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Filme de Penelope Cruz e Lupita Nyong’o é adiado

Reprodução/Instagram

O thriller de espionagem The 355, protagonizado por Jessica Chastain, Lupita Nyong'o, Penelope Cruz e Fan Bingbing, teve sua estreia adiada.

O longa ia estrear em 2021, mas devido à pandemia do coronavírus, a data de lançamento foi alterada para janeiro de 2022.

O filme foi dirigido por Simon Kinberg (The Martian), que também co-escreveu o roteiro com Theresa Rebeck, de acordo com a revista Variety.

355 segue um agente da CIA que se junta a vários espiões internacionais para recuperar uma arma ultrassecreta e potencialmente devastadora.

O nome do filme é uma homenagem à Agente 355, uma espiã que foi membro do Culper Ring durante a Revolução Americana.

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O Culper Ring foi uma rede de espiões da Guerra Revolucionária Americana, organizada pelo Major Benjamin Tallmadge e George Washington, estabelecida em 1778 durante a ocupação britânica da cidade de Nova York.

A ideia de um filme de espionagem liderado por uma mulher foi proposta pela primeira vez por Chastain a Kinberg durante a produção de X-Men: Dark Phoenix, na qual ambos estavam envolvidos. Chastain também é uma das produtoras.

Os direitos do filme foram garantidos pela Universal durante o Festival de Cinema de Cannes de 2018, com o estúdio pagando mais de US$ 20 milhões pela história, segundo a Variety.

A produção física começou em 2019, com locações em Marrocos, Londres e Paris.

Filmagens adicionais ocorreram durante o verão em Londres com as precauções da COVID-19 em vigor para o elenco e a equipe.

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Angelina Jolie vai dirigir novo filme

Angelina Jolie anunciou que vai dirigir um novo filme biográfico chamado Unreasonable Behaviour, sobre a vida do jornalista fotográfico Don McCullin, que será protagonizado por Tom Hardy. Segundo o site Deadline, McCullin, um fotógrafo heróico que dedicou sua carreira a fotografar imagens da guerra, de conflitos e da pobreza, foi reconhecido especialmente por suas fotos que cobriram crises no Vietnã e na Irlanda do Norte.

Em um depoimento publicado pelo Deadline, Jolie declarou que ficou 'honrada por ter uma chance de levar a vida de Don McCullin aos cinemas'.

Ela explicou: "Fui atraída por essa combinação única de destemido e humano – o comprometimento absoluto dele em mostrar a verdade da guerra, sua empatia e respeito por todos que sofreram as consequências".

Jolie disse que vai mostrar um filme tão comprometido quanto as fotos feitas por Don: "E também mostrar as pessoas e eventos extraordinários que ele testemunhou, e a ascensão e queda de uma era única do jornalismo", justificou.

McCullin compartilhou sua confiança em Jolie no mesmo depoimento: "Vendo o último filme de Angelina no Camboja (e tendo passado tanto tempo lá durante a guerra), fiquei muito impressionado em ver como ela fez uma representação poderosa e acurada do local naquele momento".

Ele acrescentou: "Eu sinto que estou seguro em mãos capazes e profissionais com ela".

Tom Hardy e seu sócio Dean Baker vão produzir o filme e sobre a direção de Angelina Jolie eles comentaram: "Don McCullin é alguém por quem temos profundo respeito. Sua história é de honestidade brutal, coragem inabalável e empatia. Estamos emocionados com a visão de Angelina e esperamos ajudá-la na representação de um homem que merece ser lembrado por sua extraordinária contribuição, serviço e trabalho à humanidade".

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