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03/10/2011 | 15h38m - Publicado por: Luigi Civalli | Foto: Reprodução

Julgamento: Médica do UCLA diz que 25 mg de Propofol não é o bastante para sedar uma pessoa

Ela ainda afirmou que Michael Jackson já estava morto ao chegar ao hospital

<b>Julgamento:</b> Médica do UCLA diz que 25 mg de Propofol não é o bastante para sedar uma pessoa - Reprodução

 

Depois de ter começado seu depoimento na última sexta-feira (30), Dra. Richelle Cooper reiniciou seu testemunho nesta segunda-feira (3). Entre as revelações mais contundentes, ela disse que usa o Propofol para sedar pacientes.

Logo no início, ela afirmou que em uma hora e meia de tentativa de reanimar Michael Jackson, ela não sentiu nenhuma reação do cantor e nenhum pulso no corpo do cantor. Ás 14h26, a doutora disse que decretou a morte do cantor no UCLA Hospital.

Ela ainda contou que havia um cateter urinário conectado ao pênis de Michael Jackson e disse que isso lhe causou estranheza já que não é um procedimento comum para um homem de 50 anos considerado saudável.

Ao ser questionada sobre o uso do Propofol, medicamento que teria causado a morte do Rei do Pop, Dra. Cooper disse que também usa o medicamento para sedar pacientes e que 25mg, o quanto a defesa alega que Dr. Murray usou em Michael Jackson, não é suficiente para sedar um paciente de 60 kg

Ela acrescentou dizendo que para sedar um paciente com Propofol, ela daria 1 mg para cada quilo de massa do paciente. "Se o paciente estivesse acordado e não tivesse tomado outro medicamento, essa seria a dose para começar".

Quanto ao resgate, Dra. Cooper disse que não havia o que ser feito para salvar o cantor. "Michael Jackson morreu antes de chegar até mim, então não havia nada que eu pudesse ter feito para mudar isso".

Ela ainda foi questionada sobre a possibilidade de ressuscitar uma pessoa que está desacordada, com olhos e boca abertas, e sem pulso e respondeu que era possível.

Com relação ao fato de que Conrad Murray poderia estar mentindo ao dar as informações para a médica do hospital UCLA, ela respondeu que o médico aparentava estar falando a verdade.

Com o fim do depoimento de Dra. Richelle Cooper, uma nova testemunha foi chamada: Edward Nixon, um executivo da empresa de tecnologia AT & T.

Confira tudo sobre o julgamento de Conrad Murray, médico de Michael Jackson!

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