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12/10/2020 | 08h00m - Publicado por: Andreia Takano | Foto: Divulgação

Pamela Otero sobre A Todo Vapor: ‘Maratonar em um dia!’

Jovem atriz conversou com a reportagem de OFuxico

Pamela Otero sobre A Todo Vapor: ‘Maratonar em um dia!’ - Divulgação

Pamela Otero, que ficou conhecida ao atuar em Quando Toca o Sino, do Disney Channel, tem brilhado na série da Amazon Prime Video: A Todo Vapor. Disponível desde setembro, a obra é um live-action de Enéias Tavares e Felipe Rei.

Considerada primeira série steampunk brasileira, a produção transformou personagens da literatura brasileira de autores consagrados como Gonçalves Dias, Machado de Assis, José de Alencar, Inglês de Souza em heróis.
Na história, os detetives paulistanos Juca Pirama e Capitu Machado vão a Vila Antiga dos Astrônomos para investigar uma série de crimes rituais.

Além de Pamela, ainda estão no elenco nomes como:  Thais Barbeiro, Luiz Carlos Bahia, Antônio Destro, Paulo Balteiro, Claudio Bruno, Pedro Passari, entre outros.

Na trama, Pamela vive sua primeira heroína, Vitória Acauã. Sua personagem é uma médium indígena, que ouve as vozes dos ventos e as entidades do além. 

OFuxico entrevistou Pamela, que contou um pouco mais sobre a produção.

Pamela Otero nos bastidores de A Todo Vapor
 

Confira:


OFuxico: O que mais te chamou atenção em sua personagem em A Todo Vapor, da Amazon Prime Video?
Pamela Otero:
Vitória é forte, mas também é sútil! Sabe quando falar e quando escutar! É precisa! Isso é marcante demais nela! Ela é uma médium indígena, eu diria que ela é extremamente conectada com a intuição dela!


OF: O que significa para você fazer parte da primeira série steampunk brasileira?
PO:
Significa Vitória mesmo! Minha personagem é o significado (risos)!! Conseguir concluir um trabalho independente e ter um lançamento em uma plataforma como Amazon Prime é uma sensação de dever cumprido imensa! Um grande começo para esta obra! Que venham mais temporadas! Mais Vitória(s)!

OF: Quais elementos da série, na sua opinião, farão o público brasileiro maratonar a produção?
PO:
Essa duplinha: temática steampunk (retrofuturista) e personagens da literatura brasileira imersos nesse universo! Fora isso, os episódios são curtos, dá para maratonar de uma vez, num dia!


OF: Tem alguma curiosidade dos bastidores da produção que você revelar?
PO:
Olha, quando eu entro no set sou super focada, se quero relaxar um pouco, sempre desconecto, meditando, lendo, tomando um café... Então de bastidores, não me lembro de nada! Mas gravamos em muitas locações diferentes, na época eu tinha carro ainda, então sempre ia alguma outra pessoa do elenco e mais pessoas da equipe comigo para as cidades onde seriam as gravações! Nos conectamos muito. As viagens eram divertidas, compartilhávamos gostos musicais, conversávamos sobre a vida! Momentos assim só foram possíveis por ser uma produção onde todo mundo ajudava como podia! Não “só” com o talento específico mas com carro, culinária, casa... Fomos praticamente uma família durante o projeto! Uma coisa que lembro com carinho foi quando gravamos algumas das diárias na cidade em que minha avó morava. Ela cedeu a casa para algumas pessoas da equipe e, depois de gravar o dia inteiro, todo mundo foi pra lá comer! Vovó faleceu no período de gravações da série... E eu não tenho dúvidas de que um dos dia mais felizes da vida dela foi quando dezenas de artistas (atores, direção, produção, enfim, a equipe toda) ficaram tudo lá na sala dela, jogando papo fora, sentados no chão... Lembro dela feliz vendo os “jóvenes” fazendo arte inteligente.”







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