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04/11/2020 | 08h12m - Publicado por: Marcelo Mendes Barroso | Foto: Reprodução Multishow

Xuxa fala da intimidade na estreia de Tatá Werneck e diz que no sexo 'vale tudo'

Rainha dos Baixinhos entrou no clima descontraído do Lady Night

Xuxa fala da intimidade na estreia de Tatá Werneck e diz que no sexo 'vale tudo' - Reprodução Multishow

Tatá Werneck está de volta com novos episódios de seu Lady Night, exibido pelo canal Multishow. A estreia aconteceu em grande estilo tendo Xuxa Meneghel como entrevistada. E a Rainha do Baixinhos entrou no espírito do programa e da apresentadora e respondeu praticamente todas as perguntas, até mesmo as estilos ‘saia justa’ até as mais picantes.

Adotando todos os protocolos devido a pandemia do coronavírus, a atração contou com plateia virtual, projetada em um telão, placa de acrílico separando entrevistadora e entrevistada e nada de contato físico.

Plateia virtual no telão

Para começar, Tatá lembrou que o primeiro programa que trabalhou foi no Xou da Xuxa e as duas recordaram como se conheceram.              

“Você lembra a primeira vez que me viu?  Você estava com sua mãe, era pequenininha. Você sempre foi pequena, mas era muito pequena mesmo. Lembro que a gente estava buscando uma pessoa e você falante, falante, falante. Perguntei: ‘Quantos anos essa criança tem? Não pode ser!’ Você parecia ter bem menos que a idade que você tinha. Você se lembra dessa cena?”, perguntou Xuxa.

Werneck também lembrou que foi a apresentadora que deu seu nome artístico, que usa até hoje.

“Falei tá batizada Tatá. Me lembro que sua mãe falou: ‘Ela odeia apelido. Ela não vai querer’. E eu botava apelido em todo mundo.”

Tatá começando no programa da Xuxa

Veja agora os principais trechos do bate papo

Comeu meleca quando criança?

“Meleca nunca. Eu tenho mania de limpeza. Eu tomo de 3 a 4 banhos por dia. Eu acordo e tomo um banho. Antes de dormir outro banho. No decorrer do dia, se eu vou provar uma roupa, eu tomo um banho antes e outro depois. 3 banhos é normal.”

Já saiu na porrada com outra criança?

“Uma vez. Minha mãe me ensinava o seguinte: você não podia levar desaforo para casa. Um dia estava paradinha e veio uma menina e fez assim: ‘Odeio gaúcha e me deu um soco no olho’. Eu não fiz nada. Ela me bateu. Eu fui atrás dela, corri e dei uma rasteira nela, porque eu fui criada por irmãos e não por meninas. Eu sabia bater porque eu apanhava muito dos meus irmãos. Eu bati bastante nela. Deixei bastante deformada. Foi uma vez só. Ela caiu de cara no chão e eu subi nela e fiquei batendo a cara dela no chão. Eu parei quando vi sangue.”

“Demorou uns 10 a 15 min e fui pra casa explicar para minha mãe o que tinha acontecido. E aí chegou a menina, muito deformada. E a mãe dela estava segurando ela pela orelha e falando: ‘Pede desculpas que isso não se faz’. A mãe sabia que ela tinha feito coisa errada. E eu ficava olhando e dizendo: ‘Eu não fiz tudo isso!’

Coisas de criança

“Eu tinha uma amiga invisível. Minha amiga chamava Anne. Tinha 14 anos, cabelo encaracolado, preto e foi embora quando eu tinha 11 anos. Foi embora da minha vida. Desapareceu. Nem se despediu de mim nem nada. Simplesmente foi embora. Eu acho que foi porque eu ganhei um cachorro.”

Fez pequenos roubos quando criança?

“Uma vez eu roubei um doce, uma goiabinha, que eu não como nem a paulada por causa disso. Foi uma amiga que me ensinou a roubar. Eu chegava em cima do negócio e pegava a goiabinha e escondia. Eu cheguei em casa e não consegui comer. Até hoje se você me der uma goiabinha eu não como. Me senti muito mal.”

