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06/08/2020 | 18h20m - Publicado por: Raphael Araujo | Foto: Reprodução/Instagram

Regina Duarte quer voltar a atuar na TV Globo, diz colunista

Atriz quebrou contrato com a emissora após aceitar cargo de Secretária de Cultura no governo de Jair Bolsonaro

Regina Duarte quer voltar a atuar na TV Globo, diz colunista - Reprodução/Instagram

Regina Duarte deu o que falar ao longo dos meses de 2020, principalmente em relação ao fato de ter trocado uma carreira de 50 anos na TV Globo, ao aceitar o cargo de Secretária de Cultura no governo de Jair Bolsonaro.

Com sua saída do cargo e os planos para assumir a Cinemateca não indo para frente, a atriz estaria afirmando aos amigos artistas e escritores o interesse de voltar a atuar nas novelas de sua antiga emissora.

A informação foi dada pelo colunista Ricardo Feltrin, do UOL, que também revelou que caso uma autora em questão a convidasse para um papel em novela, ela aceitaria de prontidão.

Regina Duarte ficou pouco tempo no cargo que aceitou em fevereiro deste ano, sendo muito atacada por "olavistas" (seguidores de Olavo de Carvalho até então Guru do governo Bolsonaro), sabotada por funcionários que demitiu e criticada na internet, inclusive por ex-colegas, que não gostaram de uma série de declarações dela em entrevista à CNN Brasil.

Apesar de tudo isso, a artista garantiu que não se arrepende de nada, além de ter afirmado que tinha um projeto sério para o país e gostaria muito de ajudar sua nação.

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À época, a então Secretária da Cultura disse que "sempre houve tortura", que não se devia "ficar cobrando coisas que aconteceram nos anos 60, 70, 80". Também cantou a marchinha Pra Frente Brasil, que foi apropriada pelo regime militar e virou um símbolo do governo da época.

Na ocasião, ainda em choque com tais declarações, Lygia Jobim, filha do diplomata José Jobim, sequestrado e morto durante a ditadura militar, moveu um processo por apologia de crimes de tortura.

Já na última segunda (3), ela fez uma nova denúncia, desta vez, à Comissão de Memória e Verdade das Nações Unidas (ONU) e à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) pelo mesmo motivo.

A acusação na esfera internacional se deu por uma decisão da juíza Maria Amélia Almeida Senos de Carvalho, do Juízo Substituto da 23ª Vara Federal do Rio de Janeiro, que excluiu Regina Duarte do processo, mantendo como ré a União.





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