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10/10/2020 | 02h00m - Publicado por: Raphael Araujo | Foto: Reprodução/Instagram

Júnior Figueiredo sobre Rodrigo Sant’Anna: ‘Relação amadureceu'

Roteirista do Multishow contou sobre passar a quarentena ao lado do amado

Júnior Figueiredo sobre Rodrigo Sant’Anna: ‘Relação amadureceu' - Reprodução/Instagram

Júnior Figueiredo é um grande profissional da televisão brasileira, sendo roteirista de diversos programas do Multishow, inclusive Tô de Graça e Os Suburbanos, estrelados pelo seu marido, o ator Rodrigo Sant’AnnaPrestes a estrear na Redação Final de Presente Professor, nova série do canal, Júnior cedeu uma entrevista à reportagem de OFuxico, comentando também sobre sua vida pessoal.

Apesar das parcerias frequentes entre ele e Rodrigo, além de dividirem uma vida desde que se casaram no ano passado, não existe algum combinado específico sobre separar as vidas profissionais e pessoais de Rodrigo e Júnior, sempre sendo um processo natural trabalharem juntos ou não.

“Eu tenho muita facilidade de escrever para o Rodrigo por conhecer a desenvoltura dele, então participo de muitos projetos dele, como o Tô de Graça e Os Suburbanos, mas o Plantão Sem Fim, na qual ele começa a gravar semana que vem, participei apenas do piloto, mas o resto da série estive fora, então a gente não direciona um foco se queremos trabalhar juntos ou separados, acontece naturalmente”, explicou Figueiredo, contando também que os dois estão escrevendo uma peça juntos, que ainda está nascendo.

“Não posso dizer muito sobre o espetáculo pois o processo está muito embrionário ainda, mas será um monólogo com o Rodrigo protagonizando. Também estamos escrevendo juntos com a Sabrina Garcia o roteiro do filme Tô de Graça, e estamos felizes nessa empreitada, com uma expectativa muito grande junto com todos da produção”, afirmou.

Quanto a relação do casal durante a quarentena da pandemia do novo coronavírus, Júnior garante que ela amadureceu.

“Quando passamos mais tempo juntos, é inevitável que não ocorra mudanças, então amadureceu muito nossa relação apesar de trabalharmos muito na quarentena. Também me senti muito abraçado pela família dele (mãe, avó e pai),a final, não vim de uma família muito estruturada e presente, mas passei por muitas coisas junto com eles, inclusive vários aniversários e uma cirurgia que o pai dele realizou, uma gata nova que adotamos, muita coisa”, revelou o roteirista.

“Foi criado um laço muito forte por conta de tudo isso, e eu que nunca fui ‘muito de família’, eu descobri a verdadeira força que uma família pode ter e significar. Então, para mim, é uma experiência que vou levar para sempre”, completou.

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Visão sobre a política e a pandemia

 

Questionado sobre a atual situação política do país, Júnior, apesar de não ser favorável a ela, não perdeu a esperança de continuar lutando.

“E sou uma pessoa de 34 anos, então eu passei pela grande esperança de que haveria uma real mudança há anos atrás, que tudo seria perfeito e maravilhoso, com as coisas nãos endo como esperávamos, mas não desanimei em relação à política, Atualmente, devo estar passando pela pio situação política que eu poderia enfrentar, mas não têm como desanimar ou sair do jogo. Enquanto a gente estiver vivo, estaremos no jogo e envolvidos, então permaneço com minhas ideias de um país melhor e de um futuro melhor”, garantiu.

“Mas ainda me entristece as pessoas que caem em discursos rasos de políticos, que perduram desde a Idade das Pedras, não vendo como a maioria deles são inescrupulosos e apoiando esse governo. Infelizmente, sempre foi assim, só ver as pessoas que estão na política, a maioria delas está envolvida com esquemas. Nunca muda, mas o pensamento das pessoas precisa mudar, e parece que muitas vezes regride, fazendo uma repetição de erros”, continuou ele.

Em relação à pandemia, ele foge de quem pensa que o ser humano vai sair melhor desta situação, acreditando que nada vai mudar de fato nesse sentido.

“Nesse ponto, sou pessimista em relação a isso, pois acho que continuaremos angustiados, ansiosos, oportunistas, e não que a humanidade vai melhorar. Porém, essa pandemia deixou as questões muito escancaradas, principalmente sobre desigualdade social”.

“Óbvio que é uma situação muito delicada e triste, mas só não vê isso quem não quiser. É o momento de mudar, de fazer alguma coisa, mas não me parece que isso será feito”, afirmou,

Por fim, ele comentou que no futuro pretende lançar um livro, pois desejou escrever como trabalho após ler A Droga da Obediência, de Pedro Bandeira.

“Estou com um livro engatilhado, que é uma ficção, um romance. Não posso falar muito sobre ele pois está na metade, e após uma revisão, muita coisa será alterada, mas estou trabalhando nele. [...] Não faço planos sobre projetos pessoais, mas a história desse livro já vem mexendo comigo a muito tempo e precisa escrever sobre isso. Deixei muito tempo para depois, mas na pandemia falei: ‘Preciso sentar e escrever’”, garantiu, contando também ter escrito uma série musical.

“Queria muito contar essa série musical. O projeto já está pronto, precisa agora vender para os canais. Mas o livro foi isso, precisava muito escrever essa história, então sentei e o fiz. Não sei se vou levar para alguma editora ou se deixarei disponível no Kindle da Amazon, mas precisava ser feito”, concluiu ele.

Animado para os próximos trabalhos de Júnior Figueiredo?





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