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FBI revela que Whitney Houston era sempre ameaçada por fãs malucos

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A fama trouxe inúmeros problemas para Whitney Houston que culminou em sua morte trágica, no ano passado, mas não foi só o vício em substâncias que perturbou a cantora ao longo de sua carreira.

Nesta segunda-feira (4), o FBI divulgou um documento de 128 páginas, de uma investigação realizada entre 1988 a 1992, sobre cartas ameaçadoras que a cantora recebia na época.

O primeiro caso que o FBI investigou foi o de um veterano de guerra desempregado da cidade de Vermont que enviou 79 cartas para Houston e 16 para sua família.

Ele se dizia apaixonado pela cantora e a elogiava com frases como "você é a mulher mais linda e adorável que existe"

Mas todo esse amor se transformou em algo perigoso quando Whitney se casou com Bobbi Brown, quando o veterano passou a ameaçar denegrir publicamente a reputação dela. O FBI conseguiu impedi-lo de cumprir suas ameaças.

Outro caso foi o de uma pessoa não identificada que dizia ter detalhes privilegiados sobre as relações amorosas da cantora, mas que manteria o segredo caso recebesse US$ 250 mil.

Não se sabe como o caso foi resolvido, mas o pai de Whitney, John, e seu advogado, entraram em contato com o FBI para denunciar a extorsão.

Em 1999, O FBI investigou também um caso em 1999 de um fã alemão que enviou cartas ameaçadoras a Whitney além de canções que ele havia feito para ela.

O homem se designava o "Presidente da Europa", dizia ter comprado o Brasil por US$ 66 bilhões e ser o responsável pela queda do governo Sul Africano e pela eleição de Nelson Mandela.

O Bureau concluiu que nenhuma lei havia sido quebrada e portanto ninguém foi processado.

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