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08/07/2020 | 11h00m - Publicado por: Giovanna Prisco | Foto: Reprodução/Instagram/@reginaduarte

Globo exclui Regina Duarte na divulgação de reprise de Vale Tudo

Atriz protagonizou a trama, que foi ao ar originalmente em 1988

Globo exclui Regina Duarte na divulgação de reprise de Vale Tudo - Reprodução/Instagram/@reginaduarte

No começo de 2020, a Rede Globo rompeu o contrato de 50 anos com Regina Duarte, após a atriz assumir a Secretaria de Cultura do governo Jair Bolsonaro, cargo em que ficou apenas três meses.

O rompimento parece ter deixado mágoas na emissora. Na última terça-feira (7), a Rede Globo apagou a presença de Regina na divulgação da reprise de Vale Tudo.

No Instagram da Globo, foi compartilhada uma foto em que aparece diversos membros do elenco da novela de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères.

Entre eles, estão Renata Sorrah, Beatriz Segall, Cássia Kiss, Lilia Cabral, Antônio Fagundes, entre outros.

Na trama, que foi ao ar originalmente em 1988, Regina interpretou Raquel, a protagonista, que levou um golpe da filha ambiciosa, vivida por Gloria Pires

Vale Tudo será disponibilizada na íntegra a partir do dia 20 de julho, na Globoplay.

Rede Globo exclui Regina Duarte na divulgação de reprise de Vale Tudo

Confira a publicação em @redeglobo.

Regina Duarte pe processada por apologia à tortura

 

A polêmica entrevista de Regina Duarte, quando ainda ocupava o cargo se secretária especial de cultura, à CNN, no último dia 07 de maio, na qual falou sobre tortura, acabou virando caso de justiça. 

Lygia Jobim, filha do diplomata José Jobim, sequestrado e morto durante a ditadura militar, move um processo por apologia de crimes de tortura.

De acordo com o colunista Anselmo Góis, de O Globo, na denúncia, Lygia envolve também o Ministério do Turismo, que abriga a secretaria. Lygia cobra uma indenização de R$ 70 mil. A ação civil tramita no Juízo Substituto da 23ª VF do Rio de Janeiro.

Em entrevista à CNN, a então secretária da Cultura disse que "sempre houve tortura", que não se devia "ficar cobrando coisas que aconteceram nos anos 60, 70, 80". Também cantou a marchinha Pra Frente Brasil, que foi apropriada pelo regime militar e virou um símbolo do governo da época.

Em um artigo publicado no Estadão, logo que deixou o governo, em maio, Regina Diarte explicou a citação dos versos de Pra Frente Brasil.

"Nada a ver com defesa da ditadura, como quiseram alguns, mas com o sonho de brasilidade e união que venho defendendo ao longo de toda a minha vida. E me desculpo se, na mesma ocasião, passei a impressão de que teria endossado a tortura, algo inominável e que jamais teria minha anuência, como sabem os que conhecem minha história".

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