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Djonga narra novo filme publicitário da Coca-Cola

Divulgação

Com o objetivo de estimular o público a refletir e colocar em prática novos valores e atitudes em 2021, a Coca-Cola apresentou seu novo movimento global de positividade chamado Abertos pro Melhor, o qual teve início no Brasil no último domingo (27) com o filme Poema, narrado pelo rapper Djonga.

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A obra tem como objetivo convidar o público a refletir e valorizar o que realmente importa após os desafios da pandemia do coronavírus.

“Estar aberto pro melhor é um estado de espírito. Trazer esse convite em forma de um poema é algo muito simbólico para nós, pois reafirma os valores de Coca-Cola, que é sempre tão emocional e otimista, mesmo em tempos tão incertos“, disse Marina Rocha, diretora de marketing da empresa no Brasil.

Ainda, pela primeira vez, uma peça publicitária da marca contará com legendas, em closed caption e tradução em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais). Ela também será veiculada em emissoras de televisão e salas de cinema em mais de 85 cidades, além de ser disponibilizado em todas as plataformas digitais da Coca-Cola.

“A proposta da marca é recebermos 2021 de uma maneira diferente: é um convite para que cada um faça suas reflexões individuais, que tantos de nós tivemos durante 2020. Analisar quais hábitos devemos manter nas nossas vidas e quais devemos abandonar. Reconhecendo o valor das pequenas coisas, buscando mudanças e valorizando a beleza do cotidiano. Tirar as ideias do papel e transformar em atitude”, complementou Marina.

Perigo

 

Recentemente, um show lotado na Vila do João, comunidade localizada na Zona Norte do Rio de Janeiro, colocou o nome do rapper Djonga entre os assuntos mais citados no Twitter. O cantor mineiro se apresentou para uma multidão e, empolgado, se jogou no meio do povo. Tudo devidamente registrado em diversos vídeos postados na web.

A repercussão foi enorme e, apesar da comemoração de pessoas que estiveram por lá, uma avalanche de críticas tomou conta da web, por conta da incontestável aglomeração. Além disso, máscara era item raro no evento.

Djonga se pronunciou sobre as críticas e destacou que não se isenta da culpa.

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"Ouvi muita coisa da hora, tem muita gente falando os seus pontos, os seus argumentos de um jeito da hora. Falando o que acha, o que acredita. O show foi pra galera que só trabalha e se f… e está exposta a um milhão de merda o tempo todo, e que não teve o direito de parar. Acho estranho a favela só poder se f… e não poder curtir", escreveu.

“Não sou cego e sei toda a problemática que essa fita envolve. Inclusive não me isentei em estar do lado do meu povo tanto no micro, quanto no macro, nunca, que seja na pandemia ou antes. Eu boto a cara sempre, mas minhas opiniões as vezes são controversas sobre solução.”

“Eu vim de baixo igual aquelas pessoas, então ouço a visão delas e muitas vezes concordo também. A favela pensa e sabe tomar decisões, ainda que vocês não concordem com elas e eu por outro sempre deixei claro minhas contradições, não consigo pensar em linha reta”, afirmou Djonga.

Depois, ele apagou o perfil. Em seu perfil no Instagram, ele disse que não sabe mexer no Twitter e, por esse motivo, apagou a rede.

"Eu não sei mexer naquele lugar lá, não. Tem muita gente que só quer humilhar, só quer ofender nós. E eu não tenho a maturidade ainda. Desculpa qualquer parada", afirmou.

 

Ameaçado

No Twitter, um homem publicou uma foto na qual aparece na frente da casa do Djonga e, na legenda, insinuou uma ameaça de morte.

“Estou na porta do Djonga, pronto para cometer uma atrocidade”, escreveu.

Logo depois, a conta foi apagada. Contudo, Nicole Balestro, empresária do Djonga, conseguiu uma captura de tela. Ela afirmou que as coisas tinham passado dos limites.

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