segundo turno das eleições municipais foi adiado. Escolas e universidades do país também estão fechadas, além de pontos turísticos como o Museu do Louvre e a Torre Eiffel.

Na terça-feira (17), as autoridades sanitárias francesas anunciaram mais de 27 mortes em apenas 24 horas, elevando o total de mortes na França para 175 pessoas. Segundo Jérôme Salomom, diretor geral de saúde por lá, atualmente, existem 7.730 casos confirmados de coronavírus no país (um crescimento de mais de 1.000 pessoas em comparação ao dia anterior).

Alemanha

 

A Alemanha também anunciou diversas medidas para limitar o contato social no país, incluindo o fechamento de lojas, casas noturnas e bares.

Restaurantes deverão garantir uma distância mínima entre as mesas e funcionar em horários limitados.

As escolas foram fechadas e grandes aglomerações também estão proibidas. Além disso, o país fechou as fronteiras terrestres com França, Áustria, Suíça e Luxemburgo.

Até sábado (22), o país tinha 19.000 casos e apenas 68 mortos.





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