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Brasil vence o México nos pênaltis e vai à final das Olimpíadas

Brasil vence o México nos pênaltis e vai à final das Olimpíadas

Lucas Figueiredo/CBF

Depois de um jogo onde o Brasil dominou a partida, mas não conseguiu abrir o placar – obrigando o goleiro Ochoa a fazer boas defesas – e teve o azar de uma cabeçada de Richarlison bater na trave, o jogo foi para os pênaltis. Porém, a Seleção não passou nenhum drama, convertendo todas as penalidades, vencendo o México por 4 a 1 nas penalidades.

Com isso, o Brasil avançou à final da competição, aguardando o resultado da outra semifinal entre Japão e Espanha para saber quem vai enfrentar em busca do ouro olímpico. Vale lembrar que esta é a terceira final seguida da Seleção em Olimpíadas e pode se tornar um bicampeonato, já que o Brasil foi campeão em 2016, no Rio de Janeiro.

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Vale lembrar que o Brasil ainda se isola como maior medalhista olímpico da modalidade, com a garantia do sétimo pódio na história. Foi ouro em 2016, prata em 1984, 1988 e 2012 e bronze em 1996 e 2008.

A partida da final será no próximo sábado, 7 de agosto, às 8h30 (horário de Brasília), em Yokohama, palco do pentacampeonato do Brasil na Copa do Mundo.

BRASIL GANHA OURO NA VELA

Saindo do futebol e indo para a vela, a dupla de velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze reforçou o nome de suas respectivas famílias no cenário do esporte. Elas conquistaram mais uma medalha de ouro para a galeria verde e amarela, em Tóquio, nesta terça-feira, 03 de agosto, na baía de Enoshima. As atletas, que mesmo com o terceiro lugar conquistaram a medalha de ouro na classe 49erFX de vela, sabem a “responsa” que carregam.

A dupla brasileira chegou a Tóquio como favorita, mantendo uma tradição familiar na vela. Martine Grael é filha do também bicampeão olímpico Torbel Grael e Kahena Kunze é filha de Claudio Kunze, campeão mundial juvenil nos anos 1980. A família Grael, inclusive, conquistou a nona medalha olímpica somando as cinco de Torben e outras duas de Lars.

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Com resultado, Martine e Kahena agora são as primeiras pessoas, entre homens e mulheres, do Brasil a levar dois ouros olímpicos seguidos na vela. Elas entraram em um seleto grupo de atletas brasileiros bicampeões olímpicos. Até então, apenas 13 atletas tinham alcançado esse feito: Torben Grael, Marcelo Ferreira e Robert Scheidt (1996 e 2004) na vela, Adhemar Ferreira da Silva (1952 e 1956) no atletismo, Fabi Alvim, Fabiana, Jaqueline, Paula Pequeno, Sheilla e Thaísa (2008 e 2012), Maurício e Giovane (1992 e 2004), e Serginho (2004 e 2016) no vôlei.

ALISON DOS SANTOS GANHA O BRONZE PARA O BRASIL

E no começo da madrugada desta terça-feira, 03 de agosto, pintou mais uma medalha para o Brasil nas Olimpíadas de Tóquio 2020. Na final dos 40 metros com barreira no atletismo, Alison dos Santos, o Piu, foi o terceiro colocado e ganhou o bronze. Essa é a primeira conquista no atletismo nesta olimpíada e a 11ª no geral: 2 de ouro, 3 de prata e 6 de ouro.

Logo após a sua conquista, o atleta de 21 anos conversou com a equipe da TV Globo e falou sobre a emoção de ter conquistado o pódio na prova.

“Primeira coisa que passou na minha cabeça é que nós somos medalhistas olímpicos. Assim quando eu acabei a prova, tinham pessoas muito importantes para mim me ouvindo e me assistindo. Não estou aqui só por mim, corro por outras pessoas também, meu treinador, minha família, meus patrocinadores e todo mundo que torceu por mim. Eu não represento o Alison, não represento o atletismo, eu represento uma nação. Tenho eles comigo. Recebi o carinho deles isso ajudou muito por não ter público aqui. Essa medalha não é só minha, é nossa, é do Brasil”.

Ele também comentou a vitória do norueguês Karsten Warholm, que ganhou o ouro e bateu o record mundial, baixando o tempo da prova para 45s94.

“Acabou a prova e olhei para o telão e vi que estava em terceiro. Depois olhei que fiz em 45 e pensei que estava na prova errada. ‘Não é possível que é 400 metros com barreira isso aqui’. Ele era o homem que estava recebendo a pressão e quebrou o recorde mundial e fez o que todo mundo achou que era impossível”, falou.