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Fabio Porchat revela que não passa Natal com a família a um bom tempo

Reprodução Instagram

Fabio Porchat revelou no papo de Segunda, desta segunda-feira (21) que, quando pequeno, não só acreditava em Papai Noel, como chegou a ver o bom velhinho.

“Eu vi Papai Noel voando no céu de trenó com as renas. Eu posso afirmar categoricamente que vi. O pessoal perguntando: ‘Onde?”. Eu vi o Papai Noel voando com as renas”, afirmou ele.

O apresentador contou também que sempre gostou e lembra muito dos seus Natais, mas que faz um bom tempo que não comemora o 25 de dezembro com seus entes queridos.

“Faz uns 15 anos que não consigo passar com a minha família, pois é o único momento que eu consigo viajar. Eu faço todos os Natais lá em casa no dia 10, dia 15. Eu antecipo o Natal pra passar com todo mundo, porque eu gosto de estar com a família e viajo no Natal”, revelou.

Fabio Porchat no Papo de Segunda

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Desilusão

Ah, o amor! Quem nunca sofreu por ele, né? Fábio Porchat também não ficou fora do grupo de pessoas que já tiveram o coração partido. Durante o podcast Simples Assim com Angélica, o apresentador, sem entrar em muitos detalhes, falou de uma decepção amorosa que terminou em acidente.

“Eu já capotei um carro por amor. Estava apaixonado e fui largado. Foi horrível. É muito ruim ser largado né? É uma sensação ruim. No momento principalmente, depois de um tempo você percebe que era uma loucura.”, contou.

"Amar é muito bom, porque a gente fica entregue. E ao mesmo tempo é horrível, porque quando você ama a pessoa, e a pessoa não tem ama, é a pior coisa que pode acontecer", completou Porchat.

Casado há cinco anos com Nataly Mega, o apresentador do Que História É Essa, Porchat?, refletiu sobre o seu casamento e comentou sobre o quanto ele e a mulher se dão bem.

“Uma coisa que eu me dei conta com a Nataly é que quando a gente está naquela paixão, naquele fogo, naquela loucura, é claro que é uma delícia, é gostoso. Mas eu percebi que eu estava apaixonado por ela quando depois da loucura e da paixão eu ainda queria estar com ela”, disse Fábio.

"Ela recarrega a minha bateria, sinto até fisicamente. Quando chego à noite, depois de trabalhar e deito do lado dela, quando encosto nela eu percebo o meu corpo fazendo um 'vlum, vlum, vlum'. Recarregando mesmo. E penso: 'que coisa boa, que sensação boa'", completou.

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O ator também falou da importância do respeito no relacionamento, felicidade e, ao refletir sobre ser feliz em 2020, falou de como é difícil viver em um momento onde tantas pessoas estão em situações difíceis.

“Por mais que eu não tenha pegado esse vírus e não tenha ninguém muito próximo que tenha sofrido muito com isso, afeta a gente. Mesmo que esteja tudo bem comigo, porque estamos num mesmo oceano mas em barcos diferentes e eu tenho o privilégio de estar em um barco legal, como você consegue ser feliz com tanta gente sem barco? É difícil, e se a gente não quiser transformar isso a gente não vai conseguir viver num mundo bom, não vai conseguir ser feliz.”, disse.

Ainda nessa reflexão, Porchat disse que quando o assunto é ajudar, não é necessário ir tão longe, e revelou como criou uma rede de boas ações que movimentou o prédio onde mora.

“Vamos olhar para quem está do nosso lado. O seu primo, a sua vizinha. Eu fiz uma coisa nessa pandemia. Uma amiga minha vendia pão de mel e eu comprei um monte com ela e distribuí no meu prédio para todos os meus vizinhos, deixei na porta deles. Eu nunca tinha falado com eles na vida. Aí liguei um por um e disse ‘deixei um pão de mel aí pra você’. No mês seguinte, começamos todos a receber pão de queijo que o outro vizinho deu, bananada, outro que era dono de uma loja de material de construção deu álcool em gel para todos os vizinhos… Chegou num ponto que eu recebi uma cartinha da dona Socorro falando ‘olha eu sou cuidadora da dona Ieda, ela vai fazer 100 anos agora, você podia mandar um beijo pra ela no seu programa? Ai eu ‘lógico!’, e fizemos mais: falamos com o síndico e cantamos parabéns pra dona Ieda no prédio (…) É uma rede do bem, vamos olhar pro outro!”, explicou.

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