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21/12/2020 | 01h00m - Publicado por: Luigi Civalli | Foto: Reprodução/Instagram

Nicette Bruno será cremada e cinzas trazidas para São Paulo

Atriz morreu aos 87 anos, vítima da Covid-19

Nicette Bruno será cremada e cinzas trazidas para São Paulo - Reprodução/Instagram

Nesta segunda-feira (21), Nicette Bruno será velada e cremada no Cemitério da Penitência, no bairro do Caju, na Zona Portuária do Rio de Janeiro. De acordo com a assessoria da Rede Globo, o velório será fechado para família e amigos próximos, e acontecerá no horário das 11h.

Por volta das 13h30, vai acontecer a cerimônia de cremação e, após isso, as cinzas serão trazidas para o jazigo da família, no cemitério da Consolação, em São Paulo, onde está enterrado o ator Paulo Goulart, que faleceu por conta de um câncer renal em 2014.

Paulo Goulart e Nicette Bruno foram casados por quase 60 anos.

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Morte por complicações da Covid-19

Na manhã deste domingo (20), um mundo artístico ficou muito triste, já que a atriz Nicette Bruno morreu, aos 87 anos, vítima de complicações da Covid-19. Ela estava internada com Covid-19 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Casa de Saúde São José, no Humaitá, Zona Sul do Rio.

O boletim médico de sábado (19), já havia sido informado que o estado de saúde dela havia piorado e que era considerado “muito grave”.

A informação da morte foi confirmada pelo hospital por volta das 13h20.

"A Casa de Saúde São José informa que a atriz Nicette Bruno, que estava internada no hospital desde 26 de novembro de 2020, faleceu hoje, às 11h40, devido a complicações decorrentes da Covid-19. O hospital se solidariza com a família neste momento", diz o comunicado do hospital.

Carreira

Nicette Bruno, que estava com 87 anos, começou a carreira aos 4 anos, em um programa infantil na Rádio Guanabara. Com cerca de nove anos de idade, ingressou no grupo da Associação Cristã de Moços (ACM) por conta de seu amor pelo teatro.

Em 1950, com a estreia da TV Tupi, participou de recitais e de teleteatros. Na emissora, atuou na primeira adaptação do Sítio do Picapau Amarelo, exibida entre 1952 e 1962. Quarenta anos depois, atuou na segunda versão da obra de Monteiro Lobato, produzida pela Globo entre 2001 e 2004, como Dona Benta.

Entres os destaques de sua extensa carreira no teatro e no cinema, na televisão estão Meu pé de laranja lima, de 1970, Éramos seis, em 1977, Sétimo Sentido, de 1982, de Janete Clair, Louco Amor, de 1983, de Gilberto Braga, Selva de Pedra, de 1986, Rainha da Sucata, de 1990, e Mulheres de Areia, de 1993, Alma Gêmea, de 2005, Sete Pecados, de 2007.

Nos últimos anos, trabalhou nas novelas como A Vida da Gente, de 2011, Salve Jorge, de 2012, Joia Rara, de 2013, I Love Paraisópolis, de 2015 e Pega Pega, de 2017.

Em 2020, foi homenageada na versão da Globo de Éramos Seis ao interpretar madre Joana, uma freira que na reta final encontrava Lola (que nesta versão foi interpretada por Gloria Pires), personagem que deu vida na original da TV Tupi.





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