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Johnny Depp afirma que Amber Heard se drogou no dia do casamento

Johnny Depp no estrado, Amber Heard
Foto: Reprodução/YouTube

O julgamento por difamação de Johnny Depp ainda está em andamento e em um novo tópico abordado durante seu depoimento foi o suposto uso de drogas de Amber Heard durante o relacionamento. O ator afirmou que a atriz usou drogas no dia do casamento dos dois em 2015 e ainda citou as drogas que ele afirma que ela gostava de usar.

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De acordo com Johnny, Amber gostava muito de MDMA (ecstasy) e cogumelos e afirmou que ela tomou MDMA umas 20 vezes e cogumelos umas sete vezes, durante seu casamento. Depp foi questionado sobre quem estava usando drogas em seu casamento e respondeu: “Amber, alguns amigos meus… Toda a gangue dela estava usando MDMA.”

Quando perguntado se ele usou drogas no casamento, ele respondeu: “Para ser honesto com você, eu não sei quanto MDMA eles tinham, mas para mim, isso era – para mim, ter tomado MDMA teria sido um desperdício de tempo. Droga, se você entende o que quero dizer. Seria essencialmente tomar o barato de outra pessoa, porque não teria efeito sobre mim. Eu fumei maconha. E, uh – eu não me lembro de beber. Não me lembro de ter bebido na época. Eu tenho certeza que naquele momento eu não estava bebendo álcool.”

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Ele continuou: “Minha droga de escolha é – era, é maconha. Isso foi bom para mim. Então, mergulhar em um saquinho minúsculo de… lamber o dedo e mergulhar em um saquinho comum de MDMA, foi inútil para mim.”, comentou.

Ele então acrescentou por que sua filha não estava presente no evento, dizendo: “Lily-Rose não veio ao casamento. Ela e a Sra. Heard não se davam muito bem por vários motivos.”, relatou.

Durante esta semana, será concluído o processo movido por Johnny Depp por conta de uma publicação de Amber Heard ao The Washington Post, em que ela afirmou ter sido vítima de violência doméstica, o que segundo o ator, foi o suficiente para destruir sua carreira em Hollywood, mesmo ela não mencionando nomes, exigindo U$ 50 milhões.

Todavia, a atriz contra processou o ator por difamação, exigindo então U$ 100 milhões do astro de “Piratas do Caribe”, alegando que ele teria prejudicado sua carreira após afirmar que suas acusações eram falsas.

Nesta terça-feira, 24 de maio, de acordo com publicação feita pela revista People, a defesa do artista teria pedido então que fosse rejeitado o processo da estrela de “Aquaman” contra ele, e um dos advogados de Depp, Ben Chew, alegou que a base da contestação de Heard (três declarações feitas por Adam Waldman, advogado de Johnny, em 2020, ao Daily Mail) não poderiam estar diretamente ligadas ao ator.

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Ainda, Chew afirmou que Amber não provou haver “malícia real” nas declarações, e que Waldman teria investigado e acreditado que seus comentários de tudo ser uma “farsa” eram verdadeiros.

“Não há evidências de que o Sr. Depp tenha visto as declarações do Sr. Waldman até que ele foi processado”, explicou, afirmando não ser possível provar que o profissional estaria ligado a Johnny ao declarar tais falas.

ARGUMENTOS DE HEARD E PEDIDO NEGADO

Porém, Ben Rottenborn, advogado de Amber Heard, pediu a permanência do contra processo: “Não há base para conceder uma moção para atacar esse argumento da agência, esse argumento de malícia real”. A equipe de Heard também argumentou que a juíza havia rejeitado o pedido de Depp para um julgamento sumário, o que indicaria que Waldman agiu com “malícia real”.

As evidências mostram que não apenas o Sr. Waldman era o agente do Sr. Depp, mas que os dois conspiraram para acusam falsamente Amber de criar uma farsa e falsificar evidências que eles acreditam apoiar sua teoria e o que eles queriam alcançar”.

Após ouvir ambos os lados, a juíza Penney Azcarate leu a decisão dela sobre o assunto, e o pedido da defesa de Johnny Depp para anular o contra processo foi negado.

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“O júri pode inferir que o Sr. Waldman fez essas declarações específicas a um terceiro para servir o autor [Depp] ao retratar o réu [Heard] como um litigante oposto sob uma luz negativa”, iniciou ela.

Consequentemente, há mais do que uma centena de evidências de que um jurado razoável pode inferir que o Sr. Waldman fez as declarações de reconvenção ao perceber que eram falsas ou com um desrespeito imprudente por sua verdade”.

“Não é meu papel medir a veracidade ou o peso das evidências. A malícia real é uma questão para o investigador de fatos”, concluiu Penney Azcarate, deixando claro que o júri deve analisar as provas que Heard mostrar.

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