Já fugiu de casa?

“Fugi de casa e ninguém sentiu falta de mim. Fui, fugi, voltei pra casa e ninguém tinha sentido a falta. Voltei chorando e minha mãe: ‘E aí?’. E disse: ‘Vocês não viram que eu fugi?’”

Você criou um mundo perfeito para as pessoas. O seu era perfeito?

“Não, porque me faltava uma coisa que era a liberdade Você não pode ter um mundo perfeito se não tiver liberdade. Não tinha liberdade de falar as coisas que eu queria, nem de pensar, nem de agir da maneira que eu queria. Eu era eu é quando estava dormindo.”

Quais os medos quando começou na Manchete?

“O medo era não saber como lidar com as crianças, eu não sabia o que fazer. Uma vez eles mandaram eu ler um livro, que era de educação sexual e a criança levantou o dedo e falou assim: ‘Eu já sei como o bebê sai e agora, como ele entra?’ Eu olhei para a câmera e falei: ‘Eu não nasci pra isso não’.”

Já soltou um pum durante o programa?

“Soltei um pum na cara de uma Paquita. Foi na hora do Lua de Cristal. A Bianca Rinaldi sempre ficava atrás de mim na coreografia e passava a mão no meu bumbum. Isso me incomodava. Em um show ela fez isso. Me preparei e soltei. Na hora que ela voltou, já voltou me xingando. Nunca mais ela passou a mão no meu bumbum.”

Teve gente que torceu contra você?

“Aqui mesmo na Globo tinha gente que fazia uma torcida contra. Eles fizeram um bolão para ver quanto eu iria durar. Como eu não bebo, não fumo e não cheiro, não participo dessas festas, onde a maioria dessas pessoas tinham essas panelinhas, as pessoas nem me achavam muito legal.”

Como foi beijar Sergio Malandro no filme?

“Ele me deu um beijo quando não era pra dar. Ele botou a língua.”

Xuxa confere o papel quando se limpa depois de fazer cocô?

“Vou muito ao banheiro e sou de lavar, não gosto de usar papel. Se você passa o papel lá vai estar sempre sujo. Eu sou de lavar.”

O Juno solta pum na sua frente?

“Juno solta pum toda a hora. Ele vai me matar, mas são uns peidos mara!”

Já fumou maconha?

“Nunca fumei maconha. Tenho curiosidade para ver como é que eu fico.”

Você vendeu um mundo de esperança. Acha que isso hoje é possível?

“Hoje não é possível. Homofobia é muito forte. O machismo muito forte. Discriminação muito forte, violência contra a mulher é muito forte. É difícil falar para as pessoas: ‘Tenham fé que o mundo vai melhorar’. Eu não sei o que vai acontecer. Você precisa discordar das coisas que estão acontecendo e as pessoas não estão discordando. E as poucas que estão discordando estão com medo.”

O momento mais revelador foi durante o quadro Xou da Xana, onde Tatá conseguiu revelações bem íntimas, mas de modo metafórico.

Já chegou para brincar achando que era um Maracanã e era um Maracanãzinho?

“Sim. Mas também já teve o contrário. Se bem que o Maracanãzinho tem sua graça, mas é muito melhor um Maracanã.”

Tem um microfone particular?

“Sim”, e Tatá foi indicando com a mão o tamanho até chegar em um bem grande.

Pode entrar na sua Nave pela porta da frente e dos fundos?

“No passado só a porta da frente da nave. Mas hoje em dia, meu amor, vale tudo. E todo dia é dia de voar

Portas e abertas para a nave. Sou uma pessoa que gosta!”

E o tamanho lá da...?

“Sou uma pessoa grande. Tudo em mim é grande”

Tata Werneck terminou o programa muito emocionada por contar com a presença de Xuxa.

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