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23/07/2020 | 11h00m - Publicado por: Caroline Huertas | Foto: Reprodução / Instagram

Natalie Portman e famosas criam time de futebol feminino

Objetivo, segundo a atriz, é impactar a comunidade

Natalie Portman e famosas criam time de futebol feminino - Reprodução / Instagram

Natalie Portman tem um novo projeto na cartola: um time de futebol feminino. A atriz, ao lado da investidora Kara Nortman, da empresária Julie Uhrman e do cofundador do Reddit, Alexis Ohanian, está liderando um grupo de investidores para uma nova equipe do grupo Angel City em Los Angeles, que será integrado em 2022. 

A franquia foi concedida pela Liga Nacional de Futebol Feminino e é composta for vários nomes de peso, como a própria Portman, a tenista Serena Williams, as estrelas Eva Longoria, Uzo Aduba, Jennifer Garner e Jessica Chastain, e ex-jogadoras da Seleção Feminina de Futebol: Julie Foudy, Mia Hamm, Joy Fawcett e Abby Wambach. 

O objetivo disso é aumentar o interesse no futebol feminino, capitalizar a fama crescente e ampliar o acesso de jovens ao esporte, além de impactar positivamente a comunidade. 

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"Estou emocionada com a oportunidade de fazer parceria com esse incrível grupo de mulheres para trazer um time profissional de futebol feminino para Los Angeles. Juntas, pretendemos criar não apenas uma equipe vencedora em campo, mas também desenvolver uma base de fãs apaixonados. Também esperamos causar um impacto substancial em nossa comunidade, comprometendo-nos a ampliar o acesso de jovens ao esporte em Los Angeles, por meio do nosso relacionamento com a Fundação LA84. O esporte é uma maneira muito alegre de reunir as pessoas, e isso tem o poder de fazer mudanças para as atletas, tanto em nossa comunidade quanto na esfera profissional", declarou Portman. 

O grupo ainda não possui um nome, mas será o 11º a entrar na liga. 

 

Manifestação

Natalie Portman se pronunciou a favor do movimento Defund The Police, que ganhou força logo após a morte de George Floyd, no último dia 25 de maio.

“Durante toda a minha vida, a polícia me fez sentir segura. Mas esse é exatamente o centro do meu privilégio branco”, afirmou ela, explicando que teve medo do movimento exatamente por causa desse privilégio.

“A polícia me faz, como uma mulher branca, me sentir segura, enquanto meus amigos negros, familiares e vizinhos sentem o oposto: a polícia os faz sentir terror. A polícia é a sexta principal causa de morte de homens negros neste país. Estes não são incidentes isolados. Eles são padrões e fazem parte do sistema de policiamento excessivo dos negros americanos. As reformas não deram certo”, disse ela, antes de falar que Minneapolis (local aonde George Floyd morreu) “é uma das forças policiais mais progressistas do país, tendo passado por extenso treinamento antipreconceito”.

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“Sou grata aos líderes que nos fizeram questionar o status quo. E quem nos fez imaginar como seria um mundo em que investimos em alimentar as pessoas (de educação, saúde, meio ambiente, abrigo) - em vez de colocar todo o nosso dinheiro em punição. Cheguei à maioridade na minha vida, em que, se me sinto desconfortável, considero a situação errada. E esse conceito inicialmente me deixou desconfortável porque eu estava errada. Porque o sistema que me faz sentir confortável está errado”, completou.

“Uma das razões pelas quais isso está ganhando tanto impulso é porque as reformas policiais não estão funcionando, e Minneapolis era vista como um departamento policial progressivo antes do assassinato de George Floyd”, concluiu a artista, ressaltando que o Defund the Police busca “reduzir os orçamentos (e poder) da polícia em nível local e estadual e investir esse dinheiro diretamente em comunidades pobres negras por meio de serviços públicos”, e não a extinção completa da polícia.





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